29 de março de 2014

"A Saga de Beto - Parte 15"

          Vou fugir um pouco do roteiro de "A Change in Our Marriage", pra adequar melhor o rumo que eu quero dar à Saga. Então a partir de agora, texto escrito sem me basear em nenhum livro, 100% produzido por Squal, kkkkkkkk


          Mais uma noite difícil de insônia e apertos com as ereções noturnas. Cris, dormia profundamente, exausta. Até que lá pelas 4:00 da manhã, imagino, devo ter pego no sono. Acordei assustado com o despertador tocando desesperado, já lá pela 5ª soneca de 10 minutos! Estava atrasado. Levantei correndo, me troquei e fui na cozinha. Devorei um sanduíche que estava na geladeira,  e engoli um café que estava quase frio. Quando me virei pra ir embora, vi um bilhetinho em cima do fogão e, antes que eu pudesse ler, já podia ver os coraçõezinhos desenhados por Cris ao redor do texto. Ainda desesperado por causa do atraso, peguei o papel e li:



         Danada, sabia como me provocar!

          Na hora, abri minha pasta e vi algo maravilhoso: a calcinha que ela tinha usado o dia anterior inteiro, suadinha, dentro da minha pasta! A mesma que ela usou pra se sentir mais mulher perto do chefe dela. Não resisti, e puxei a calcinha pra perto do nariz, e o cheiro estava maravilhoso, uma mistura do 212 dela, com os fluidos divinos de sexo feminino. Fiquei alucinado, até esqueci que estava atrasado pro emprego. Safada! Ela queria que eu ficasse excitado o dia inteiro, e sabia exatamente como. Ela sabia que a todo o momento eu ia dar um jeitinho de ir ao banheiro só pra sentir de novo aquele perfume de fêmea, a sensação do paraíso!



          Guardei a calcinha na pasta, o bilhetinho dela no bolso do paletó e saí correndo pro carro. Cheguei no trabalho, bronca do chefe e seguiu o dia. Não demorou muito, a vontade de me recolher sozinho ao banheiro estava me martelando a cabeça de tesão. Peguei a calcinha de Cris e Enfiei no bolso do paletó. Fui até o banheiro, me tranquei e me pus a lembrar o quão cheiroso é o sexo da minha esposa, da minha dona. Cheirei e lambi as pregas finas da calcinha, alucinadamente. Tinha a impressão de ter a bucetinha e o cuzinho dela ali, bem a frente do meu rosto, disponíveis pro serviço oral da minha língua gulosa. Óbvio que eu não podia ficar muito tempo, e com pesar, guardava a calcinha no bolso e voltava pra minha mesa. Fiz isso umas cinco vezes ao longo do dia. Meu pinto doía, apertado dentro do holytrainer. Eu sabia que não podia me aliviar, mas mesmo assim não conseguia resistir e cheirava igual a um louco a calcinha de Cris. Até que, na última vez que eu fui ao banheiro pra usufruir de novo do meu vício, ao sair do box, dei de cara com o meu chefe, que tinha a intenção de usar o mesmo box que eu, já que os outros dois estavam ocupados. Fiquei meio sem graça e saí rápido do banheiro, imaginando se ele pudesse me ver cheirando a calcinha da minha esposa dentro do box.

          Lá pelas 4 da tarde, o chefe chamou a mim e mais três secretários-gerais para uma reunião sobre os negócios da semana que vem. O restante da equipe ficou no salão principal trabalhando. A reunião se estendeu, e ao invés de terminar às 6, como de costume, começou a avançar a hora. O pessoal que trabalhava do lado de fora da sala de reunião, já tinha ido. Todos foram embora, e só eu e aqueles meus três colegas reunidos com o chefe. 6:10, 6:15, 6:20, 6:30, 6:40, comecei a ficar inquieto, pois ainda ia enfrentar o trânsito de São Paulo antes de chegar superatrasado pra visita de Elise e Carlos. Putz, com que cara que eu ia reclamar que eu tinha que ir, sendo que o chefe me deu uma bronca logo cedo de manhã por chegar atrasado? Fiquei desesperado, nem conseguia mais prestar atenção em nada. Até que por volta das 6:55, a reunião terminou e eu fui direto pra minha mesa buscar minha pasta pra ir embora. Quando fui pegar meu paletó que estava abraçado às costas da minha cadeira, me lembrei da calcinha que eu tinha guardado ali dentro. Pra minha terrível surpresa, ela não estava mais lá! Meu mundo desabou, comecei a procurar feito um louco, volteio no banheiro, vi embaixo da minha mesa, e aí meu terror aumentou ainda mais, quando lembrei que no mesmo bolso, eu também tinha guardado o bilhete de Cris, e ele não estava mais ali dentro também. Minhas pernas bambearam, meu coração parecia que ia sair pela boca quando eu imaginei um colega meu lendo aquele bilhete, e ainda por cima tendo em seu poder a calcinha da minha mulher. Fiquei desesperado, não sabia o que fazer, fiquei sem chão. Respirei fundo, e fui pro carro. Afinal, mais chato ainda seria se eu chegasse em casa e ainda perdesse a visita dos amigos.



          Pro meu azar, o trânsito estava especialmente infernal naquela noite, Só consegui chegar em casa às 9:00. Durante todo o trajeto, fui xingando e me chamando de burro, por ter perdido a calcinha e o bilhete. Alguém pegou os dois, e com certeza, ia espalhar pra todos os meus colegas o que leu nele! Estava perdido, e muito preocupado com isso.

          Até que cheguei em casa, já pronto pra explicar pra Cris o que tinha acontecido. Entrei e fui recebido apenas por minha mulher e Elise. As duas estavam divinamente sensuais, com vestidos curtinhos e apertados, e extremamente produzidas. Parece que tinham combinado o estilo que iam se vestir. Elise transpira exuberância aos seus 31 anos, do tipo mulherão, cabelos naturalmente loiros e ondulados, olhos claros, pernas grossas pela malhação, e seios fartos. Desde sempre fomos amigos, mas nunca consegui evitar desejá-la. A verdade é que se ela não fosse esposa do meu melhor amigo, teria caído, a muito tempo, na tentação de dar-lhe uma cantada.



          As duas levantaram, Cris estava com o sorriso meio amarelo, típico de quando está brava comigo na frente dos outros, mas não consegue disfarçar direito. Cumprimentos e explicações se seguiram:

          - Oi, Beto! Quanto tempo!
          - Oi, Elise, realmente, faz muito tempo. Você está muito elegante.
<Beijinho no rosto.>
          - Obrigada.
          - Cadê o Carlos?
          - Ah, Beto, desculpe, ele não podia ficar muito tempo por causa de um compromisso. Eu ia embora com ele também, mas Cris insistiu pra que eu ficasse, pois ela disse que queria me dizer algo assim que você chegasse.

           Meu coração congelou!

          - Ah...é...ok, e o que...seria?

          Cris entrou no diálogo:

          - Eu já tinha dito pra Elise alguns dias atrás o quanto você está diferente agora, o quanto você vem me tratando com mais atenção e delicadeza, exatamente como Carlos à trata. Então, eu aproveitei que ela está aqui sem o Carlos, para contar a ela sua nova condição dentro do nosso relacionamento.

