23 de janeiro de 2015

Como Revelar à sua Amada? - Nova Seção do Blog

Fala Galera!

É isso mesmo! Resolvi melhorar a postagem sobre a "Carta Para Minha Amada" (troquei "sua" por "minha" para facilitar o entendimento da mulher, que é a destinatária), criando uma nova seção (aba no cabeçalho do blog) para disponibilizar a explicação e o download do arquivo direto do blog.

Com isso, vocês não dependem mais de mim, para eu mandar por email. Fica aí o link para o
download sempre que vocês quiserem, e como tudo neste blog, de graça.

Acesse a nova Seção logo aí em cima no meio das abas, ou então clique aqui  

Se não for pedir muito em troca, faz um comentário aí em baixo e clica em g+1, para ajudar na divulgação do blog. Obrigado!


 

18 de janeiro de 2015

O TCC de Laura - 1º Dia - "Conseguindo uma Cobaia"

A mais nova saga aqui do blog como havia prometido a alguns dos que entraram em contato comigo. Segui a dica do meu amigo ADM Castidade sobre o tema. Se for do agrado dos leitores, comentem no final se vale a pena continuar. Squal!



1º Dia - Conseguindo uma Cobaia


            Deixe-me lhe contar uma história ...

      Uma história que conta sobre quando tudo o que se sabe sobre sexo muda radicalmente. Ela começou propondo um experimento inofensivo, mas as consequências foram além do que eu tinha imaginado. Tudo parecia tão inocente, com um objetivo tão puro, mas, no fim, tornou-se muito mais do que isso.

          De volta à faculdade, eu tinha conhecido uma menina especial, uma garota chamada Laura. Ela era extremamente bonita, mas um pouco incomum na forma de se vestir e se portar. Ela gostava de usar saias curtas, botas ou sandálias altas, calças justas, corsets, tops, muito lápis de olho, etc. E considerava-se a pessoa mais "alternativa" em qualquer grupo de pessoas em que estivesse enturmada. No entanto, todos a toleravam porque ela era, de fato, extremamente bonita. Ela podia sair com quem ela quisesse. E foi esse poder que ela usou para chegar até a mim.




Um dia, do nada, ela me pediu para encontrá-la sozinha em um restaurante de uma pousada perto do campus. Intrigado com a clandestinidade do seu pedido, eu a encontrei feliz depois que minhas aulas da manhã foram concluídas. Ela chegou, como de costume, em uma pequena saia plissada e curta com meias-calças pretas e botas de cano alto.

Sem que absolutamente ninguém soubesse, eu tinha uma enorme fetiche por meias/espartilhos/botas/meias-calças. Por isso, era um pouco perturbador estar sozinho com ela. Eu já havia tentado a dizer a ela sobre esse meu fetiche várias vezes, mas sempre fiquei próximo da verdade, muito envergonhado e não disposto a me colocar em risco. Enfim, vamos seguir em frente com a história.

"Então, eu tenho grande, grande favor para te pedir," ela perguntou.

"Ah, é? O que é?" Eu perguntei, tomando meu refrigerante e puxando alguns livros da minha mochila.

"Bem, eu preciso de ajuda com um projeto especial que eu estou fazendo para minha aula de psicologia. Eu meio que preciso de uma ‘vítima’ voluntária para o meu estudo sexual mais recente", disse ela, brincando com o canudo em sua bebida.

Um estudo sexual? Hmm, com ela? Claro! Eu poderia sim ...

"Bom, tudo bem, pra que tipo de teste eu estaria me voluntariando?”

Laura franziu o rosto da maneira mais linda que uma menina poderia um dia fazer, e começou a explicar sua experiência para mim. Parecia uma coisa completamente louca.

"Basicamente, você estaria me dando controle total do seu sexo, durante um mês inteiro. Aí, você precisaria manter um diário da experiência, enquanto eu ofereço a observação objetiva da experiência. Minha teoria é que, quanto mais a capacidade de um homem obter alívio da tensão sexual é suprimida, mais disposto ele fica para fazer atividades não relacionadas com a sexualidade. Além disso, eu acho que nunca houve um experimento como este antes, então você seria o primeiro a participar de algo nesse sentido, e eu poderia ser a primeira graduada a publicar algo inédito nessa área!"

Eu refleti alguns segundos sobre a proposta de Laura. Envergonhado. Meio chocado, devo admitir. Muito diferente e, ao mesmo tempo, algo que mexeu comigo. Basicamente, eu concordaria em não me masturbar por um mês? Humm, eu até poderia "concordar" com isso, especialmente se isso significava ficar mais tempo sozinho com Laura.

"Tudo bem, vamos supor que eu concordasse em ser seu voluntário para este pequeno estudo", eu disse, observando-a de perto. "E então, como faríamos?"

"Bem, precisamos cuidar de algumas pequenas coisas administrativas, claro. Você precisaria assinar um documento concordando com o meu estudo, uma renúncia que também diz que você está oferecendo-se para usar um cinto de castidade durante o estudo..."

Eu quase cuspi na minha água. Um o quê?

"Desculpe-me? Você quis dizer um... cinto de castidade?"

