Colega de Quarto - Partes 1 e 2






PARTE 1
‘A DESCOBERTA’



Oi, meu nome é Joshua. Até pouco tempo atrás, eu era um cara totalmente viciado em me masturbar. Então, hoje eu vou contar pra vocês a história do melhor (ou pior) mês que eu já vivi em toda a minha vida.
Primeiro, permitam que eu me apresente. Eu sou um desenvolvedor de website, tenho 24 anos. Eu me formei a pouco tempo e, ultimamente, tenho me esforçado para colocar meu negócio pra funcionar. Mas a parte mais difícil está sendo conseguir me concentrar durante o dia. Meus pensamentos ficam o tempo todo divididos entre as linhas de código HTML e pensamentos eróticos. Eu buscava sites pornô, às vezes 4 ou 5 vezes por dia, só para bater uma punheta.
Eu tenho uma colega com quem divido a moradia de uma casa de dois quartos. Nós compartilhamos o aluguel, e cada um fica em seu quarto. Ela é muito bem-sucedida, trabalha longas horas e quase não está em casa, de modo que isso me dá a liberdade até de ficar pelado, perambulando pela casa, e me masturbando durante o dia todo, sem qualquer incômodo. Às vezes, eu até chego ao ponto de pegar uma das calcinhas dela na lavanderia pra ficar cheirando, enquanto me toco até gozar.
Aquela vida até que estava boa e divertida, mas eu não conseguia concluir nenhum trabalho que assumia. E o pior: eu não conseguia admitir que precisava recorrer a uma terapia para viciados em masturbação. Eu me achava melhor do que isso.
Fui vivendo assim, até que um dia eu estava procurando alguma novidade para me masturbar. Navegando pela “xxx-web” acabei esbarrando em uma cena bem interessante: uma mulher toda vestida de couro, sapatos de salto alto e com um tom de voz bem autoritário. Ela estava dando o maior esporro em um cara, porque ele não conseguia ficar sem se masturbar. Depois de alguns segundos assistindo aquele vídeo, eu já estava ficando muito excitado. O cúmulo do meu tesão com aquela cena, foi quando a mulher dominadora mostrou ao sujeito um dispositivo em formato mais ou menos de um pênis curvado. Uma gaiolinha de aço. Depois, encaixou aquela gaiolinha cilíndrica enclausurando o pênis do cara, depois de passar as bolas dele por uma argola. No final, ela o trancou naquele dispositivo com um cadeadinho comum.
Aquilo foi incrível! Não sei o que aconteceu comigo, mas foi simplesmente fantástico: eu não conseguia parar de me masturbar vendo aquilo... Depois de passar uma semana batendo umas oito por dia, só pensando naquela cena inusitada, pensei em mim mesmo no lugar daquele homem: como é que seria a sensação de estar trancado e ter minha masculinidade totalmente controlada? Comecei a procurar um dispositivo como aquele na internet. Era chamado de “cinto de castidade masculino”.
Encontrei dezenas de modelos na web, mas não consegui decidir. Havia tantos, mas eu tinha que começar de algum lugar. Então, eu acabei achando um idêntico ao do filme.
Paguei pelo frete expresso, eu não aguardaria outros 10 ou 15 dias. Quando chegou, eu estava em êxtase completo e decidi tentar imediatamente. Então eu instalei aquilo no meu pênis e nas bolas. Senti um pouco de aperto no início, mas ele se encaixava perfeitamente, eu estava totalmente bloqueado... Durante cinco minutos, eu me libertei e tive que me masturbar umas duas vezes, pois eu estava muito excitado.
Bem, cheguei à conclusão que minha castidade não funcionaria enquanto eu tivesse livre acesso à chave. Não foi difícil concluir também que alguém que não fosse eu deveria possuir a chave, para impedir que eu me soltasse.
Eu procurei online por mulheres profissionais do sexo que pudessem manter minha chave, mas elas ofereciam esse serviço muito acima da faixa de preço que eu podia pagar. O que eu poderia fazer? Pensei por alguns momentos e tive uma ideia: os correios... Sim, isso poderia funcionar. Eu simplesmente enviaria a chave para mim mesmo e teria que esperar por alguns dias para recebê-la de volta.
E então, eu mandei a chave pelo correio, para mim mesmo... Nessa primeira vez, ela demorou 3 dias para voltar. Até então, tinha sido o período de tempo mais longo que já estive sem um orgasmo, ou sequer uma ereção, com o dispositivo instalado nos meus genitais, eu não era capaz nem de ficar de pau duro. Mas a emoção de estar naquela condição era intensa, e eu nunca trabalhei tanto. Naqueles três dias, provavelmente, eu produzi mais no trabalho do que nos últimos três meses! Mas assim que a chave foi entregue eu abri desesperadamente a fechadura do meu cinto, todo aquele frisson desmoronou: eu me masturbei sem parar. Então, decidir levar aquilo um pouco mais adiante. Mandei a chave de novo pelos correios, só que de mais longe.