           Eu não podia acreditar no que estava ouvindo! Meu coração disparou, comecei a suar frio e tremer as mãos. Elise interviu:

          - Nossa, Cris, que bom que você está mais feliz com o Beto. Sempre desejei pra você, o que eu tenho com o Carlos.
          - É verdade Elise, e graças à sua ajuda, consegui aprender como trazer de volta o homem apaixonado e gentil que me cortejava pra me conquistar para ser sua namorada. Beto, abre o cinto e abaixa a sua calça e a sua cueca! Quero mostrar a ela como você se encontra sob o meu domínio agora.
          - O quê? Hahahaha, legal, gente, ta engraçada a brincadeira, mas agora vamos falar sério, né? - Tentei disfarçar, sem graça.

          Pro meu desespero e surpresa, Elise revelou sem hesitar:

          - Não fique acanhado, Beto, fui eu que pedi pra Elise me mostrar seu cinto de castidade. Ela me contou, e eu disse que só acreditava vendo, rsrsrsrs
          - Você ouviu, Beto, o que está esperando pra mostrar?

          Eu estava extremamente envergonhado. Mas contraditoriamente, meu pinto começou a endurecer dentro da gaiola! Puta-que-pariu, eu fiquei excitado em obedecer minha mulher, de forma humilhante diante de nossa amiga gostosa, cuja feminilidade eu sempre admirei e desejei secretamente. Estava me sentindo um objeto de exposição, um animal de zoológico, uma cobaia, sei lá... e estava começando a gostar da ideia. Apesar de meu lado racional tentar me fazer voltar atrás e não obedecer ao pedido de Elise, meu tesão e submissão à Cris me empurravam pra entrar no jogo delas.

          - Vamos, Beto, o que está esperando, está pensando em quê? Abaixa logo essa calça. Eu sou sua mulher, se eu estou querendo expor você pra minha amiga, não tem porque você ficar com medo de fazer isso. Eu não vou ficar com ciúme! Anda!



          Obedeci. Abri o cinto, e desci a calça e a cueca até o meio da coxa, levantando a camisa até prender com o queixo. Ao revelar meu pintinho trancado numa gaiolinha delicada e anatômica de resina cintilante e transparente, a reação de Elise foi a mais inesperada que eu podia imaginar:

          - Isso mesmo Cris, você está de parabéns! Seguiu meus conselhos e agora, tem seu homem na mão!  - Disse ela com um sorriso e um semblante de "autoridade no assunto".
          - Obrigada, amiga. Suas dicas foram ótimas. Salvaram meu casamento.

          Como assim? Conselhos? Dicas? Salvaram o casamento? Não aguentei e tive que perguntar:

          - Elise, você...você sabia? Ela gargalhou de forma bem sarcástica e respondeu:
          - Sim, Beto, fui eu quem indiquei o Spa pra Cris.
          - Mas, então...esse lance de a Cris te mostrar algo novo era...mentira? Cris interviu:
          - Sim, Beto, senão você poderia não obedecer em mostrar o cinto. Bem, agora além de amigos, somos nós quatro, eternos confidentes e cúmplices.
          - Quatro? - Perguntei. - Carlos também sabe da minha...castidade?
          - Não só sabe como já usa um cinto a mais de dois anos. - Disse Elise.
          - Meu Deus, e ele nunca me contou. - As duas riram bastante, se retorcendo com as gargalhadas.
          - Vocês homens não conversam esses coisas entre vocês. A não ser que saibam um do outro mutuamente. Beto, agora que nossos amigos já sabem sobre a sua castidade, queremos formar um clubinho da castidade. Eu e Elise vamos nos reunir semanalmente pra conversar sobre nossas intimidades e outros assuntos típicos de mulher. Enquanto isso, você e Carlos vão nos servir quitutes, fazer nossas unhas, umas massagens, e qualquer outra tarefa que nos agrade mandar vocês fazerem por nós. Carlos já tem bastante experiência em servir a Elise, então ele vai te ensinar tudo, ok?
          - Éhh... claro. Seria um prazer. - Eu disse, todo sem graça.

          Não conseguia imaginar Carlos na mesma situação que eu por tanto tempo. Eu estava chocado com essa revelação.

          - Bem, Cris, acho que já está ficando tarde, e vocês devem estar querendo descansar, né? - Disse Elise num tom irônico.
          - Ah não - respondeu Cris. - Você não vai embora sem antes tomar uma última taça de champanhe, e de receber uma massagem bem relaxante nos pés enquanto terminamos nossa conversa sobre a ornamentação do salão para o almoço beneficente de sábado. Beto, tira a outra garrafa de champanhe que está na geladeira e nos serve aqui na sala. Depois pega aquele creme de massagem lá em cima, no quarto, e faz nossa convidada ficar bem relaxada.

          Elise tirou suas sandálias de salto alto vermelhas aveludadas e apoiou  os dois pés sobre uma grande almofada que estava em frente ao pé do sofá. E então, sorriu exultante:

          - Nossa, mas isso é tratamento VIP, assim vou vir aqui te visitar mais vezes Cris, rsrsrs
          - Claro amiga, aqui em casa você vai ser sempre tratada assim, com o máximo de regalia.
Virou pra mim e disse:
          - Ué Beto, o que você tá esperando? Vamos, nossa convidada está esperando!

          Prontamente fui até a cozinha e preparei as duas taças com a garrafa dentro do balde de alumínio cheio de gelo. Fui levando até a sala e depositei tudo em cima da mesa. Cris interrompeu o bate-papo com Elise e me repreendeu:

          - Ué, Beto, e nossas taças? Vão ficar vazias?

          Confesso que na hora, fiquei com raiva de estar sendo usado como garçom, mas ao mesmo tempo, o aperto dentro do holytrainer, me mostrava que aquilo era exatamente como eu queria ser tratado. Servi a taça pras duas e as deixei conversando sobre os detalhes do almoço beneficente. Subi ao banheiro e busquei o creme de massagem.Ao chegar a sala, Elise ainda estava aguardando com os pés sobre o almofadão. Cris olhou pra mim e disse:

          - Vamos, Beto, a Elise está doida pra relaxar, os pés dela estão exaustos de um dia de trabalho!
          - Ai, amiga, deixa ele ir com calma, ele está começando agora, relaxa.
          - Não Elise, ele está me devendo hoje. Quero que ele te dê uma excelente massagem, senão o castigo dele vai ser pior, rsrsrsrsrs. - deu uma risadinha.
          - Nossa, você aprendeu mesmo nesse spa, heim, Cris! Hahahaha... ta irreconhecível!
          - Pois é, Elise, ele precisa entender de vez o lugar dele de agora em diante, né?
          - Tá certo. No início foi assim com o Carlos também. Mas depois de pouco tempo eles entendem e se tornam ótimos maridos. Como todo marido deveria ser.

          Aquela conversa sobre meu castigo e sobre como ser um bom marido estava me deixando assustado e alucinado de tesão. A pele do meu saco ardia atrás, com o repuxo do anel do cinto de castidade. Abaixei e contemplei os pés da minha convidada. Lindos. Não tem outra definição. Pés extremamente bem cuidados, pele sedosa, macia, clarinha, sem nenhum ressecado daqueles típicos de mulher que anda muito de calçado. Pareciam de algodão. No tornozelo, uma tornozeleira fantástica: fios de ouro com dois pingentes que com certeza deviam ser as chaves do cinto de castidade do Carlos. Não aguentei, no auge do tesão, tive que elogiar:



          - Puxa, Elise, seus pés são lindos.
          - Obrigada, Beto, rsrsrs... boa parte disso se deve ao cuidado que o Carlos tem por eles. Ele cuida dos meus pés e pinta minhas unhas diariamente.
          Cris interviu:
          - Sabe, Elise, queria que o Beto qualquer dia desses, pudesse ter um curso com o Carlos de como cuidar da esposa. Será que ele poderia?
          - Claro, amiga, o Carlos ia ter o maior prazer. Afinal somos amigos, não é?
          - Sim, é verdade...rsrsrsrs obrigada.