"Claro! Você acha que eu sou alguma idiota? Qualquer cara pode dizer que ele não está se masturbando, e na verdade trapacear. Como vou ter certeza de que cumpriu com a palavra e não se tocou escondido em casa, sozinho? Tenho que ter uma garantia, né! Eu pesquisei sobre isso on-line e descobri que existem diversos aparelhinhos de castidade masculina e são modernos, discretos, seguros e confortáveis, não devem machucar. Quer dizer, ele pode ser desconfortável se você ficar excitado, mas não vai ser doloroso. Você só vai precisar se acostumar com ele".

Isto foi como estar dentro de um furacão dentro do meu peito. Laura não sabia, mas eu era fissurado por bondage, dominação feminina e algumas outras coisas masoquistas, mas usar um dispositivo de castidade? Durante um mês? A ideia soou um pouco assustadora.

"Eu vou ter a chave do seu cinto de castidade todo o tempo. Na verdade, eu ainda vou colocá-la em meu colar, como um pingente, para que você possa se sentir melhor, sabendo que eu vou poder te soltar em caso de uma emergência."

"Eu só... eu não sei. Isso tudo é um pouco demais pra mim", disse eu, sem saber o que responder.

"Bem, se você aceitar me ajudar com meu estudo, eu tenho certeza que eu poderia falar com meu professor para ele te dar algum crédito honorário pela participação. Seria certamente útil para melhorar suas notas, não é?"

Ela estava certa. Embora ela não soubesse disso, eu estava perigosamente perto do limite de perder minha bolsa de estudos. Eu estava pairando com minha média em torno de 3,75. E se eu caísse mais alguns centésimos, eu não seria capaz de pagar a faculdade. Uma pequena pontuação adicional seria extremamente útil.

Os grandes e lindos olhos de Laura me encaravam pidonhos. Isso também a ajudou muito  a me convencer. Eu seria capaz de lamber as botas dela na frente de todo o restaurante se ela me pedisse. O que era só um mês? 30 dias terminariam antes que eu percebesse.

"Ok, você conseguiu sua vítima", eu disse. "Ai, no que eu fui me meter?"

           "Ah, não se preocupe, vai ser divertido! Mais ou menos," disse Laura, rindo.

          Depois de uma hora de tentativa e erro, eu finalmente consegui “vestir” o cinto de castidade que Laura me deu. O anel de base não era muito apertado ao ponto de cortar a circulação de sangue para as minhas bolas, mas firme o suficiente para que eu não pudesse escapar por nada. O pino manteve a gaiola fixa a uma distância próxima o suficiente para manter a circulação fluindo, mas firme o suficiente para que eu não tinha qualquer esperança de puxar o pênis para fora. Parecia ser bastante eficaz mesmo.



E, é claro, de imediato, meu pau tentou ficar duro, mas foi imediatamente bloqueado pela minúscula gaiola de inox em que ele se encontrava enclausurado. Pulsando com cada batimento cardíaco, a pressão sobre o meu pau para que ele ficasse duro só me fez ficar ainda mais excitado. Será que nos próximos 30 dias realmente seria assim? Eu já tinha clicado o cadeado, o trancando e Laura tinha todas as chaves.

"Ei, colega! Eu quero ver como ficou, heim!" Laura gritou do outro lado da porta do banheiro. Era assim que ela me chamava. Colega.

Nós estávamos em seu quarto, na pousada, que na verdade tinha um banheiro em anexo. Eu sabia que ela tinha que ver para ter certeza de que eu tinha me trancado, e não estava fingindo ter cumprido minha parte na pesquisa, mas estava morrendo de vergonha e na verdade, não queria deixá-la me ver com aquilo.

"Você tem certeza? Eu..ui... talvez isso não seja uma boa ideia", eu disse, me ajoelhando no chão do banheiro, quase incapaz de me levantar com a intensa pressão sobre o meu pau, mantido dentro de 8 centímetros de espaço, ao invés dos 18 cm que ele precisava para ficar ereto. Eu não poderia deixar de gemer um pouco com o desconforto.

         "Ah, qual é, tudo isto faz parte da experiência. Eu tenho que ver como ficou, e o termo que você assinou diz que você tem que me deixar ver", disse Laura.

Comigo ainda ajoelhado no chão, Laura entrou, vestindo outra roupa. vestidinho curto e colado, meia-calça branca, expondo suas pernas carnudas e lisinhas.


"Oouuummm, tadinho!" Ela disse, se abaixando e afagando meu rosto. "Parece mesmo que essa tal de castidade vai ser bem desconfortável pra você! Então, acho melhor você se acostumar logo com ela."



"Por favor, Laura, eu não sei se eu posso fazer isso. Parecia bom no papel, mas é mais intenso do que eu pensei que seria," eu admiti, meu pau contraindo a cada respiração minha.

"Cobaia desiste instantaneamente do acordo", disse Laura para si mesma, olhando pra cima com ar de reprovação, enquanto se erguia. "É assim que eu vou ter que começar o meu artigo científico... aafff"

Embora tivessem sido apenas alguns minutos, fiquei surpreso com o quão incrivelmente excitado eu tinha ficado, especialmente sabendo que Laura era a única que poderia me permitir ter um orgasmo. Sem sequer pensar nisso, eu estava beijando suas botas.

"Por favor", eu disse entre os beijos, "tenha misericórdia de mim."