No quarto dia, eu já estava subindo pelas paredes, eu precisava de uma punheta urgente. Então, pensei em tentar me masturbar com o cinto de castidade ainda instalado. Eu estava na sala de estar, todo nu, com a calcinha da minha colega de quarto na minha cara. Eu estava quase tendo um orgasmo, mesmo que meio dolorido, quando, de repente, ouvi:
“O que diabos está acontecendo ??”
Era ela, minha colega de quarto. Eu estava tão concentrado em tentar me masturbar que não a ouvi estacionar seu carro. Agora, eu estava completamente nu, com um dispositivo estranho no meu pênis e a calcinha dela no meu rosto ...
“Não é o que parece!”
Gritei, tentando colocar um travesseiro na frente do meu pau enclausurado.
Ela fechou a porta da sala e disse:
“Bem, vou para o meu quarto, tenta se recompor ... ah, e pode ficar com a minha calcinha ...”
Pensei na possibilidade de ela não ter visto o dispositivo. Será que ela só tinha visto a calcinha? Pensei. Seria muito mais fácil de explicar, quero dizer, ser pego com a calcinha de uma menina no rosto é algo mais “normal”. Mas e se ela viu o cinto de castidade? Como eu faria? Como eu poderia olhá-la novamente nos olhos?
Mais dois dias se passaram, e eu ainda não tinha dirigido a palavra a ela e a minha chave ainda não havia retornado. O que será que tinha acontecido com a chave? Mas o que eu poderia dizer pra ela? Eu estava com muita vergonha, mas sentia que eu devia pelo menos um pedido de desculpas. Mas o que eu mais precisava, acima de qualquer coisa, era o alívio de bater uma boa punheta. Já tinham se passado 6 dias; me explica como alguém pode sobreviver por tanto tempo sem poder  gozar?
Quando o correio chegou, eu corri para a porta com grandes esperanças de que fosse minha chave, e quando eu comecei a abrir o envelope, minha colega de quarto saiu apareceu na sala, me flagrou abrindo o envelope todo afobado, e me disse simplesmente:
“Olá.”
Por um momento, esqueci o que eu tinha bem nas minhas mãos:
“Por favor, me desculpe. Prometo que nunca mais isso vai acontecer”
“Obrigada, fico feliz em ouvir isso.” Ela se virou e começou a ir para o quarto dela, mas se virou de novo pra mim e perguntou:
“Escuta, o que era aquela coisa engraçada presa no seu...? Você sabe.” Ela sorriu e apontou para o meio das minhas pernas.
Congelei. O que eu poderia dizer, o que poderia ser menos humilhante do que isso? Depois de um breve silêncio, eu respondi:
“É um... cinto de castidade.”
Ela levantou uma sobrancelha e perguntou:
“Um cinto de castidade? Mas como assim??”
Bem, já não tinha mais volta. Não havia nada que eu pudesse dizer a ela, porque tudo tornaria a situação ainda mais humilhante. Não tinha como piorar. Então eu expliquei da maneira mais simples possível. Depois de me ouvir com atenção e surpresa, ela esboçou um sorrisinho irônico, e disse:
“Puxa, acho que isso poderia me poupar de muitos meses de sofrimento por causa do cafajeste do meu ex. Ele vivia me traindo. Mas por que você fez isso com você mesmo?”
Então, num ato de loucura, eu acabei mostrando a ela o vídeo que eu tinha assistido (aquele da mulher repreendendo o submisso por não parar de se masturbar) e contei para ela que eu padecia do mesmo mau hábito de masturbação compulsiva, e que as profissionais cobravam muito caro para guardar minha chave.
Depois de alguns momentos de silêncio, ela disse:
“Posso ver este ‘poderoso’ cinto de castidade?”
Eu não podia acreditar no que eu ouvia. Por que ela queria ver aquilo? O que estava passando pela cabeça dela? Não sabia se ia para o quarto tirar primeiro e mostrar ele separado do meu corpo, ou se eu simplesmente deveria abaixar as calças. Eu disse:
“Eu mandei a chave para mim mesmo pelo correio, pra ela ficar uns dias fora do meu alcance, e ela acabou de chegar, depois de 6 dias. Só me deixa ir lá para o meu quarto retirar e eu volto aqui para te mostrar.”
Depois que eu disse que ia mostrar,  os olhos dela brilharam,  e ela não deixou que eu fosse para o quarto, disse que queria ver o cinto de castidade em mim! Ela queria ver como ele funcionava se de fato ele prendia mesmo o meu pênis!