          E comecei a massagear suavemente os pés de Elise. Enquanto isso, as duas iam conversando sobre os assuntos delas, como se eu fosse um mero serviçal, completamente ignorado diante do diálogo delas. Estava ali pra servir, e estava adorando minha condição. Perdi a vergonha, Elise pra mim estava se tornando, naquele momento, parte disso tudo, uma tutora da minha mulher, e eu praticamente me sentia escravo das duas. Meu piru estava babando dentro da cueca.

          - Beto, agora nossa convidada precisa se sentir valorizada na nossa casa. Pode encher os pés dela de beijos, vamos!

          Mal podia acreditar no que ouvia! Beijar os pés lindos daquela mulher era tudo o que eu queria. Mas fazer isso por ordem da MINHA mulher, era chocante, inesperado, tenso, erótico demais pra ser verdade! Beijei e lambi apaixonadamente os pés dela por minutos a fio.



Ela olhava pra mim com um sorriso e um olhar de ternura. Eu estava adorando tocar meus lábios naquela pele macia, estava me sentindo um verdadeiro plebeu diante de uma rainha. Depois de uns 15 minutos, massageando e beijando os pés de nossa convidada, ela encerrou a conversa e disse:

          - Cris, muito obrigada pela sua recepção e pela massagem, e pelo champanhe. Foi tudo maravilhoso. Mas realmente preciso ir.

          Ela agradeceu pela massagem. Mas à Cris, e não a mim! Nossa, isso que eu chamo de me sentir um objeto. Estava me sentindo humilhado, e muito, mas muito excitado! Que loucura!

          - O que é isso, amiga, você sempre será bem vinda aqui. Qualquer dia desses, trás o Carlos aqui, e a gente pode se divertir muito também! rsrsrss
          - Claro, vamos marcar sim.

          As duas foram levantando e saindo em direção a porta, ainda conversando trivialidades até que Cris despediu-se de Elise quando esta arrancou com o carro. Cris fechou a porta e se virou pra mim, me encarando com uma cara de perversa, ao mesmo tempo de safada:

          - Agora, vamos acertar nossas contas! Cadê o bilhete que eu te escrevi?

          Meu coração gelou.

          - Querida...eu....eu deixei no bolso do terno e acabei....é...perdendo no escritório!
          - O que? Perdeu? Hahahahaha, algum colega seu, ou o faxineiro, achou o raio do bilhete né? Hahahaha.... sem problema, vão saber que você é corninho agora! hahahaha
          - Cris, para com isso, eu não queria perder o papel. Mas tem outra coisa também. Perdi sua calcinha junto.
          - Hahahahahaha - Ela gargalhou fartamente. - Você praticamente, presenteou alguém com os perfumes da sua mulher. O homem que achou minha calcinha e meu bilhete, praticamente possui minha buceta agora. Como você pode ter feito isso Beto?
          - Desculpe.
          - Mas isso é o de menos. Você leu que era pra ter deixado a cozinha arrumada?
          - Ih, li sim, mas eu estava atrasado, não deu tempo.
          - Pois é... cozinha desarrumada que a Elise com certeza reparou, perdeu meu bilhete, perdeu minha calcina, e ainda por cima perdeu a visita do Carlos, chegou superatrasado!
          - Desculpe, Cris, não vai acontecer mais.
          - É, mas eu tenho que garantir que esse seu comportamento não vai se repetir.

Cris sentou no sofá e disse:

          - Vem, deita de bruços aqui em cima das minhas pernas. Vou te aplicar um castiguinho, de leve, só pra te educar e te ensinar a ser mais grato e obediente.



Contrariado e com medo, deitei sobre o colo de minha mulher. Ela estava pronta pra me aplicar um castigo pelo meu mau comportamento. Essa cena é inimaginável por muita gente. A própria esposa, dando uma surra na bunda do marido. Loucura. Mas antes de começar a sentir a dor do primeiro estalo, minha gaiola ainda estava quase explodindo por causa do tesão. Mas eu não imaginava que em poucos segundos, meu piupiu ia amolecer, logo.

Continua...

25 de março de 2014

"A Saga de Beto - Parte 14"

Cris finalmente sai de casa pronta pro crime! Vamos ver o que ela vai aprontar pro Beto!


 Depois de ficar uns 20 minutos ali, deixado na cama entregue às minhas próprias fantasias, meu celular despertou indicando que era hora de ir pro meu trabalho. Depois que eu cheguei no escritório, passei a ligar pra Cris durante todo o dia, e só caía em seu correio de voz. Ela deixou uma mensagem gravada: "Oi aqui é a Cris. Desculpe mas eu estou em reunião no trabalho o dia inteiro, e não posso te atender. Desculpe, beijinhos, rsrsrs". E toda vez que eu ligava ouvia essa mensagem com a tal risadinha no final, que não me deixava em paz. Lembrando de como ela se arrumou de manhã, mencionando que era para fazê-la se sentir muito feminina e facilitar caso precisasse flertar ou fazer charme, somando a essa mensagem com a risadinha no final, só me levava a lembrar de uma coisa: cuckolding. Ao longo do dia, a raiva natural que vem do ciúme, e do fato de não ter dela nenhuma satisfação de onde estava e com quem estava, foi aumentando, ao passo em que imaginar que ela pudesse estar jogando charme pra cima de outro homem, me deixava muito excitado.



Finalmente, às 18:00 meu celular tocou. Era ela.
     - Cris, eu to tentando te ligar o dia intei...
     - Beto, eu sei, desculpe, eu estive no encontro o dia inteiro e...hahahaha...para com issoo! - ela disse bem risonha pra alguém - ...Bebê, desculpe, hoje eu estive amarrada o dia inteiro.
     - Sim, Cris, mas...
     - Ai, Tadeu, para com issoooo! hahaha, para! - Ela riu pra alguém.
     - Cris, você ainda está aí? CRIS!
     Ainda rindo, ela disse:
     - Sim, hihihi... desculpa Bebê, eu estava dizendo... desculpa, eu não pude ligar. Você pode esquentar sua janta hoje? O Sr. Andrade está me levando para um jantar pra gente terminar uma coisinha aqui, eu não vou chegar tarde, prometo.




     - Cris, vocês estão..
     - Desculpe, Beto, tenho que ir, te vejo logo, beijos.
     Desligou. Tentei ligar de volta, mas de novo, só ouvia a mensagem de voz dela. Mas que porra é essa, o que ela estava fazendo? Ela não estava se comportando da forma como sempre foi, não parecia ela.
     Cheguei em casa e fui pro sofá. Liguei a TV em um jogo de futebol, que eu nem estava prestando atenção, na verdade. Mais ou menos às 11:30 da noite eu ouço o carro de Cris entrando na garagem. Eu estava com tanta raiva, que eu queria voar no pescoço dela e gritar, mas algo dentro de mim me freava, e me levava a querer pegar leve também. Merda, de novo o mesmo conflito dentro de mim.
     Ela entrou pra dentro da sala. Inicialmente, eu fingi desinteresse, mas eu não podia evitar olhar pra ela. Puta que pariu ela estava gostosa pra cacete! Muito sexy.
     - Cris! Onde diabos você se meteu?
     - Oh, bebê, me perdoa, nós tínhamos tanta coisa pra fazer, acabei perdendo a noção da hora, eu não queria chegar tão tarde...
     - Mas já são 11:30, porra!
     - Eu sei, bebê, eu sei, eu me comportei muuito mal essa noite.
     O tom que ela deu a esse "me comportei mal" soava pra mim com duplo sentido: comportou mal por que chegou tarde, ou pelo que fez enquanto estava fora?
     - O que você quer dizer?
     - Deixa eu te compensar por isso... - disse em um tom sedutor enquanto se aproximava pra me beijar na boca. Eu empurrei ela de volta levemente.
     - O que você quis dizer com "se comportou mal essa noite"?
     - Sssshhh - mandou me calar e veio beijar meu pescoço.