Laura simplesmente caiu na risada. "Eu acho que você esqueceu de beijar nessa parte!" ela disse, empurrando sua bota firmemente debaixo do meu queixo. Laura pegou uma prancheta e um lápis e começou a escrever dizendo: "Verdadeira natureza da cobaia parece estar enfim revelada: extremamente submisso e começou a beijar minhas botas para implorar pela liberação". Laura ia dizendo para si mesma e anotando. Ela continuou:            

"Infelizmente, eu não vou liberar a cobaia de sua castidade por trinta dias. Ele pode beijar e lamber minhas botas para satisfazer o coração dele, mas eu suponho que isso só vai tornar esse dispositivo de castidade ainda mais desconfortável, embora pareça satisfazer alguma compulsão imediata."

Ela estava certa, eu não poderia ajudar a mim mesmo. Sua meia-calça, suas botas, a saia curta, a gaiola castidade... era muita coisa ao mesmo tempo, e eu me encontrei obedecendo a algum instinto mais básico. Acho que foi o instinto de ser submisso.

Eu cheirei o couro de suas botas e as adorei como se fossem uma divindade, desejando além da esperança que ela fosse sensibilizada e me destrancasse para fazer um sexo selvagem e pervertido comigo. Em vez disso, ela simplesmente me observou enquanto o culto às botas dela passou de poucos minutos para dezenas de minutos, e para uma hora inteira. Em um determinado momento, ela tinha agarrado seu caderno e começou a escrever notas enquanto eu seguia suas botas como um cachorrinho perdido pelo quarto.

"Você pode beijar as minhas botas o quanto você quiser, mas eu não vou deixar você sair dessa gaiola castidade", ela dizia rindo cruelmente. "Isso é fascinante. Ontem mesmo, eu nunca poderia imaginar que você estaria fazendo isso que está fazendo agora. Mas você tira a liberdade de um homem para que tenha um orgasmo e quem sabe o que ele vai acabar fazendo? Humm, eu me pergunto, custaria muito a você, se tirasse as minhas botas e desse aos meus pés uma boa massagem?"

Sem hesitar, eu abri as lindas botas até a altura do joelho e cuidadosamente coloquei no chão, segurando seus pequenos pés em minhas mãos. Eu ainda estava nu, exceto pelo dispositivo de castidade no meu pau. Eu trabalhava lentamente minhas mãos através de seus dedos dos pés e as pontas dos pés, ouvindo-a gemer de prazer.


"Aaahh... isso... bem assim mesmo...assim...", ela suspirava, continuando a escrever em seu caderno.



Seus pés estavam a poucos centímetros do meu rosto, e eu não pude deixar de sentir o cheiro almiscarado do suor e da meia-calça, fazendo meu pau se contorcer dentro da minha gaiola, desconfortável. Na verdade, eu estava bem inquieto, e Laura finalmente percebeu.

"Putz, eu te pedi pra tirar minhas botas e agora você não consegue ficar sossegado? Você tem uma coisa por pés ou algo assim?" disse ela, de repente, tirando o pé da minha mão e empurrando os dedos contra o meu nariz.

Eu me sentei e fiquei totalmente parado, inalando o perfume do pezinho dela, mesmo suportando a pressão intensa da gaiola, meus fluidos escorrendo pelo buraquinho frontal da gaiola, direto para o chão.

"Oh meu Deus! Há quanto tempo você tem esse fetiche?", ela perguntou.

"Há muito tempo," eu disse, incapaz de mentir para ela.

"Por que você nunca disse nada para mim? Eu poderia estar me servindo assim de você desde o primeiro ano!"

"Eu não sei, eu achei que você não curtia isso."

 "Ai, e por que você acha que eu uso botas e meia-calça o tempo todo? É porque isso é ótimo! Infelizmente, isso significa que os seus 30 dias vão ser pura tortura pra você. Eu não sabia que você tinha esses outros fetiches borbulhando, eu achava que você era apenas um cara normal e que essa coisa de castidade não seria uma grande ideia pra você. Mas agora eu te conheço melhor!"

“Está vendo? Você não poderia encontrar mais alguém pra fazer seu trabalho de pesquisa? Já faz pouco mais de uma hora e eu não sei se eu posso lidar com isso por um dia sequer, muito menos de trinta."

"Sinto muito, você assinou o papel. Seu pênis é meu por 30 dias, e eu já estou conseguindo valiosos dados para a pesquisa. Quero dizer, olhe como você está aberto e honesto comigo depois de apenas uma hora da castidade. Isso vai além da sexualidade, isso toca na identidade pessoal. Eu poderia escrever um livro sobre isso!"

Ela chutou bem devagarinho minha gaiola, causando um espasmo de intensa pressão, mas nenhum prazer. Então, ela me empurrou pra trás com os pés, me fazendo deitar, e os descansou no meu rosto, permitindo-me cheirá-los e lambê-los envolvidos pela meia-calça, enquanto ela continuava a escrever em seu caderno.

"Agora, fica quietinho enquanto eu trabalho, viu? Preciso relaxar e me concentrar enquanto você faz a sua parte do trato", disse ela, apoiando o calcanhar na minha boca aberta, enquanto o outro pé descansava em cima do meu nariz. Tudo o que eu podia sentir era o cheiro ou sabor dos seus pezinhos na meia-calça, o que naturalmente causou constantes tentativas de ereção que eram imediatamente contidas desconfortavelmente pela minúscula gaiola de inox que mantinha o meu pau prisioneiro dela.

