Colega de Quarto - Parte 6 - "Ela me ensinou o prazer anal"

DIA 11 (sábado)

Aquele era o primeiro fim de semana que tive com ela desde que ela passou a portar a chave do meu cinto de castidade. Depois de tudo o que ela fez comigo naquela semana, o que mais poderia acontecer? Eu não sabia, mas estava ansioso para descobrir. Quando eu saí do meu quarto, ela já estava com uma roupinha de ginástica, calça legging coladinha, parecendo animada e preparada pra malhar.


“Bom Dia!” Ela disse.
“Bom Dia…”
“Porque você está tão triste? Você gozou na noite passada, pensei que você ficaria mais feliz.”
“Não, eu só ejaculei na noite passada, mas não gozei. Eu estou ainda mais excitado do que antes.”
“Oh, pobre bebê, vamos lá, vamos dar uma corridinha, acho que pode ajudá-lo a tirar isso da sua mente.”
Corrida? Que ideia maluca! eu não corro.
“Não, obrigado” Respondi. “Eu não corro.”
“Ok, vejo você depois então.”
Depois de um tempo, ela voltou do treino toda suada. A visão do suor dela escorrendo do pescoço e descendo pelo peito estava tão excitante...
“Vou tomar meu banho, e preciso da sua ajuda para lavar minhas costas.”
Eu a segui até o banheiro, ela tirou toda a roupa e olhou para mim.
“Por que você ainda está com suas roupas?”
“Oh, desculpe.”
Quando entramos no banho, ela começou a se ensaboar inclinando-se e esfregando aquela bundinha deliciosa contra a minha gaiola. Por que ela tinha que fazer aquilo? Era tão humilhante estar ali e não poder meter gostoso nela. Meu pau tentava ficar duro mais uma vez, perdi a conta de quantas vezes eu tentei ficar duro nos últimos dias. Mas eu tinha certeza de que foi o maior tempo que eu já fiquei sem me masturbar.
Então, depois ela agarrou meu pênis trancado começou a bombear, como se ela estivesse me masturbando.
“Por favor, solta o meu pau. Me deixa bater só uma...”
“Claro, assim que você me mostrar aquele cheque, lembra? Tenho certeza que você está trabalhando sem parar no seu projeto.”
“Sim, claro” Respondi sem graça. Só que eu não tinha tocado nele a vários dias, tudo o que eu podia pensar era naquele corpo perfeito e a sua deliciosa buceta.
“Então, viu? Você já deve estar bem próximo de ser solto e poder gozar à vontade. Eu mal posso esperar para ver o que você vai fazer, depois que eu te soltar.”
Ela abaixou e ficou de joelhos. Então, começou a lamber a gaiola, e sugar de leve as minhas bolas. Era muito doloroso vê-la fazendo isso sabendo que eu não tinha qualquer chance de gozar.
Ela, que pôs uma das mãos na minha bunda e começou a me forçar pra frente, como se estivesse empurrando o meu pau mais forte dentro de sua boca, com a gaiola. Nossa, aquilo era maravilhosamente cruel. Até que estava gostoso, mas de repente, ela foi descendo a mão devagar e tentou tocar com o dedo no meu ânus.
“Epa, epa, epa, o que você acha que está fazendo?”
“Estou tentando algo diferente com você. Eu li que o homem tem uma área muito vascularizada e sensível aqui atrás.”
“Ah é? Você acha que eu sou gay?”
“Ué, você está vendo outro homem aqui por acaso? Você só seria gay se estivesse no chuveiro com outro homem, não? Eu sou uma garota! E não uma garota qualquer. Eu sou uma garota que tem a chave que pode soltar o seu pau, rsrs... então sugiro que você comece a aproveitar minhas carícias aqui atrás, ou podemos mudar o acordo sobre quando de fato eu vou querer soltar você dessa gaiolinha.
Eu não podia dizer nada, e se eu dissesse que não, e ela simplesmente podia não me soltar mais. Mas e se eu dissesse que sim e gostasse dos toques dela, isso me tornaria gay?
Enquanto eu pensava nessa decisão, sem aviso, ela enfiou o dedo no meu rabo. E por mais incrível que possa parecer, não foi tão ruim. Só era um pouco ardido.
Com o dedo enfiado no meu ânus, ela começou a chupar minhas bolas e, pasmem, eu comecei a ter prazer! Não tinha certeza se era o dedinho dela lá atrás, ou a língua nas minhas bolas, só sei que era muito bom.