     - Cris...você...você fez... o que com...
     - Fiz o que eu quis, querido. - lambeu meu pescoço, me deixando todo arrepiado.
     - Você...fez... - não conseguia terminar minhas próprias palavras, eu estava assustado com a resposta que poderia ouvir. Ela sussurrou no meu ouvido, com uma voz bem provocante:
     - Se eu fiz sexo com ele? É isso que você quer saber, mas tem medo de perguntar?
     - Cris, por favor!
     Ela riu, mordendo meu pescoço. Voltou com a boca pro meu ouvido, deu uma lambida deliciosa e sussurrou:
     - Quer saber se eu trepei gostoso com ele?



     Eu tremi o corpo inteiro.
     - Cris! - Eu tentei empurrar ela de novo, eu estava trêmulo, eu podia sentir meu pinto quase esmagado pelo aperto dentro do cinto de castidade, quase gozando só de ouvir ela me revelar isso, mas estava muito assustado.
     - Quer saber se ele meteu a piroca grossa e pulsante na minha bucetinha molhada de tesão? Quer saber se ele gozou quase meio litro de porra na bucetinha que era pra se só sua?
     - Ohhhh, Cris... - Eu estava à beira da loucura.
     - Quero sim, quero saber.
     - O que você gostaria de ouvir, sim ou não?
     - Ohhh... Cris... quero... a verdade. - Menti, eu queria ouvir que sim, mesmo que fosse só provocação dela. Mas queria que fosse verdade.
     - A verdade, Beto é que a gente... só saiu pra jantar mesmo, não rolou nada.
     Senti um alívio muito grande. Minha querida esposa ainda não tinha quebrado o juramento de se manter fiel a mim. Ao mesmo tempo, fiquei decepcionado, minha expectativa de ter me tornado um corninho manso foi frustrada. Eu parecia ser duas pessoas em um: o marido decente e másculo lutando contra o fetichista afeminado. E esse conflito precisaria da ação da minha mulher para ser resolvido. Podia imaginar a qual desses lados ela ia ajudar a ganhar esse meu duelo interno:
     - Huuuummm...percebi que você ficou meio decepcionado com a minha resposta.



     O tesão bateu forte e eu cedi:
     - É... Cris, eu não queria, mas... confesso que no fundo... é, no fundo eu iria gostar de ouvir que você transou com o seu... chefe.
     Meu coração disparou ao confessar isso, eu não podia acreditar de como eu tirei coragem para admitir aquilo. Então ela me empurrou pro sofá e puxou minha calça e minha cueca pra fora, deixando exposto meu piru trancado pela gaiolinha de resina, que de tão duro queria explodir pra fora dela. Ela deitou por cima de mim, me hipnotizando com aquele olhar sedutor e aquele perfume já esmaecido pelo suor que naturalmente flui ao longo de um dia de trabalho, aquele cheiro de suor de mulher misturado com o perfume dela, que me deixava louco. Enquanto uma das mãos estava apoiada sobre o meu peito, a outra acariciava lentamente meu saco que estava envolto pelo anel do cinto de castidade. Aproximou a boca do meu ouvido deixando seus longos cabelos cobrirem o meu rosto, e começou a sussurrar:
     - Quer dizer que você ficou desapontado, Beto? Você queria ouvir que sim? Você queria que eu dissesse que eu transei com ele? Você imaginou sua esposa, toda produzida numa lingerie provocante, meias 7/8, cinta-liga e corpete, ajoelhada e chupando o pau de um HOMEM?


Será que meu maridinho, meigo e delicado, gostaria que isso tivesse acontecido? Que eu confessasse isso? Que eu te dissesse que finalmente eu tive uma pica de verdade fodendo e arrombando a minha bucetinha apertada, heim? Que eu fosse dominada e possuída por um homem dominador e másculo que me amarrasse e me comesse de todas as formas que ele quisesse?



     - Oh, Cris, por favor, me tira dessa gaiolinha, vai, eu preciso gozar!
     - Não, rsrsrsrsrs... ainda tá cedo pra isso. Vem cá me chupar!
     Ela estava me levando aos limites do tesão. Tirou a calça apertada, revelando suas coxas grossas e lisas e a calcinha finíssima que estava usando. Levantou, virou de costas pra mim, e me fez olhar pra sua bunda deliciosa enquanto descia a calcinha devagar, rebolando gostoso o quadril pra me deixar ainda mais louco. Sentou na beirada da cama, apontou para o chão entre os pés dela e disse:
     - De joelhos! Aqui!
     Nem falei nada, caí de joelhos e ela me puxou pelos cabelos levando minha boca violentamente contra sua bucetinha, que estava ensopada.
     - Sabe porque minha xaninha está tão molhada assim? Heim? Aaahhh, isso, chupa! Sabe por que, heim?
     - Huuumm, hhuumm... - Não conseguia falar nada com a língua enterrada na gruta úmida e quente da minha esposa.
     - Você quer saber se isso é meu suquinho apenas, ou se está assim por outro motivo?
     Meu coração disparou. Eu continuei chupando e lambendo com vontade, mas imaginava o que ela ia dizer.
     - Será que isso que você está chupando e engolindo agora vai além dos fluidos da minha bucetinha, heim? Será que não é a gala do meu chefinho, heim, será que você tá provando o gozo dele? Será que ele me encheu de porra, pra eu te trazer a buceta pra você limpar agora heim?



     Fiquei maluco em ouvir e imaginar aquilo. Eu nunca podia imaginar que iria ficar tão excitado em quase sentir de verdade o gosto de esperma de outro homem, na buceta da minha mulher. Tudo que eu queria era gozar.
     - Vem cá, deita na cama com o piupiu pra cima!
     Obedeci. Minha boca escorria os líquidos da buceta dela, ela estava extremamente excitada em me provocar daquele jeito. Depois que eu deitei, ela sacou de dentro do corpete a dobra do cordão de ouro que estava deliciosamente escondida entre os seios dela, revelando o pingente mais inusitado que eu podia esperar: a chave da minha gaiolinha de castidade. Ela tirou e ficou balançando a chave bem próximo do meu piru trancado, me provocando ainda mais:
     - Tá vendo essa chave aqui, tá vendo? Ela tranca o teu sexo, e é toda minha... só eu posso te abrir esse cinto e te deixar gozar! Toma beija essa chave!