"Eu acho que você realmente precisa pensar sobre como você vai lidar com essa gaiolinha de castidade dia e noite nos próximos trinta dias, especialmente comigo por perto constantemente te provocando com as minha meias e botas. Eu não planeja mesmo fazer isto de um jeito fácil para você. Na verdade, eu acho que seria divertido ver você beijar as minhas botas no meio do pátio da faculdade, você não concorda? Ei, você não tem mais liberdade de escolha, não com esse pinto trancado assim. Tenho a sensação de que você faria qualquer coisa que eu mandasse, especialmente se houvesse uma chance de eu deixar você sentir o cheiro dos meus pés de meia-calça, depois de você obedecer".

Ela estava certa, eu estava descendo para um nível de submissão que eu nunca tinha explorado antes, um nível de obediência total e completa para além de qualquer razão. Durante todo o tempo, eu podia sentir a gaiola constantemente mantendo minha masculinidade sob controle, me limitando de ficar ereto, e me impedindo de obter qualquer prazer mais intenso.

"Vamos começar com estes 30 dias iniciais para que eu possa conseguir o que preciso para a minha pesquisa, mas quem sabe não podemos ir além disso depois que o trabalho estiver concluído?" Laura disse em sua voz bonitinha, permitindo-me saborear e cheirar os seus pés enquanto ela continuava a trabalhar.


"E só pra você saber, você vai ser meu pequeno “assoalho” daqui para frente. Isso me proporciona literalmente ter um homem aos meus pés. Então, com certeza você ainda vai se divertir muito nesse tubo de castidade!"




Aquele mês estava para se tornar longo. Muito longo...


Capítulo 2, clique
 aqui: Link

11 de janeiro de 2015

"A Saga de Beto - PARTE FINAL"

Enfim, chegamos à última parte dessa Saga que conquistou tantos fãs pelo Brasil e pelo mundo. Espero que o desfecho esteja à altura do que representou para cada um de vocês leitores e leitoras do CMC. E que inspire muitas keyholders e hotwives a fazer com seus castos tudo o que Cris fez com Beto. Vamos lá...


(Talvez demore bastante pra carregar a página pois tem muitos gifs)



Parte Final - Casto, Feminizado, Sodomizado e Cuckold


           A expectativa de Beto não era das melhores. Vários homens "invadindo" a sala onde ele, até então, era o centro das atenções... Beto já estava começando a sentir ciúmes. Mas ficou observando, de onde estava, ainda sem seu tão almejado orgasmo pleno. As mulheres se empolgaram ainda mais ao saber que Andressa, a dona do Spa, tinha liberado todos os seus empregados por uma hora, de graça, para as alunas. Uma delas, Patrícia, interrompeu o frenesi gritando:

         - Meninas! Olha o que eu achei ali no baú da Andressa. Um dildo sem cinta. Ele é de enfiar na buceta. Que delícia, pelo que eu to sentindo isso vai me fazer gozar muito na hora de meter no cuzinho do meu empregadinho do spa.
         - E vai mesmo, Patrícia - respondeu Andressa. - Esse aí é o Feeldoe, um ótimo brinquedo pra brincar de inversão com nossos submissos.





           Bem ao lado de Beto, Amanda já se exibia ostentando um mastro colossal em sua cinta. Estava claramente bem alta por causa do vinho, e aparentemente muito excitada com tudo o que estava experimentando.


       "O meu vai ser do tamanho do prazer dele...hic... hahahahaha"



            Não demorou muito e os empregados de Andressa começaram a entrar no salão, para o delírio das alunas. Beto observava atentamente as reações de Cris. Estava com muito ciúme em imaginá-la com Charles, mas esse pensamento fazia seu pintinho endurecer como rocha dentro de seu holytrainer. Ele queria vê-la com outro homem, mas ao mesmo tempo sentia-se de lado. Estava ainda dividido agora que o negócio parecia que ia ser pra valer.

            Os homens foram entrando, todos portando seus cintos de castidade dos mais variados modelos. Todos menos um. Beto viu que um deles estava entrando sem cinto de castidade, com um pau enorme e rígido. Quando ele começou a desconfiar que aquele único escravo sem grilhões era quem ele estava pensando ser, Andressa tomou a palavra:

             - Bem, meninas, todos esses homens maravilhosos, depilados e perfumados são todos de vocês por uma hora. Escolham, troquem, abusem e gozem à vontade. Se vocês perceberam todos eles estão com seus respectivos pintos devidamente trancados em cintos de castidade que só eu possuo a chave. Então, de fato, eu sou mais do que patroa, eu sou a dona deles. Uma observação importante a se feita, é que vocês não vão poder usufruir do pinto deles, pelo menos por agora. Poderão aproveitar as extremas habilidades orais que todos eles têm, e mandá-los fazerem vocês gozarem da forma como vocês mais gostarem. Aproveitem também para praticarem mais um pouco do assunto da nossa aula de hoje, inversão. Comam bem gostoso o cuzinho deles, todos eles adoram. A única exceção que eu faço agora é aquela que merece todo o meu reconhecimento. De aluna a professora em tempo recorde, ela provou todo o seu talento como dominadora e keyholder, e dedicação inquestionável ao nosso spa. Cris! Por favor, receba nossos aplausos!

