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O TCC de Laura - 13º Dia: "Voltando na Sala da Orientadora"

Logo de manhã, eu já estava nu, deitado sobre o tapete felpudo da sala. Laura acordou de mau humor, e requeriu uma xícara de café bem quentinho. Enquanto ela sorvia o café aos poucos, pediu que eu fizesse uma massagem nos pés dela, com um creme chamado L’Occitane em Provence. Muito cheiroso por sinal. E massagear os pezinhos delicados e lisinhos de Laura era o céu para mim. Enquanto eu deslizava meus dedos entre os dedinhos dos pés dela, Laura ia revisando o seu TCC.



Enfim, depois de em torno de 1 hora e meia, cuidando dos pezinhos suaves da doutora, ela se levantou e disse:

- Muito bom seu trabalho com meus pés, cobaia. Agora tira sua calça que eu quero olhar uma coisa.
- Sim doutora.- Logo me levantei e comecei a abrir o zíper. Em seguida, meu pau preso na gaiola de inox estava completamente à mostra, babando de desejo. Claro, os dois cadeados prendendo a tranquinha acima do anel. Laura deu uma risadinha sarcástica, e logo fechou a cara:
- Ela me paga. Não admito que outra mulher possua a chave do meu pau. Escuta uma coisa, cobaia, você é meu, tá ouvindo. Só meu. O acordo são 30 dias. Nesses 30 dias você só faz o que EU mando. Esse é o objetivo do meu trabalho. Você só obedeceu às outras meninas porque EU deixei, e quando foi diferente disso, você foi punido.
- Sim, doutora.
- E vai ser punido, dessa vez com palmatória em suas nádegas, se você se engraçar com a minha orientadora. Se eu perceber que seu pau, opa, MEU pau, que está aí nessa gaiolinha, sequer ameaçar ficar durinho quando a profe Marise  tocar nele, você já está enrascado comigo à noite, ouviu?
- Sim, doutora. Prometo que não vou ficar excitado com a inspeção da orientadora.
- Assim que eu gosto. Bem obediente.

Logo depois do almoço, voltamos para a faculdade. Engraçado, alguns alunos e alunas que estavam parados no pátio se entreolhavam e olhavam para nós dois. Será que o segredo se espalhou? Será que as pessoas sabiam que eu era uma cobaia numa experiência sobre castidade masculina? Ficava horrorizado em imaginar.

- Oi, gente. Entrem, por favor. – Professora Marise nos convidou. Lá estávamos nós na sala dela de novo. Ela havia determinado à Laura que queria nos ver de novo.
- Profe. Eu trouxe ele como a senhora mandou.
- Muito bem, Laurinha. Isso mesmo. Eu, mais do que ninguém, quero que seu TCC seja digno de nota no meio acadêmico. Comportamento masculino sob a forte pressão de libido é uma área ainda inexplorada do ponto de vista científico.
A professora olhou pra mim, através daqueles óculos que a deixavam com ar de intelectual, mas ao mesmo tempo muito sexy.
- E você, caro cobaia, como passou esse dia com dois cadeados no cinto de castidade?
- É... bem, professora. Só pesa mais um pouco né?
- Imaginei. Ontem eu pensei nisso. O cadeadinho mesmo sendo pequeno é de metal maciço. Vamos tentar fazer uma troca.

A professora abriu a gaveta e tirou uma caixinha lá de dentro.

- Pronto. Com isso aqui eu controlo a abertura da gaiola, sem que fique tão pesado. – mostrou o que parecia ser um lacre no formato de um cadeado, só que feito de plástico e com uma numeração.




- Profe, não lacra a minha cobaia. Eu prometo que não vou mais soltar ela do cinto de castidade. – Suplicou Laura.
- Ora, Laurinha. Se você está tão disposta assim a não abrir mais, qual o problema de eu colocar meu lacre para ter certeza que você seguiu à risca minhas orientações?

Laura fechou um pouco o semblante e ficou calada. Não tinha argumentos contra sua orientadora. Fiquei surpreso por Laura se referir a mim no feminino. Será que era porque "cobaia" é de fato uma palavra feminina?