PARTE 2
‘O ACORDO’



Ainda um pouco relutante, decidi tirar minhas calças e mostrar meu pau e bolas totalmente enclausurados para ela.
Sem me pedir, ela começou ousadamente a tocá-lo e puxá-lo de leve para os lados para ver todos os pequenos detalhes, soltando leves risos de nervoso. Depois de alguns segundos, ela perguntou:
“Então... você não consegue mesmo tirar o seu pau de dentro disso?”
Eu só assenti com a cabeça. Meu pau já estava prestes a explodir a gaiola tão forte era minha tentativa de ereção. Eu estava tão excitado, que não podia acreditar que minha colega de quarto deliciosa estava ali, tocando no meu pau. Bem, não meu pau, mas na gaiola que o envolvia. Eu queria muito me masturbar, mas também estava muito gostoso ficar ali, sendo manipulado e examinado por ela.
“Onde está a chave?” Ela perguntou.
Eu mostrei a ela dentro do envelope. Com um sorriso sarcástico no rosto, ela disse:
“Tive uma ótima ideia: por que você não deixa eu guardar essa chave pra você? Eu não te cobraria nem perto do que essas profissionais te cobram. A única coisa que eu quero em troca é que você faça umas tarefas pra mim. O que me diz?”
“Não sei... só me deixa tirar isso e logo a gente conversa.” Eu disse, na esperança de poder me aliviar no quarto.
“Há quanto tempo você está usando?” Ela perguntou com um olhar curioso em seu rosto.
“Seis dias” Respondi com uma cara de frustração por causa do desejo.
Ela parou por um tempo, olhando diretamente para ele. Eu estava prestes a explodir, com uma mulher bonita bem diante de mim, e que ainda queria controlar minha sexualidade.  Eu estava completamente exposto, vulnerável. Depois de alguns segundos, ela então quebrou o silêncio:
“Bem, acho que seis dias não é tanto tempo assim, né? Tenho certeza que você pode ficar preso por mais um tempinho. Você me vê todo dia, e sabe que eu não fico com um cara há mais de seis meses, e tô aqui inteirinha....”
Seis meses? Ela estava louca!! Eu nunca tinha ficado tanto tempo sem masturbação. Como ela poderia me manter assim por tanto tempo? Definitivamente, eu não poderia deixá-la me manter sem gozar por tanto tempo! Mas como eu iria sair daquela situação?
“Putz, mas isso é muito tempo! Eu não conseguiria ficar preso nisso por tanto tempo assim.”
“Eu te garanto: parece mais difícil do que realmente é. Mas se você realmente não quiser negociar comigo, você pode se virar agora, se soltar e se masturbar. Mas nesse caso, nunca mais fale desse assunto comigo. Ou, você pode esperar um pouco mais e eu guardo a chave para você. O que me diz?"