     Levou a chave até os meus lábios e eu beijei, como beijei, queria mostrar pra ela minha submissão, que eu estava plenamente de acordo em pertencer 100% a ela.
     - Isso, meu bebê, assim que eu gosto, que gracinha você! Você melhorou muito viu? Está bem mais obediente, e isso é bom, pois quanto mais obediente, mais você vai suportar quando me ver nos braços de um homem.
     Aquilo foi uma facada no meu peito. Ela não disse "de outro homem", mas de "um homem". Ela começou a acariciar meu pênis trancado, a esfregar freneticamente a bucetinha encharcada dela na minha coxa, e por fim,  posicionou a boca bem colada no meu ouvido e ficou lambendo minha orelha, gemendo e falando:
     - Você quer que eu transe muito não quer? Ahhh...Você não quer que eu fique em castidade também, junto com você, quer?
     - Não querida, você pode e precisa gozar!
     - Isso mesmo, eu preciso! Preciso de uma PICA de verdade, você não acha? De um HOMEM com H maiúsculo, pra me satisfazer, não preciso?
     Eu estava enlouquecido, e não conseguia discordar de nada do que ela perguntava. Estava hipnotizado e incapaz de dizer 'não'.
     - Precisa...precisa de pica sim. Você merece ter muito prazer, e gozar muito.
     - E você, com esse GRELO minísculo, preso assim num cadeado, acha que pode me saciar, saciar os meus desejos de mulher?
     - ... não, querida, acho que você precisa de..,. uma pica bem grande e grossa penetrando na sua bucetinha...
     - Então diz, vai, diz que você quer que sua esposa dê a buceta pra outro homem!
     - Eu quero que você...oohh... dê a buceta para...aahhh... um homem...
     - DE NOVO!
     - Eu quero que você dê...aaahhh... a buceta...para um homem... oohh
     - DE NOVO! DIZ O QUE VOCÊ QUER QUE EU FAÇAAA
     - Eu quero que você dê a buceta para um homem!
     - Isso, boa menina! De novo!
     - Eu quero que você dê pra um homem!
     - AAAhhhh, Betoooo, vou gozar...aaaaahhhhh



     Ela gozou só esfregando a buceta molhada dela na minha coxa. Impressionante, pois antes eu tinha o maior trabalho para fazê-la gozar, eram horas de preliminares orais, e depois que eu começava a enfiar meu pintinho nela, ela só gozava se estivesse por cima de mim, e ainda precisava da ajuda dos meus dedos pra gozar. Mas ela estava num patamar de excitação que eu nunca tinha presenciado. Realmente, dessa vez tive certeza: cuckold era mais do que a minha fantasia, era a NOSSA fantasia. Chego a pensar que mais dela do que minha.
     Exausta, ela desabou em cima do meu peito, deixando seus cabelos suados e cheirosos cobrindo meu rosto, peito de braços. Antes de desmaiar de sono, ela avisou:
     - Essa noite, você vai ser meu colchão, viu? Se você me tirar de cima de você, eu te deixo mais cinco dias preso no cinto.
     Nossa que "terrível" ter que ser o colchão daquela delícia de mulher!
     - Sim, meu amor, pode ficar deitada em cima de mim o tempo que você quiser! Nossa, como eu te amo!
     - Eu também te amo demais, bebê. Logo nós vamos conseguir realizar nossas fantasias, não se preocupe, eu quero muito te fazer feliz, tá?
     - Sim, querida, obrigado.
     E eu fiquei ali, de pinto duro e apertado, servindo de colchonete pra minha mulher. Seu corpo suado e delicioso, cheirava a uma mistura de perfume e sexo, inebriando minha cabeça. A maciez dos seios, das pernas e de todo o resto, os cabelos cobrindo meu peito, tudo isso me deixavam ainda mais excitado em estar ali, servindo de objeto pra ela. Somado a isso, toda aquela visão dela se arrumando toda pra ir ao trabalho, dizendo na minha cara que era pra ver o chefe dela...ai, é muito tesão.




Além disso, eu não conseguia tirar essa frase da minha cabeça. Ela me fez repetir tantas vezes "eu quero que você dê a buceta para outro homem", que aquilo ficou martelando na minha cabeça. Comecei a lembrar daquelas fotos que eu via nos sites de cuckolding, onde os maridos assistem frustrados a esposa sendo saciada por um macho alfa pirocudo e dominador.


Fora o fato de ela ter feito aquele comentário "boa menina!", que também me deixou transtornado. O que será que ela queria dizer, me chamando de "boa menina"? Ser um corninho submisso e preso em um cinto de castidade, era uma coisa, agora, me chamar de menina, já estava além do que eu esperava de Cris. Onde será que ela queria chegar com isso? Ela já dormia profundamente sobre o meu peito quando tomei coragem de perguntar. Deixei pra amanhã.


Continua...


23 de março de 2014

"Devo Contar pra Minha Melhor Amiga?"

           Na última parte da Saga, houve alguma boa referência ao fato de Cris ter atiçado o tesão de Beto dizendo que ia contar pra amiga que ele agora era casto. Pela boa repercussão (presumo) desse detalhe do teasing, comecei a buscar mais sobre isso e acabei descobrindo um blog chamado petmistress.tumblr.com onde a blogueira, Mistress Heather, escreve um texto verídico (ou pelo menos bem realístico) a respeito das vantagens REAIS, e não só do tesão, em uma keyholder contar para uma amiga ou para várias a respeito da castidade do marido. Acompanhem: 


(traduzido e adaptado):

               Eu queria encorajar as mulheres a considerarem a possibilidade de revelar tudo sobre a castidade do marido para as amigas. Isso mesmo, não é nenhum absurdo, basta refletir um pouco, se realmente não vale a pena contar para sua(s) melhor(es) amiga(s), que seu marido usa cinto de castidade. Duvida? Então talvez seria bom considerar alguns pontos que podem acabar por levá-la a decidir contar.





              No meu caso, a minha melhor amiga já sabe há 3 anos que eu mantenho o meu marido preso no cinto de castidade. Quando ela foi lá em casa um dia, tomei coragem e fiz o meu marido lhe mostrar seu pênis trancado. Eu sei que foi muito embaraçoso para ele, pois eu sabia que ele a achava atraente. Mas ela é minha melhor amiga, e na época, estava tendo problemas com o marido, decorrente do vício: pornografia-masturbação. Como eu poderia esconder dela, o meu conhecimento sobre uma certa possibilidade de "cura" para o seu marido? Eu me preocupava com ela, e a via sofrer, como eu poderia não lhe contar uma solução tão simples e efetiva? Então eu engoli minhas preocupações, convoquei o meu marido na sala, e pedi pra ele abaixar a calça e a cueca e mostrar pra ela. Ela ficou muito sem graça na hora, e meu marido levantou logo as calças e foi pro quarto envergonhado. Mas depois que ela ficou sozinha comigo novamente, disse que adorou a ideia, e não deu outra: em poucos dias, seu marido foi preso também, e tem sido assim desde então.



Outras três amigas foram sendo despertadas para a prática e agora, nós temos reuniões nas quais nossos maridos são "obrigados" a se despir e vestir apenas tanguinhas curtas e aventais de cozinha. Claro usando seus lindos cintos de castidade. Enquanto nós batemos papo na sala, eles preparam pratos pra nós ou nos serviam café. No início eles relutaram bastante, mas depois que nós os fizemos aceitar a primeira vez, eles passaram a amar nos servir assim, coletivamente.




Então, considere as seguintes razões pelas quais pode ser vantajoso contar pra alguém que seu marido usa cinto de castidade:


1 - Ele pode dizer que não quer que você conte pra ninguém, mas é um protesto fingido. Ele quer desesperadamente que seu pênis engaiolado seja exposto pela esposa, especialmente para as amigas atraentes. Ele quer que outras mulheres saibam sobre a condição dele. Isso vai aprofundar a submissão dele a você, e atender diretamente a sua fantasia. Confie em mim - ele quer muito isso!



2 - Não sofrer de solidão nesse aspecto tão íntimo de sua vida. Ter outras mulheres em quem você pode confiar esse assunto, para discutí-lo podem te dar muito apoio. Você nunca concordou em mantê-lo em segredo, não é? É inteiramente sua decisão: conte. Vale a pena.