Ela começou a mexer o dedo dentro da minha bunda até pressionar contra algo que me fez sentir uma sensação intensa, era como se eu estivesse prestes gozar. Ela sentiu minhas pernas tremendo.
“Aaahhh....rsrsr...então esse é o seu ponto?”
“Meu ponto? Do que você está falando?
“É o seu ponto G. É onde você sente prazer através do seu cuzinho.”
Era difícil esconder o prazer; como podia ser?? Eu não sou gay, mas era tão gostoso. Ela continuou fazendo isso e eu acabei desistindo de tentar racionalizar aquilo, eu simplesmente me entreguei. Ela continuava tocando no lugar certo, me levando à loucura. De repente, ela parou.
“Então você gostou?” Ela perguntou já sabendo qual seria a resposta.
“Até que foi bom sim, eu acho.” Tentando disfarçar que, na verdade, eu tinha adorado.
“Pode dizer, seja sincero; eu não vou te julgar.”
“Eu te disse, foi bom!”
Mais tarde naquela noite, ela começou a se preparar para sair, ela vestiu com um vestido de tubinho preto. Era tão apertado que eu podia ver todas as suas deliciosas curvas perfeitas. Seus seios estavam quase pulando fora daquele vestido, e eu quase podia ver sua calcinha de tão curto que o vestido era.
“Você gostou?” Ela perguntou.
“Muito. Você é tão gostosa!”



“Obrigada, eu estou saindo com algumas amigas esta noite, pena que você tem que ficar por causa do seu projeto, senão eu te convidaria também.”
“Sim, claro, vou ter mesmo que ficar aqui trabalhando.”
Ela saiu, e eu só conseguia imaginar suas amigas. Ela nunca trouxe amigas para cá, mas eu imaginava que todas deviam se parecer com ela.

Quando deitei na minha cama, fiquei pensando sobre o que ela fez comigo no chuveiro e no prazer que eu senti. Fiquei confuso, porque foi tão gostoso, mas era uma carícia dentro do meu ânus, e a parte mais estranha disso era que eu queria que ela fizesse mais. Mas se eu pedisse, ela com certeza iria pensar que eu era gay. Eu fiquei quieto, mas doido que ela fizesse aquilo de novo, sem que eu precisasse pedir.



4 comentários:

  1. Hhuuummmm.... muito bom squal... parabens... mais um capitulo excelente!!! Att icr

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  2. Este foi um dos mais excitantes contos já publicados neste site. Desde que eu passei a usar cinto de castidade não só me senti mais manso, como também passei a sentir mais tesão anal.
    É difícil para o homem brasileiro admitir sentir tesão no ânus, mas pra nós que vivemos em castidade, é um prazer maravilhoso.
    Hoje em dia eu adoro fazer inversão com minha esposa, gozo muito com ela comendo meu rabinho. É um prazer diferente, um gozo que vem da próstata e explode! uma satisfação diferente do gozo tradicional.
    Abraços a todos.
    Corno manso frouxo de minas.

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  3. Já tive essa experiência maravilhosa. Melhor ainda foi numa viagem ao nordeste, fomos num forró, ela mandou eu chamar um single para dançar com ela, namorou a noite inteira com ele na minha frente, com muitos beijos e carícias (estava sem calcinha). Final de noite ela saiu abraçadinha, aos beijos com ele, todos olhando sabendo ser eu o corno. Na Pousada ela pediu e fizemos sexo oral nele. Transaram até amanhecer, eu lambendo a xoxota e o cuzinho dela, o pau e o saco dele. Fiz tudo o que ela mandou. No final ela me fez limpar (lambendo) o pau dele, a xoxota dela e os peitos todos melados. Foi a maior tesão e gozo da minha vida. Fiquei mais apaixonado por ela, implorando uma nova aventura.

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