             Todas as mulheres urravam e aplaudiam ovacionando a nova e talentosa professora Cris. Andressa esperou os aplausos e a balbúrdia acabarem para continuar seu discurso:

              - E como reconhecimento pelo seu grande trabalho, apesar de mal ter começado a trabalhar conosco, eu trouxe aqui apenas um empregado sem o cinto. Nosso menino mais tímido, porém o mais dotado de pica. Cris, você poderá usufruir dele por completo, e em troca eu quero a "Paulinha" pra mim, ok?
              - Ai, claro, Andressa, eu troco com prazer!
              - Tá certo, então, tome, o Charles é todo seu!

             O coração de Beto saiu pela boca ao ouvir o nome do único empregado de pau solto, presenteado à sua esposa pela dona do spa. Era ele mesmo, Charles. Mais jovem, mais forte e muito, muito mais dotado que ele, não havia como competir com ele em relação a aparência e masculinidade. Beto estava de pinto preso, maquiado (já todo borrado, a essa altura) e se sentiu humilhado diante de um modelo de homem que estava prestes a mostrar mais uma vez o que era dar prazer a uma mulher. E não uma mulher qualquer. A SUA mulher. A esposa, companheira, que jurou fidelidade no altar. Era uma emoção tão ambígua, uma mistura tão severa de tesão com ciúme que não dava pra descrever com palavras. 

                Logo, as reflexões de Beto foram interrompidas pelos gemidos masculinos e risadas e deboches femininos que recheavam o ambiente. Num canto da sala, duas alunas resolveram partilhar de um único escravo. 

"Isso amiga, fode ele gostoso pra ele me chupar melhor!"

             Olhando ao redor, Beto percebeu que todas gostaram mesmo de aprender a fazer inversão, pois a maioria não parava de meter seus consolos de cintura nos rabos dos pobres rapazes que jaziam indefesos de quatro sobre os sofás, camas, cadeiras e móveis do salão:




           Uma visão até que um pouco compensadora, foi ter contemplado uma cena que ele não imaginava que fosse ocorrer: Cris enrabando Charles e o punhetando sobre uma mesa. Na hora que viu, já sentiu ciúmes de ver a mão delicada de sua esposa tocando o pau de outro homem. Mas se conformou, pois pelo menos ela era quem estava metendo nele e não o contrário. Mas algo o dizia que aquilo em breve podia mudar. 


"Ai, Charles, eu tava com saudade de comer esse seu cuzinho delicioso...olha, é melhor você não gozar ainda, viu? Se não já sabe..."


           Pra evitar a angústia de ter que ficar pensando nisso, Beto continuou olhando ao redor, para ver o que faziam as outras alunas. Uma delas delirava de prazer ao enrabar um dos empregados castos. Era Marina, que deitou o escravinho de bruços em uma das camas e meteu nele com tanta vontade que o fez literalmente morder a colcha.



          Michele preferiu pendurar as pernas de seu massageador em um gancho no teto, algemar suas mãos em uma barra de ferro acima de sua cabeça, e enrabá-lo completamente vulnerável.




          Logo, Beto teve seus pensamentos interrompidos mais uma vez com uma voz maravilhosamente hipnótica e feminina, bem sussurrada ao seu ouvido:

          - E então..."Paulinha"... vai querer mostrar serviço pra sua nova patroa?
          - Sim, senhora.
          - Huuum... que bom que aceitou ser meu empregado. Você é meu primeiro empregado casado, sabia? Uma das cláusulas do contrato que assinei com sua esposa é que seu cinto de castidade vai ter dois cadeados. A chave de um deles vai ficar com sua esposa e dona. A outra, fica aqui na minha tornozeleira, junto com as chaves de todos os meus empregados castos. Assim, nem eu nem ela vamos poder usar você de forma unilateral. Nós duas vamos estar sempre juntas quando você for permitido ser solto para nos satisfazer ou satisfazer alguma aluna que esteja querendo humilhar esse seu pintinho insignificante e inútil. Gostou de saber que agora vocês trabalham pra mim?

            Beto hesitou. Ele teve uma súbita lembrança dos amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho. O que diriam quando descobrissem que agora ele não trabalharia mais no escritório pois tinha se tornado um garoto de programa de um spa sensual? Como ficaria sua carreira? O quanto receberia para trabalhar ali? O salário ia ser menor que o do emprego convencional? E isso tudo passou pela cabeça dele por poucos segundos, até que a patroa Andressa virou-se para uma bancada e trocou seu consolo de cintura por um muito comprido e cor da pele. Beto ficou assustado.

            - Senhora... patroa Andressa.. eu não sei... não sei se vou aguentar...
             - Cala a boca escravo, você está sendo pago pra isso. Eu to te preparando pra ser um empregado perfeito pro meu spa. Eu tenho que deixar esse seu cuzinho bem frouxinho para poder satisfazer a tara de qualquer aluna. Então fica quieto e deixa eu preparar essa sua "bucetinha" gulosa! Empina bem essa sua bundinha gostosa e relaxa bem, que pode doer um pouco. 
             - Sim... sim senhora.
             - Esse consolo aqui serve para aumentar a profundidade da penetração. Vou aumentar a elasticidade do seu reto pra aguentar as estocadas profundas das alunas que quiserem te meter beeeem fundo. 

             Beto tremia de pavor. Andressa lubrificou bastante com gel o seu consolo e a entradinha já vermelha de Beto, de tanto ser penetrado pelas alunas. 





                Logo, apontou a cabeçorra do consolo e começou a forçar. Beto começou a gemer forte enquanto Andressa se esforçava pra fazer caber um roliço daquele no cuzinho de Beto. Logo que mais ou menos uns 30 cm dele conseguiram afundar cu adentro, ela começou um vai-e-vem moderado, começando a transformar a dor inicial de Beto em coceirinha de prazer.