3 - Por que não compartilhar os benefícios que você tem por mantê-lo em castidade? Se você tem uma amiga solteira, conte pra ela o quanto seu marido gosta de serví-la, e como ele é atencioso, e se ela não quer que ele faça um serviço na casa dela, pra consertar algo, ou cuidar do jardim. Ela vai querer saber o segredo de como ter um homem assim, tão ajudador, e romântico com sua esposa.

Eu amo esse sonho, onde ele faz tudo por mim: as tarefas aqui de casa, me faz gozar sempre que eu quero, e sem exigir nada em troca. Esse sonho é tão real!


4 - Espalhar o conhecimento sobra a prática da castidade masculina e seus benefícios, não só ajuda a melhorar a instituição do casamento, em geral, mas, em particular, pode ajudar muito o casamento de uma amiga. Eles podem ter problemas conjugais relacionados ao fato de o marido não estar sendo fiel, ou estar se masturbando, o que acaba refletindo negativamente no tratamento que ela dispensa a ela. A Castidade Masculina não vai resolver todos os problemas por conta própria, mas vai aumentar a intimidade, e essas coisas são a chave para a superação de muitos problemas e para ter um relacionamento profundo e duradouro. No caso de um marido infiel, se ele ainda a ama e eles têm filhos, por que não considerar a possibilidade de ele ser trancado em um cinto de castidade, em vez de arruinar a vida das crianças com um divórcio? Uma mulher deve considerar soluções inovadoras antes de jogar a toalha. Ela pode se reerguer desse processo com um marido melhor do que ela tinha, quando se casou com ele.


E por que não contribuir com a salvação do casamento de uma amiga, contando-lhe sobre o que melhorou tanto o seu?



     Sobre este último ponto, acerca de um marido traidor, eu tinha uma amiga nesta situação. A uns dois anos atrás, ele mantinha um caso extra-conjugal com uma vizinha. Foi descoberto. Ele pediu perdão, disse que não ia mais traí-la, e que faria qualquer coisa para que ela não o rejeitasse como marido. Ela aceitou, mas impondo como condição que ele passasse a ficar com seu pênis trancado.



Primeiro, ela me contou que queria usar a castidade para se vingar dele, ela queria que ele sofresse, sem mais ter a liberdade de poder traí-la, possuindo outras mulheres quando bem entendesse. Mas com o tempo, ela percebeu que o marido estava mudando e, embora ele tivesse feito algo muito, muito ruim, que ele era alguém que ela amava muito, e que ainda por cima, seu comportamento estava passando a ser tudo o que ela poderia ter desejado dele na vida. Eles fizeram um contrato de castidade, e ele está em castidade permanente, e agora são muito felizes no casamento. Foi difícil pra ele aguentar - ela o fez passar um ano inteiro sem um orgasmo . Oh, como ele chorou e implorou e suplicou. Ele costuma usar um strap-on para satisfazê-la, e tem que conviver com o fato de que seu pênis provavelmente nunca mais vai penetrar uma mulher novamente.



                   Ela fica com a satisfação de saber que ele está, de certa forma, pagando pelo que fez, e ainda que pode obter dele todo o prazer e o comportamento no dia a dia que deseja. Ela disse que, se ela tem que viver cada dia com a lembrança da traição, que ele ia pagar penitência por isso todos os dias, sentindo desejo sexual ardente, sem poder satisfazer-se.



Ela se acalmou um pouco com o fato de ter sido traída, mas do meu ponto é que eles têm filhos, e o divórcio teria provocado consequências graves paras as crianças. Poderia não funcionar, mas ela tinha investido tantos anos na relação, que valia a pena arriscar a tentativa. O primeiro ano foi emocionalmente difícil pra ela, por causa da traição. Mas após o primeiro ano, ela decidiu que poderia conviver com ele depois de tudo, que se sentia que o "sofrimento" sexual dele era uma penitência adequada e que o homem com quem ela havia se casado estava perdido, mas ela o conseguiu de volta.

          Então, senhoras e senhoritas, se o seu homem está em castidade, apenas considere o benefício de compartilhar esse conhecimento com suas amigas. Homem, se você estiver em castidade, torne isso mais fácil pra ela. Você sabe que deseja que as amigas dela saibam, não negue isso. Então, não finja pra sua esposa que você não quer, encoraje ela a contar para quem ela ama e confia.

Um marido negado, é um marido feliz . Boa sorte !

21 de março de 2014

"A Saga de Beto - Parte 13"

          Aquela noite estava sendo chocante e excitante ao mesmo tempo. Depois que ela me trancou, ainda me deixou um bom tempo com as mãos e os pés amarrados na estrutura da cama, e me provocou até o limite, várias vezes. A provocação era verbal e física. No auge do tesão, ela mandou:
        - Bem, agora que o seu pintinho está trancadinho nessa sua gaiolinha, você sabe que ele me pertence, né? Não é mais seu, agora. É MEU, e somente EU posso permitir que ele fique duro, ou goze, entendeu bem?



        - Ai, Cris... mas assim ta dif..
        - Sssshhh, nada de "mas", eu fiz uma pergunta simples: você entendeu BEM?
        - ...oohhh.... entendi...aaahhh...
        - Isso, bom menino. Deixa eu te explicar como esse cinto de castidade funciona. ELe é feito sob medida pro seu grelinho, o tubinho tem 4,8 cm de comprimento, o tamanho certo pra você, né, rsrsrsrs. O Holy Trainer é feito de resina biológica, então ele fica mais molinho aos 36º, te proporcionando muito mais conforto do que se fosse um de metal ou de acrílico. Viu, eu até que fui boazinha e pensei no seu conforto. Não se preocupe, você vai poder trabalhar com ele, porque ele é bem discreto, você não vai ter problemas em ir pro seu trabalho usando ele, já que as suas calças vão disfarçá-lo bem.







          - E cá pra nós, né, se alguém descobrir que você está preso em um cinto de castidade, eu não vou nem me importar não, pelo contrário, já te adianto que não vou fazer muito esforço pra esconder isso das minha amigas não, viu?
          Nossa, aí ela brincou com meu tesão! Tá certo que eu morria de medo de imaginar uma outra pessoa descobrindo que a partir daquele momento, minha mulher me mantinha trancado no piru por um cinto de castidade!! Mas só de imaginar minha mulher conversando com uma amiga sobre minha condição de castidade e submissão à ela, me fazia gemer de prazer.




         - Mas... pra qual amiga você tá pensando em...revelar que eu agora eu uso esse cinto de castidade?
         - Acho que vou contar pra...hum...ah! Pra Elise.... primeiro.
         "Primeiro"? Putz ela ia contar pra amiga primeiro, o que significa que pra outras também!
         - Elise, mas.... a Elise é... minha amiga também...
         - Por isso, bobinho. Ela vai compreender. Pode ficar tranquilo.
         - Ela não vai achar... estranho?
         - Não, não vai, te garanto. Aliás, nós vamos lá em breve. Você vai ficar surpreso com o que vai ficar sabendo.
         Aquilo estava me deixando louco de tesão. Meu piru estava tentando ficar duro, mas não conseguia ficar totalmente. A gaiolinha cumpria muito bem o papel de desencorajar a ereção, pois o desconforto era grande. Não aguentei:
         - Cris, só me deixa uns minutos destrancado, só queria gozar uma vez antes de você me deixar trancado assim...
         - Não, né, Beto, eu heim! Claro que não, imagina! Deixar você gozar?! Aí eu boto tudo a perder! Todo esse seu tesão vai demorar dias pra ficar assim de novo. Eu estou querendo trazer à tona o seu lado mais feminino, mais romântico e delicado, mas seu corpo naturalmente vai se revoltar de vez em quando, querendo trazer o seu lado masculino à tona. Por isso, é importante reprimir isso, impedir a ereção, que é coisa típica de HOMEM, pra você focar apenas em seu lado mais meigo e mais feminino.