“Quanto tempo você está pensando em me deixar assim?”
Eu engasguei um pouco. Aquilo era o meu sonho mas, ao mesmo tempo, seis meses era loucura. Será que ela estava louca?
“Bem, eu... não sei”. Disse ela pensativa - você disse que estava tendo problemas para se concentrar no trabalho, não estava? Poderíamos definir um objetivo de trabalho e, como recompensa, você teria seu orgasmo, ou não, né? Depende de você.”
Um objetivo de trabalho ... Isso não era o que eu tinha em mente, mas já era alguma coisa.
“Então tá... eu acho” concordei.
“Que bom! Então, qual é o seu maior projeto no momento?” Ela perguntou com muito entusiasmo. “...e quanto eles vão te pagar?”
“É um site para uma loja, se eu entregar para eles antes do final do próximo mês, eles me pagarão mil dólares.”
“Bom então, quando você me mostrar o cheque, aí eu deixo você ficar livre por um tempo. Enquanto isso vamos começar com as tarefas domésticas. Pode ir preparar um belo jantar pra mim, enquanto eu tomo banho, tá? Aí me chama quando o jantar estiver pronto.”
Ela começou a se afastar, mas antes de sair da sala, ela disse:
“E lembre-se se eu não gostar do seu desempenho ou você não cumprir as tarefas que eu te der, estenderemos seu período preso, ok?”
Jantar? Eu nunca tinha cozinhado na minha vida inteira, Exceto macarrão e ovos cozidos! Ela não ia gostar!
Ok pense rápido, vamos ao google... Eu estava no meio da cozinha quando ela apareceu, vestindo nada além de sua toalha de banho. Eu nunca a vi assim, ela sempre estava vestida formalmente com um terno e seu cabelo preso. Ela estava apetitosa, como eu nunca havia notado antes? Ela tinha pernas grossas e eu podia ver as dobrinhas das nádegas espiando sob a borda da toalha. Meu pau estava explodindo dentro da gaiola, mas sem esperança. A gaiola não cedia nem um centímetro. Era feito de puro aço, e de fato, estava fazendo seu trabalho.
“O que você está cozinhando para nós?” Ela perguntou como se nossa conversa de minutos atrás nunca tivesse acontecido.” Estou faminta.
“Estou tentando um pouco de macarrão com frango, mas tenho que te avisar que nunca cozinhei antes.”
“Tudo bem, vou estar na sala trabalhando.”
Eu terminei e levei o jantar à mesa. Nós comemos calmamente. Antes de terminar, ela disse:
“Eu to precisando agora é de uma boa massagem nas costas, e você é o cara certo pra isso.”
Massagem nas costas? Quando eu trabalharia? Eu tinha que terminar o meu projeto, para que eu pudesse tirar o cinto da castidade e me aliviar! Mas, novamente, ela era linda demais e estava parcialmente nua:
“Claro.” Eu disse e comecei massageando os ombros dela.
Depois de alguns momentos, ela disse:
“Eu vou me deitar para que você possa dar atenção pra parte de baixo das minhas costas. A dor aqui está me matando.”
Ela se levantou e caminhou até a porta do quarto dela. Eu fiquei ali, olhando pra ela, não sabia o que fazer. Ela sorriu e disse:
“Você não vem? Tenho que te lembra disso aqui?” Ela apontou para a chave que agora estava amarrada ao pulso dela.
Eu mais que rapidamente levantei e a segui para o quarto dela, o mesmo quarto que eu só tinha entrado no dia em que fomos ver a casa para alugar. Tudo estava muito organizado e muito feminino.
Ela simplesmente soltou, largou a toalha no chão e se deitou na cama!! Eu não podia acreditar, há alguns dias, mal conversávamos e agora ela estava nua na cama e eu... bem... eu não podia fazer nada, né, só olhei. A única coisa que eu poderia fazer era massagear suas costas, já que não havia nada mais que eu pudesse fazer. Comecei a esfregá-la com minhas mãos secas. Ela levantou a cabeça, olhou pra mim e apontou para a mesa, onde havia um óleo de bebê. Claro, você não pode fazer uma massagem sem óleo!
Bem, lá estava eu esfregando as costas da minha colega de quarto. Nua! Ela parecia estar dormido e eu pensei comigo mesmo: bem, já que ela está dormindo, não deve se importar se eu percorrer um pouco essa bundinha deliciosa dela...
Então, eu comecei com uma mão, deslizando suavemente os dedos sobre uma das nádegas, com a pele mais macia que eu já havia tocado. Ela gemeu alguma coisa, mas não acordou. Eu decidi ver o cuzinho dela, como ele parecia. Ele era bem pequeno e rosado. Eu estava concentrado olhando para aquele rabo lindo, quando ela virou a cabeça e disse:
"Olha só, parece que alguém aqui adora bisbilhotar !!"
Fiquei muito envergonhado. Eu tirei minhas mãos de cima dela e mostrei intenção de sair do quarto dela, mas ela me deteve:
"Não, não saia. Fica aqui! O que achou da minha bunda?"