             - Ooohhh, ssssssss... aaaahhhh...
             - Está gostando putinha? Heim?
             - Sim senhora, patroa aaaa..Andressa... ooohhh.
             - Eu sabia que você era uma putinha safada e gulosa. Vai tomar muito no cu até ficar bem "acostumada".

             Depois de penetrar e afundar bem o consolo, Andressa ficou uns 5 minutos forçando o ventre de Beto sem tirar o pau de dentro. Beto gemia de dor e prazer, se acostumando a ter seu corpo profundamente penetrado por trás. Depois de massagear dessa forma por trás por tempo suficiente, Andressa finalmente tirou o consolo do rabo de Beto, que suspirou de alívio por ter todo aquela tromba retirada.


"Viram meninas? "Ela" aguentou bem ser penetrada bem fundo na "bucetinha"


            As alunas que não estavam entretidas naquele momento com seus servos, aplaudiram a performance de Beto. Marina opinou:

            - Professora, a profundidade a senhora já treinou "nela". E a espessura, "Paulinha" não tem que saber engolir os mais grossos também não?
            - Claro, linda - respondeu Andressa - Era exatamente isso que estava para fazer agora. 

          Andressa desatarrachou o consolo-tromba e o trocou por um muito mais roliço e todo preto. 

          - Esse aqui eu vou enfiar e vou bombar forte nessa sua "bucetinha" safada e molhada. Vai servir pra você se tornar uma putinha profissional para qualquer tipo de dotado.
          - Sim senhora, patroa Andressa, mas por favor vai devagaaaaa... aaaahhh. uuuuuuii... aaaahhh.. oohhh
          - Isso, geme pra mim. Bem forte. Vai!




                Logo Andressa virou Beto de frente pra ela, e continuou metendo em seu rabo, enquanto podia acariciar o períneo dele, deixando-o ainda com uma sensação de quase-gozo ainda mais forte. Mas o tão desejado gozo não vinha, ficava o tempo todo ameaçando e enlouquecendo sua mente.

              

                E Andressa continuou a meter em Beto por mais uns 15 minutos com aquele mastro rotundo e grande. Beto já nem sentia mais dor, apenas aquela sensação frustrante e infinita de que estava a beira de gozar. Seu pintinho mole e preso na gaiolinha de resina jorrava um viscoso sêmen transparente devido a extensa massagem que recebia na próstata. Andressa tirou o super pinto de borracha de dentro de Beto. Depois, separou bem com as mãos as duas nádegas de Beto, fazendo o anus ficar bem exposto e esticado, exibindo o estrago que toda aquela meteção causou.

                 - Pronto, agora você está "preparada" pra enfrentar o gosto de qualquer cliente minha. Olha como ficou abertinha e rosada.... hahahaha   bem parecida mesmo com uma bucetinha bem arrombada. Agora você é literalmente uma putinha do meu prostíbulo, e eu vou explorar você como sua cafetina perversa e cruel. Usando esse seu cuzinho de puta, você ainda vai me dar muito lucro, ah vai. E muito prazer também, quando eu quiser, claro. A sua dona disse que vai adorar compartilhar essa sua bundinha comigo sempre que eu quiser.

                 Cris! Beto se lembrou de Cris e olhou pra trás na tentativa de ver a que altura estava o encontro dela com Charles. Quando conseguiu achá-la em meio a um monte de homens chupando bucetas e sendo enrabados pelas alunas, ele a viu ainda metendo forte no cu de Charles sobre um dos sofás do grande salão. Charles gemia de prazer e dor ao ser dominado por Cris. Beto estava se sentindo orgulhoso de ver aquela cena, sua esposa poderosa e dominadora não apenas com o marido mas com qualquer homem que parar (de costas) em seu caminho.



                Andressa percebeu que Beto estava contemplando a performance da esposa comendo outro homem e teve outra ideia: levá-lo até lá. Chegando perto, Cris olhou para o marido, ainda penetrando Charles e fez as honras:


 "Oi, querido, esse aqui é o Charles..... falei muito de você pra ele, da outra vez que estivemos juntos...Ele está adorando meu pau no cuzinho dele, igual a você..."


           Beto então pode observar o consolo de sua esposa penetrando fundo no ânus de Charles, e começou a se sentir vingado dele pela própria esposa. O homem que comeu a sua mulher está sendo enrabado por ela. Estranho se considerar que foi ela mesma quem o corneou com Charles. Beto já não conseguia mais compreender direito a bagunça que seus fetiches pervertidos e recém-descobertos estavam fazendo com sua mente.

"...Andressa, e eu vou fazer ele gozar pelo cuzinho, não é Charles?"


              Andressa interrompeu o frenesi de Beto em ver sua mulher tão ativa com aquele que a tirou a inocência matrimonial, vindo por trás de sua cabeça, prendendo uma fita em sua nuca, e na boca de Beto, ela encostou a base de um consolo, e disse:

             - Agora é hora de satisfazer sua patroa, chega de só receber prazer, né? Vamos, abre a boquinha pra abocanhar um pau de verdade. Quero essa sua boca trabalhando muito bem, quero gozar mais, ainda não fiquei satisfeita só com a sua língua.