         Mais um ataque à minha masculinidade!
         - A Elise vai ficar admirada em ver como você mudou comigo...rsrsrs, eu andei desabafando com ela que você sempre me tratava mal, nem me dava atenção direito. Preso nesse cinto agora, tenho certeza que as coisas entre nós vão mudar pra melhor, muito melhor, rsrsrsr...  
         - Ah, mas.... quando você vai me soltar então, Cris?
         - Huuummm, não sei bem, vamos ver... sei que no início, você precisa ser solto com mais frequencia, porque ta se adaptando. Mas como eu sei que o Holytrainer foi feito justamente para um conforto maior, posso deixar você mais dias que eu deixaria se fosse um de acrílico. Vamos fazer assim agora no início: daqui a cinco dias a gente vê se tá ardendo ou muito apertado. Se não tiver eu deixo mais dois ou três dias e te solto.
         - Mas...tudo isso? Eu achei que você ia dizer que ia me soltar de manhã...
         - Hahahahaha.... seu bobinho. Bebê, estamos vivendo um novo casamento, a partir de agora. De hoje em diante, EU dito o seu regime sexual. Com a chave que te libera pro sexo em MEU poder, acho que você vai me tratar um pouco melhor, como sua esposa de fato, já que eu sou a única que posso te dar o que você tanto quer. Aprende uma coisa, quanto mais tempo você ficar com seu grelinho preso nessa gaiolinha, mais obediente você vai ficar, e mais bem tratada eu vou ser. O seu tesão vai aumentar e aumentar a cada dia preso, e você vai se sentir um outro homem. Você acha que eu quero algo diferente disso? O seu sentimento de culpa por ter se masturbado nunca mais você vai sentir, porque vai ser impossível você tocar aquela punheta escondido a partir de agora. Até pra você é vantajoso.
         - Nossa, você está tão má, tão perversa...
         - Sim, aprendi muita coisa boa no spa. Você ainda não vou nada. Vou transformar você no marido dos meus sonhos.
         Nesse momento, comecei a sentir uma forte pressão no piru, pois ele estava quase explodindo de tesão dentro da gaiolinha de resina. Aquelas palavras podiam soar extremamente autoritárias pra mim, mas eu não conseguia entender, me causavam um tesão que eu nunca tinha sentido desde minha puberdade. A visão da minha mulher, toda de lingerie, por cima de mim, me amarrando, me dominando daquele jeito, ao mesmo tempo que me assustava, parecia realizar um sonho meu, que nem eu mesmo sabia que tinha. Eu estava completamente entregue aos caprichos da minha mulher, faria o que ela mandasse.





         - Nossa, olha como o seu pintinho tá revoltado dentro da gaiolinha! rsrsrsrs...ai, tadinho, tava acostumado com a liberdade, né? Mamãe vai cuidar bem de você tá? Vou fazer bastante carinho pra vc ficar calminho aí dentro...
         Eu gemia de tesão e por causa do aperto na gaiola. Cris segurava meu pinto engaiolado com as duas mãos, acariciando generosamente do meu ânus até as virilhas também, tudo muito lambuzado com lubrificante em gel.
         - Olhaaaa, muito beeeem...rsrsrs, você parece estar bem, usando essa gaiolinha. Acho que não vai acontecer, mas se repuxar algum pentelhinho seu, eu te solto pra te depilar, tá? De qualquer forma, no dia que eu te soltar eu já depilo com cera pra garantir.



         - Não, Cris, vai doer!
         - Ah, mas você aguenta, né? Fica muito mais bonitinho e delicado com tudo lisinho, combina mais com seu jeitinho meigo de amar.
         De novo a menção ao meu jeito meigo e delicado. Aquilo me humilhava, chegava a me deixar com raiva, pois ainda restava a maior parte do meu orgulho machista. Mas ao mesmo tempo, eu estava adorando ser classificado como "menos-que-homem" pra ela. Eu não estava acreditando em meus próprios sentimentos. Eu não podia acreditar que estava gostando tanto daquilo. Eu não sabia que tinha essas fantasias, apesar de saber que tinha uma queda para ser cuckold, descoberta que fiz muito recentemente. Depois que eu vim saber, depois de vários meses, que tudo isso está muito relacionado. Femdom, castidade masculina, cuckold e feminização forçada são práticas que não raramente andam de mão dadas.



     Passo a passo, a domme vai levando seu submisso a mergulhar cada vez mais fundo em seu mundo de dominação, e era exatamente isso que Cris estava fazendo comigo. Mas a essa altura em que eu estava, nem podia imaginar pra quão fundo ela queria me levar.
         - Bem, agora que você já está trancadinho, vou te desamarrar da cama, quero que você me pegue de jeito com a sua língua e me faça gozar muito! E tem que lamber bem gostoso, viu? Não daquele jeito que você fazia antes, só pra me molhar pra enfiar logo seu piruzinho em mim e gozar em menos de 2o segundos. Como você sabe que não tem esperança de meter em mim hoje, pode me lamber com vontade, e sem pressa. Quero gozar bastante na sua boca.
         Aquelas palavras me alucinaram. Ela estava dizendo que ia me ensinar a fazer sexo oral nela, que antes o que eu fazia só servia pra lubrificar, não dava prazer nenhum pra ela. As amarras foram soltas e ela deitou na cama de bruços. Eu não esperei nem um segundo. Mergulhei de boca no reguinho delicioso dela, sentindo o calor e a maciez das nádegas carnudas contra as minhas bochechas e, ao mesmo tempo em que minha lingua sentia o sabor maravilhoso dos fluidos da bucetinha dela, meu nariz estava prensado contra o cuzinho dela, me fazendo sentir seu cheirinho delicioso.




