Manual Cuckolding CMC - prefácio por Squal


Tá bom, tá bom, eu já sei que vão aparecer alguns comentários, ou emails me dizendo que o blog não podia falar de cuckolding, se o tema é castidade. Eu sei. De fato, a proposta do blog é sim, enfatizar a Castidade Masculina.

Claro que muitos e muitos homens que adoram ser submissos às suas esposas, e amam ficar em castidade para elas, jamais vão aceitar sequer pensar em outro macho rodeando suas donas. E eu respeito isso. Esse é o, digamos... "normal".

Mas como eu já expliquei em uma outra oportunidade, eu encaro CM e Cuckold como atividades afins. Para os homens que curtem cuckold E castidade masculina, como eu, podem concordar comigo: se o marido deseja isso e a mulher concorda em praticar, chega-se a um patamar em que a CM e o cuckolding se complementam. 




Por quê? Raciocinem comigo:

O marido é aquele que provê segurança, amor, carinho, atenção, afeto. Um companheiro amado e devotado que serve sua deusa nas necessidades gerais da vida. Nem precisa dizer que, sem poder gozar a hora que quer, se torna ainda mais fácil se dedicar a ela. 
      Um homem controlado sexualmente por sua dama, é muitas vezes mais atencioso com ela, do que se ele poder sempre ejacular livremente a hora que quiser. E isso já foi provado "por a+b" aqui no blog, inclusive.




Mas como é que fica aquela necessidade de ser possuída com força, de ser feita de mulher-objeto na cama, de ser usada e abusada por um macho poderoso? Não se iludam, não é porque a esposa tende a ser mais dominadora no casamento, que significa que ela não deseje pôr esse lado de submissa em prática. 

     Sabem aquela pressão social que é exercida sobre o homem em ser sempre o chefe, o líder na empresa, o cara que resolve tudo, pressão essa que acaba levando muitos homens a desejarem ardentemente serem dominados na cama, por suas mulheres? Pois então, essa pressão também impulsiona as mulheres a quererem a mesma válvula de escape. Podem acreditar nisso. Se as mulheres concordam com isso, por favor deixem nos comentários.

 Imaginem-se no lugar delas, sempre tendo que mandar, decidir, pensar e escolher, enquanto o submisso está na zona de conforto de somente obedecer... ela, mais cedo ou mais tarde, vai cansar, e vai querer tirar "férias" do dever de ter que comandar.  




Diante disso, ela tem duas opções: destrancar o marido e projetar nele esse duplo papel (submisso quando preso, e um dominador quando solto, provavelmente encenado), ou então ir além, e provar um dominador de verdade, vivenciar um outro homem, que provavelmente não curte em nada esse lance de ser submisso, muito pelo contrário. Claro, isso com o total consentimento e incentivo do marido.




Bom, até aqui acho que ficou bem entendido. Mas os homens que desejam ser cornos mansos de suas donas... como revelar? Como convencer? Como arriscar ser mal interpretado? Como a mulher vai começar a se envolver com outros homens, e o marido vai se sentir seguro de que ela não vai acabar se apaixonando pelo amante, e o deixando?

Posso afirmar, sem medo de errar, que muitos homens que não admitem que sentem a fantasia cuckold, não é porque de fato não desejam, mas afirmam não gostarem pelo medo de perderem a mulher para o comedor. E isso é totalmente compreensível, pois eu também padecia desse mesmo medo.




          Seus problemas acabaram! Para os castos cuckolds de plantão, Squal foi atrás, e dentre diversos "manuais" (que mais parecem contos fantasiosos, feitos só pra provocar na gente a vontade de desobedecer à dona da chave e bater uma), achei duas pérolas: o manual de um estudioso e experiente no assunto, que se revela como STEVE RAYMOND, com a participação de sua esposa LISA RAYMOND comentando. Outro manual no qual me baseio é do casal EMMA e SCOTT KELLY. Nesse é a mulher quem escreve.  Adaptei e traduzi partes dos dois  e compilei em um só, para deixar disponível para nós brasileiros. 

         No seu manual, Steve conta sua história que, diante de seu desejo ardente por se tornar um cuckold para sua namorada, passou a pesquisar a fundo sobre isso, buscando entender o porquê desse impulso considerado por tantos como uma doença ou uma perversão. 

Ele guardou esse segredo íntimo consigo por anos. Estava assustado com isso. Mas como esse desejo só aumentava e ele fantasiava constantemente em ver sua namorada sendo possuída por outro homem, decidiu estudar. Buscou na internet e em livrarias públicas e privadas. Gastou horas pesquisando. Até que se deparou com dois fatos interessantes:

1)   Grande parte da população masculina de fato fantasia sobre sua mulher se divertir sexualmente com outro(s) homem(s).
2)      As mulheres são biologicamente preparadas e programadas para ter múltiplos parceiros.



Ao constatar esses dois fatos em sua pesquisa, se sentiu completamente motivado em prosseguir nos estudos, colecionando dezenas de livros sobre psicologia e comportamento humano. Ele não queria arriscar perder sua namorada para outro homem na tentativa de experimentar a fantasia na prática.

Depois de muito estudo e experiências, chegou a desenvolver técnicas que não só convencem a mulher a se sentir à vontade para dormir com outro homem, mas também como dar a ela condições de querer permanecer emocionalmente ligada e fiel ao seu cuckold, mantendo seu amor por ele.
Aplicou essas técnicas com sua namorada aos poucos, e foi notando que mudanças no comportamento dela foram ocorrendo. Até que quando viu o momento certo, revelou seu desejo a ela e, surpreendentemente, ela não reagiu com raiva ou nojo. Quando ela começou a fazer perguntas (devido às dúvidas naturais que surgem quando alguém amado diz que gostaria de ser “traído”), por sorte ele já tinha pesquisado e estudado o suficiente para responder todas da forma correta, e com isso, ela sentiu toda a segurança para topar a experiência. Depois de anos juntos e vivenciando a experiência cuckold, Steve relata que ela está ainda mais ligada a ele emocionalmente, e estão juntos até hoje, com sua relação mais forte que nunca, e num frenesi de tesão e amor como nunca tiveram antes. Hoje, Steve é um cuckold feliz ao lado de sua também feliz e satisfeita hotwife. E pergunte se ela quer deixar o marido!   






O único "porém" desse autor, é que ele não considera muito a questão de dominação feminina nem castidade, apesar de mencionar submissão do marido para conseguir convencer sua mulher a torná-lo corninho. Mas para esse fim, achei perfeito, e as técnicas que ele apresenta realmente fazem muito sentido. Em cada capítulo, aquilo em que o autor fugir da filosofia do blog (femdom), eu comento no final e fica franqueado o bom debate.

Dentre essas técnicas que desenvolveu, Steve descartou as que não deram tão certo e reuniu somente as eficazes neste manual.

Já Emma descreve mais como e o que fazer depois que tudo está bem estabelecido, dando importantes lições sobre sua experiência como keyholder e hotwife.

     E aí? Se interessou? Vai, clica no link para acessar o primeiro capítulo rumo à sua cornitude erótica e segura:




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