              Beto ficou surpreso com aquele artefato tão diferente. Andressa segurou o consolo preso pela boca de beto, pela base e veio puxando em direção à entradinha de sua buceta encharcada pelos sucos divinos de mulher.

              - Isso, agora começa a bombar forte, viu? Quero gozar muito!


"Ai... que delícia... isso mete mais forte, "Paulinha"! Você é muito boa mesmo com a boca, pelo menos."



"Ahhh.... vai, mete mais.. isso... acho que eu vou gozar.. não para! Não para!..."



"Aaaaahh... vou gozaaaaarrr.. aaaaaahhhh... isssooo! Vaaai! Oooohh! Aaahhh...."


                E Beto estava maravilhado por ver uma mulher sendo penetrada de tão perto. Era uma visão espetacular. Enquanto ele bombava, com a boca, o pau de borracha naquela bucetinha gostosa, toda depiladinha e molhada, ele podia ver o cuzinho dela piscando de prazer logo acima, enquanto sentia o perfume inebriante daquele reguinho lindo, tão delicado. Ao mesmo tempo ouvir os gemidos de tesão e gozo de sua nova dona o estava deixando em um estado ainda mais elevado de excitação. Usar aquele consolo de boca com o pinto trancado e inútil em uma gaiola era simplesmente enlouquecedor.
                   Continuou servindo para o prazer de sua patroa e, de relance deu uma olhada a que pé estava o encontro de Cris com Charles. Beto viu algo que partiu seu coração, mas ao mesmo tempo o fez bater forte, tanto de um ciúme extremo, quanto de um tesão que no fundo ele não queria sentir. Cris estava se deliciando com o pau de Charles, que agora estava deitado, só recebendo o prazer de ter a língua de Cris encharcando e lambendo seu mastro rígido.


            Por alguma razão, Beto não parou de dar prazer à Andressa, mesmo sentindo o ciúme preencher suas veias. Ele sabia que tinha chegado a um ponto em que não havia mais nada para fazer. Sua mulher o tinha ensinado a se conformar em vê-la com outro homem. Ele sabia que tinha que suprimir aquele ciúme que surgia naturalmente, e pelo menos curtir o tesão que sentia com isso. Continuou a observar sua mulher chupar aquele pau como uma criança saboreando um delicioso pirulito, enquanto se sentia ainda mais motivado a bombear forte o consolo de boca em Andressa. Mas ela o mandou parar e o levou até a beirada da cama onde Cris chupava o pau de Charles. 

             - Quero te enrabar fazendo você olhar de perto a cena onde sua mulher te mostra como está satisfeita em saborear um pau de verdade. - Humilhou Andressa. Ela o fez empinar a bunda debruçando sobre a grade da cama, ficando de cara para sua mulher chupando o pau de Charles, enquanto seu cu mais uma vez foi alvo da tara de Andressa. Assistindo sua mulher chupando outro homem, enquanto outra mulher o enrabava. Incrível sensação de humilhação e tesão masoquista.


                          

Agora, Beto podia ver bem de pertinho a saliva de Cris escorrendo pelo pauzão de seu rival insuperável, enquanto ela o chupava e lambia com gosto.


                Não demorou muito, Cris já estava subindo por cima de Beto e abrindo as pernas por cima de seu pau pulsante e carente de buceta. E então, finalmente Beto viu a cena que ele mais temia em seu coração: sua mulher subindo por cima de Charles, se preparando para cavalgar gostoso no mastro dele. Ela abriu as pernas e montou, guiando aquele pau com uma das mãos até a entradinha de sua bucetinha gulosa. Beto sofria com o ciúme e com o tesão arrasador que o consumiam por dentro.

"Ai, não aguento mais de tesão. Deixa eu montar nesse seu pau gostoso deixa..."

               Logo Cris sentou devagar, descendo e deslisando as paredes internas de sua buceta encharcada, centímetro por centímetro abaixo do pau de Charles, enquanto gemia forte de dor prazerosa pelo tamanho e grossura de seu objeto de prazer. Não demorou muito para acostumar e começou a cavalgar forte nele, levando Beto ao cúmulo da emoção que ele não sabia nomear ao certo. Cris gritava de prazer e ao mesmo tempo para provocar o tesão e humilhar seu marido submisso:

"Ai, Charles, esse seu pauzão é tão melhor que o de meu marido. Aaaaii... isso sim que é homem! OOOhh!"




                Charles não desperdiçou o privilégio de ter novamente aquela mulher maravilhosa em suas mãos, e aproveitou para se deliciar com as cavalgadas suaves de sua amante safada. Ele apertava suas nádegas macias e carnudas, enquanto se deliciava com o calor e a umidade da buceta suculenta que o devorava

              Andressa parou de meter em Beto e amarrou suas mãos na grade da cama para mantê-lo ali, mesmo que ele não quisesse. Chegou perto de Cris. Beto pôde ouvir a proposta indecente de Andressa para Cris:
             - Por que a gente não faz um trenzinho gostoso?
             - Ai que boa ideia, Andressa. Claro, vamos sim. Charles, Vamos ficar de ladinho. É mais gostoso.
             - Sim, senhora. Respondeu Charles, todo servil.

             Cris saiu de cima de Charles e deitou de lado. Charles ficou de conchinha com ela, enfiou de novo seu pau na buceta de Cris, e ficou aguardando sua patroa assumir a posição devida. Lentamente ela se deitou atrás de Charles, também de lado e enfiou um consolo médio bem lubrificado, devagar no ânus de Charles.