“Na verdade, é linda!”
“Você gostaria de prová-la?”
“Claro!” Respondi, não acreditando. “Só me solta desse cinto de castidade, que a gente pode começar agora...”
“Tirar??? Haha... Puuff, nananina-não, senhor, ... acabei de receber essa chave, e nós temos um acordo, lembra?”
“Bem, então o que quer que eu faça?”
“Ah, vai me dizer que a única coisa que você fazia com as suas namoradas era enfiar seu pênis nelas?”
“É que... eu nunca tive namorada.”
“Ah, tá explicado, então, né!? Não é de admirar que você ainda esteja só. Então eu vou te dar algumas dicas extras, venha aqui e comece a tocar minha xaninha.
Eu estava impressionado com a naturalidade dela, mas muito excitado e frustrado porque ela era a primeira garota que eu estava vendo nua na minha frente, em toda a minha vida, com meu pinto naquela situação!! Eu achei por um segundo que ia ser destrancado e que ia comer aquela morena linda.
Comecei a tocar sua bucetinha lentamente, mas firme, enquanto observava aquela bunda linda se mexando vagarosamente. Ela estava relaxando em sua cama. Depois de alguns segundos, ela se virou e agarrou minha cabeça com ambas as mãos, pelos meus cabelos, e puxou firmemente meu rosto, encaixando-o entre as suas pernas. Mas eu não sabia o que fazer! Eu não tinha chupado muitas garotas, elas não pareciam gostar tanto disso, mas acho que essa minha colega devia adorar, pelo visto. 



Então eu me lembrei do movimento que eu tinha feito com meus dedos. Ela ajustou minha boca exatamente sobre a buceta dela e começou a mover seus quadris. Eu estava quase sufocado, ela tinha minha cara enterrada entre as pernas dela. Ela estava encharcada! Eu nunca tinha experimentado aquilo, e meu pau estava tentando ficar mais duro do que nunca, mas ele simplesmente não conseguia.
Depois de um minuto ou mais, ela começou a gemer muito alto, e começou a bufar, até que deu um grito de prazer e gozou bem na minha cara. Minha boca, nariz e bochechas estavam ensopadas. Era uma experiência completamente diferente pra mim. Ela rolou para o lado e, em meio a longas tomadas de fôlego, disse:
“Ai, Josh, obrigada... uff ... eu estava muito precisando ... uff .., disso. Preciso de outro banho, agora... ffff ..... e acho que você também... depois limpa a cozinha, tá?”
‘Obrigada’?! Como assim, o que será que ela quis dizer? E quanto a mim?



Partes 3 e 4 - Em breve...

2 comentários:

  1. Uuuuauuu squal muito bom!!! Fiquei super exitado com isso rs...att icr... continuueeeee rs

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  2. Meu cinto ta mim matando lendo isso aqui

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