Ela gemia de prazer, rebolando e esfregando o sexo dela na minha cara, e depois de uns instantes sendo vorazmente lambida, ela disse:
         - Aiii, isso, continua...aaaahhhh, vou gozar! AAAAAAAAAhhhhhh
         Eu não podia acreditar. Ela gozou muito rápido, minha boca ficou encharcada com os fluidos dela. Meu pau, apertado dentro do cinto. Aí, eu implorei:
         - Ai, Cris, eu to muito excitado. Me solta que eu quero te comer gostoso, vai...
         - Não...uuufff... - cansadinha - eu já gozei, não preciso mais do seu grelinho por hoje. Na verdade, nem sei se vou precisar mais dele, mas hoje com certeza, você dorme trancado, do jeito que você está. Talvez se você tivesse um piru de HOMEM, bem grande, eu até te soltaria hoje, mas com esse "piu-piuzinho", não acho que vai me acrescentar muito.
         De novo, ela reforçava que sentia falta de um pau de verdade. Aquilo estava começando a me preocupar. Será que ela seria capaz de querer matar a saudade de um pauzão, do tipo em que ela estava acostumada com seus antigos namorados? Será que ela seria capaz de pôr em prática a fantasia cuckold também? Eu não conseguia acreditar nisso, mas sempre que ela dizia essas coisas, ela enfatizava o HOMEM, pra me humilhar, e deixar claro que ela sentia falta de ser bem arrombada por uma pica grossa e veiúda.
         - Mas eu... você está me proibindo de...
         - Sim, bebê. Olha, confia em mim, eu sei o que eu estou fazendo, e não adianta disfarçar, eu sei que isso te excita. Então nada de ficar reclamando, eu sou sua dona agora, e sou eu que decido se vou te soltar ou não, estamos entendidos?
         - ...estamos, querida. Ta bom, eu aceito.
         Eu não podia dizer outra coisa. Ela estava tão segura do que estava falando, tão sensual em sua autoridade, era irresistível seu poder sexual sobre mim. Diante da vontade dela, só me restou me curvar e me submeter.
         - Agora deita aí que eu quero fazer seu peito de travesseiro, e quero seus dedos me fazendo um carinho gostoso no cabelo até eu dormir.
         - Claro, amor, vem cá.
         Nos deitamos e eu comecei as carícias. Ela começou a acariciar bem de leve o meu saco, circundando com os dedos o tubinho da gaiola, enquanto olhava pro meu piruzinho trancado com um sorriso sarcástico e um ar de conquista no semblante. Eu quase podia ouvir seus pensamentos: "consegui prender esse piupiu, agora o Beto é todo meu." Em menos de um minuto, ela já estava ressonando no meu peito, e eu totalmente excitado sentindo o calor e a maciez de seu corpo colado no meu. Custei a dormir, estava extremamente excitado. De madrugada, umas 04:30 da manhã mais ou menos, acordei com uma ardência incômoda na parte de trás do saco. Nada desesperador, mais o suficiente pra me acordar. Percebi que estava com a ereção noturna a mil, e com uma vontade forte de mijar. Fui ao banheiro e, depois de uns três minutos, o piru foi amolecendo de novo e a ardência foi aliviando. Essa seria minha rotina a partir de agora. Acordar pelo menos uma vez durante a noite pra ir ao banheiro. Mas todo o resto compensava em muito esse pequeno inconveniente.
         De manhã, numa segunda, acordei com um perfume delicioso no ar. Logo reconheci, era o Carolina Herrera 212 sexy, que ela usava sempre que saíamos juntos à noite, mas era estranho sentir aquele perfume de manhã. Fui abrindo os olhos aos poucos, imaginando que ela estaria vestindo seu uniforme de sub-gerente de uma das lojas da rede Americanas, onde trabalhava. Pra minha surpresa, ela tinha acabado de se perfumar, vestida em uma lingerie lindíssima, que eu não tinha visto ainda. Devia ter comprado a pouco tempo. Aquela visão da Cris de pé, de costas pra mim, vestindo um corselete azul petróleo, cinta-liga e meias 7/8 pretas superfinas com babados delicados em volta das coxas grossas e lisinhas, uma calcinha fio dental quase invisível, deixando bem à mostra suas nádegas deliciosas e fartas...puta que pariu, fiquei muito excitado! Na hora lembrei que estava preso no cinto, pois o aperto na gaiola foi imediato.



         - Cris, o que você está fazendo...
         - Ssshhhh! Calma, pode voltar a dormir, não queria te acordar, você pega bem mais tarde que eu no seu trabalho.
         Ela se virou novamente para o espelho, com uma nítida empolgação, arrumando a sombra em suas pálpebras, empinando a bunda carnuda pra cima bem na minha direção. Fiquei louco, até fiquei quieto por alguns instantes, mas depois não aguentei e perguntei de novo:
         - Cris, por que você está se vestindo assim, tão linda?
         - Eu fico pronta em um minuto, só estou me arrumando pro trabalho.
         Depois de retocar a maquiagem, ela vestiu uma calça preta daquelas que imitam couro, que vão só até o meio da canela. Ela ficou extremamente gostosa com a calça nova, cujo tecido macio e brilhoso marcava cada centímetro de suas curvas femininas e irresistíveis. Então subiu em sandálias pretas daquelas que tem várias  tiras que se cruzam e prendem acima do tornozelo. Finalmente, vestiu uma blusa de seda azul marinho, de botões grandes, bem formal. Olhando pra si mesma no espelho, ela desabotoou o botão mais alto e abriu um pouquinho a blusa em cima, deixando à mostra o babadinho do corselete, decotado e uma deliciosa parte dos seus seios.
         - E então, o que achou? - Perguntou ela, se virando pra mim, com um sorriso animado.




         - Linda, espetacular, mas... pra quê?
         - Ué, bobinho, não lembra que eu te falei a umas semanas atrás que o gerente geral da rede vai fazer uma visita na nossa loja hoje? Então, eu imaginei que poderia usar tudo o que eu tenho para causar uma boa... impressão, entende?
         - Mas por que a lingerie? E as meias, e essa calcinha cavadinha com a cinta-liga?
         - Ah...rsrsrsr seu bebezinho inocente, isso tudo me faz sentir mais feminina. Facilita muito fazer um charme, ou flertar caso eu precise. Você devia experimentar qualquer hora dessas. - Ela riu.
         - Charme? Flertar? Como assim?
         - Sssshhh, descança, volta a dormir, bjs. Bom trabalho pra você. - Disse ela, deixando o quarto, ao som dos saltos marcando o assoalho.
         Eu fiquei ali, deitado na cama, meu piru duro dentro da gaiola, lembrando da visão daqueles cabelos negros balançando e daquela bunda farta quase estourando a calça de couro, num rebolado hipnotizante deixando o nosso quarto. "Flertar", aquela palavra ficou martelando na minha cabeça. Comecei a imaginar que ela de fato estava usando minhas fantasias sobre cuckolding. Só não sabia se ela estava fazendo aquilo só pra me provocar, ou se de fato estava resolvida a matar a saudade de ser possuída por um macho alfa. O ciúme começou a crescer no coração, apesar do meu pinto me dizer que aquilo me levava a um nível de tesão que eu nunca tinha atingido. Ficava imaginando a visão privilegiada de outro homem, podendo ver e tocar minha mulher, enquanto ela sabia que eu consentia com aquilo, que eu permitia...nossa, que loucura!



Continua...
     

19 de março de 2014

"O Tal Orgasmo Arruinado"

É cambada, não adianta, se tem um negócio que me excita é ser humilhado pela minha keyholder recebendo como "prêmio" um orgasmo arruinado depois de dias preso no cinto, e depois ser trancado de novo. Por isso, resolvi fazer uma homenagem a essa prática, colocando alguns gifs que achei na internet, com legendas by Squal. Espero que gostem:


Primeiro, um precum bem caprichado....



...depois, eu deixo você aliviar seu saco, mas sem gozar.



Rsrsrsrsrs... que ridículo esse seu piruzinho gozando sem que esteja ao menos punhetando ele...



Hahahahaha.... sem chance de "terminar o serviço", bem frustado mesmo, do jeito que eu gosto!


Ééééé... pelo cuzinho assim você pode gozar à vontade. Pelo piruzinho... de jeito nenhum!


Gozar em castidade...só assim que eu deixo, viu? hahahahahaha


Pronto, agora, você tem o que beber depois de 20 dias trancado...


Aaaahhhhhh, gozou? Pelo menos foi sem prazer...rsrsrsrs


Sem as mãos, olha....viu?


Agora eu paro com a punheta...
...e você goza sem nenhum orgasmo, na minha perna...
...isso, agora de volta pra gaiolinha, heim.


Nossa, mas já vai gozar assim, sem eu nem te soltar? Agora nem preciso mais te tirar a gaiolinha então!


rsrsrsrsrs, você goza bastante pra quem não está sendo masturbado...


(hipnotizando) Você vai me pedir pra te trancar no cinto de castidade no três. Um... dois....três!


hahahahahahahaha, que divertido fazer essa maldade com você!



Só assim você pode gozar, com a pontinha da minha lingua te tocando beeeem de leve!


Viu, não falei que ia te deixar gozar, mesmo tirando a mão antes?


Olha só seu piru, girando de frustração!....rsrsrsrsrs