"Nossa meter em vocês dois assim, pra mim é o cúmulo do tesão..."


               Beto continuou ali, se sentindo humilhado e tenso com aquela visão tão única. Era difícil discernir o que se passava em sua mente. Sua preocupação agora não era mais se sua mulher ia dar para ele, afinal isso já estava acontecendo. Ele não queria nem pensar na possibilidade de saber que Charles estava gozando dentro da buceta de sua mulher. Seu pinto estava duro dentro da gaiola de castidade em pensar nisso. Ao mesmo tempo, ele torcia para ver o caldo branco de Charles escorrendo de dentro dela. Essa terrível contradição interna, esse duelo implacável entre seu tesão e seu orgulho, fizeram que uma única lágrima rolasse de seus olhos. 

               O momento tão esperado e ao mesmo tempo tão temido chegou. Charles começou a gemer forte e gritar:

               - Senhoras, eu vou gozar! Não aguento mais segurar. Posso gozar? Aaaaahh..
                
                As duas pararam de mexer. Andressa tirou o pau de borracha de dentro de Charles, e Cris tirou o pau de Charles de dentro dela, se levantando e deitando logo ao lado, ainda na cama.

              - Pode gozar, escravo. Claro. Você merece, tem um pau enorme e másculo. Muito melhor que o dessa Sissy do meu marido. Ele não, claro. Ele merece é ficar com aquele clitóris dele trancado, para permanecer sempre obediente e frustrado para me servir. Goza nos meu peitos, goza gostoso vai!

              Charles subiu por cima do corpo de Cris e começou a punhetar forte o pau, fechando os olhos ansioso pelo clímax. Logo, ele gemeu forte e seu esperma começou a jorrar sobre os peitos deliciosos de Cris, um caldo abundante e grosso, que espirrou e cobriu quase todo o corpo de Cris, inclusive dando uns respingos no rosto e nos cabelos dela.

"Isso... me encharca com sua porra, vai! Assim eu vou poder fazer o que eu quero com meu marido. Ele merece."


          Beto estava extremamente frustrado de tesão, mas também aliviado. O que ele não queria era ver a buceta de sua esposa recheada com aqueles litros de esperma de outro homem, viril e mais másculo que ele. Então, com essa preocupação de lado, seu tesão subiu ainda mais com a visão estarrecedora de sua mulher toda melada nos seios, barriga, rosto e cabelos com o leite grosso e quente do seu rival insuperável.

"Vem, bebê... ta na hora de sua língua fazer o primeiro servicinho de limpeza da nossa nova vida nova. Vixe, tá caindo aqui. Vou segurar com o dedo pra não desperdiçar nada. Tudo isso aqui é só pra você se deliciar"



             - Como assim, Cris... me deliciar...não entendi...
             - Claro que entendeu. Você não cansava de ver aqueles sites sobre cuckolding, escondido de mim? Então, você sabe muito bem do que eu estou falando. Agora para de me enrolar e me beija!

             Enquanto Cris falava, Andressa já soltava as mãos de Beto da cama. Então ela o encorajou:

             - Vai lá, "Paulinha", mostra pra sua esposa que você é um marido muito obediente e amoroso.  





          
             Era inevitável. Beto beijou sua esposa apaixonadamente, sentindo um calor sublime percorrer todo o seu corpo, depois de toda aquela humilhação e lascívia. Quando a beijou toda melada pelo esperma do amante, ele se sentiu acolhido, amado, e toda a preocupação sobre os sentimentos de Cris quando desse para outro homem, se foram. Agora, ele sabia que ela o amava. Se ela tivesse mandado ele chupar o gozo de cima dos seios, ou da barriga primeiro, talvez esse alívio não viesse. Mas um beijo foi a melhor declaração de amor que sua hotwife poderia fazer depois de se satisfazer luxuriosamente com seu amante.

            A partir daquele momento, o destino de Beto estava selado. Ele seria, junto com Cris, mais um dos empregados sexuais do Keyholder Spa. Aquela hora de orgia femdom terminou e logo no dia seguinte, o casal foi para a sala de Andressa assinar o contrato de prestação de serviços. Carteira assinada, férias, 13º, e muito femdom, o ano inteiro. Uma das cláusulas previa que a interrupção da castidade de Beto (o privilégio de ter um orgasmo pleno) só poderia ser concedida em comum acordo por Andressa e Cris. Beto trocou seu cinto de castidade por um todo de metal cromado, e passou a ter dois cadeados ao mesmo tempo presos nele. Um era aberto pela chave da esposa, e o outro da patroa.





Não demoraria muito para que ele percebesse que era para aquilo mesmo que ele havia nascido. Não só ele, mas também sua alma gêmea, que o acompanhou naquela profissão tão rara e excitante. Afinal, eles juraram ficar juntos para sempre. E ele jurou obediência.

              - Minhas senhoras, entendi todo o contrato, mas quando que eu vou poder gozar?


                As duas deusas, já usando o uniforme do Spa, responderam sarcasticamente:

"-Gozar??? Hahahaha... 'Paulinha', para que você acha que férias é uma vez por ano?"
- Hahahahaha...querido, nas nossas férias, você vai usar só o meu cadeado. Então eu vou poder decidir sozinha se você vai gozar ou não. Fica tranquilo."


FIM