- Vamos, cobaia. Abaixa suas calças que eu vou tirar esse cadeadinho e colocar o lacre novo. 214735. Esse é o seu número de controle. Quando vier me mostrar a partir de agora, é só eu conferir o número. Significa que seu pênis permaneceu o tempo todo dentro da sua gaiolinha. Pelo que eu sei, você gosta de ser controlado assim... não é? - Perguntou com um sorrisinho maldoso, olhando para os meus olhos.
- Sim, professora. – respondi. Percebi Laura me fuzilando com os olhos. Estava atenta a qualquer reação minha. Se eu esboçasse qualquer tesão, ela iria me punir com rigor. Levantei da cadeira, tirei as calças e prof. Marise se aproximou com o lacre plástico. Se agachou bem na minha frente, com o rosto bem na direção do meu pau. Eu podia sentir o perfume delicioso dela vindo lá debaixo. Dava pra sentir também a respiração dela, soprando por entre as janelinhas de ventilação do cinto de castidade. Ela estava com um batom vermelho escuro intenso. Não pude evitar imaginar aqueles lábios envolvendo a cabeça enclausurada do meu amigão presidiário.
- Vamos ver... vamos ver... huuum tá bem inchadinho... normal, viu? Não se preocupe. Afinal, são 13 dias confinado nessa gaiolinha, e seu esperma deve estar bem acumulado.
Nossa, puta-que-o-pariu! Ela não havia tocado ainda, mas só de aproximar o rosto e dizer essas frases, eu tive que respirar fundo e me concentrar para não deixar meu amigão se empolgar. Nem um pouco. Comecei a pensar em matemática, acidentes, minha avó, tudo o que podia me fazer perder o tesão. Mas estava difícil. Muito difícil. E a professora não estava muito preocupada em me ajudar, quanto à minha situação diante de minha dona.



- Muito bem, vamos tirar esse cadeado.

Ela pegou delicadamente em minhas bolas, por baixo, suspendendo bem devagar todo o conjunto trancafiado. Os dedinhos dela eram lisinhos e quentes. Suas unhas compridas e muito bem-feitas, arranhavam, marcando suavemente a pele das minhas virilhas, fazendo parecer como se eu estivesse sentindo pequenos choquinhos elétricos em volta de toda minha área genital. Senti um puto tesão. Não aguentei. Meu pau inchou na hora.

- Nossa, mas você é mesmo um tarado, heim! Olha só, vê se pode! Que falta de respeito! Como você deixa esse pau tentar ficar duro, só porque eu estou tendo que segurá-lo??!!
- Ehh...desculpe... professora. – Nossa como eu estava envergonhado. Mas o tesão era demais. Era inevitável. Eu já sabia que estava de castigo com Laura mais tarde.
- Pronto. Já tirei meu cadeado. Agora, vamos prender o meu lacre... assim... enfia assim... e... <clic>. Pronto. Agora vou anotar o número do lacre na minha agenda, e pronto! Agora sossega e amolece esse pinto. Assanhado! Falta de respeito diante de uma senhora. Eu podia ser quase sua mãe, viu?
- Desculpe, senhora.
- Laura, amanhã eu quero ele aqui de novo. Vou continuar testando a capacidade de respeito a mulheres mais velhas. Ele tem que se comportar direito, mesmo sob o regime de castidade. Trate de educá-lo viu?
- Sim, profe. Deixa comigo.

Tomei coragem e olhei para Laura. Ela estava transtornada. Em seguida, prof. Marise entregou alguns livros para Laura e nos dispensou. Do lado de fora, Laura me disse:

- Não fala nada. Vamos para o carro. Lá em casa, só quero que você chegue, tire a roupae siga fielmente todas as minhas ordens, Entendeu?
- Sim, doutora.


***

E lá estava eu. Nu, exceto pela gaiolinha que enclausurava meu pau já havia 13 dias. Laura se sentou sobre a poltrona e mandou:
- Vem, deita de bruços com sua gaiolinha encaixada entre as minhas pernas.
- Sim doutora. - Nossa que tesão. Eu ia ficar no colo de Laura para apanhar, igual a uma criança peralta. Mas meu tesão logo seria superado pela dor do castigo. Deitei como Laura mandou. Meu pau engaiolado ficou bem apertado entre as coxas quentes de Laura. Que coxas macias, lisinhas e quentinhas.
- Isso, empina bem o bumbum pra mim. Pra cima. Isso, muito bem, eu gosto assim.

Antes de começar o castigo, Laura me atiçou deslizando suavemente os dedos da mão através de toda região do meu períneo, bem onde o anel da gaiolinha pegava, e pelo meu cuzinho, que estava completamente exposto e à disposição dela. Já estava suspirando, com a esperança de sentir um ou dois dedinhos me penetrando (o que aprendi que dava muito prazer) quando...

. <SLAP> logo veio o primeiro estampido de palmatória se chocando contra a carne da minha nádega esquerda.
- Isso é pra você aprender a não ficar excitado quando eu não quiser que você fique. Ouviu, cobaia?
- Sim, doutora!
<SLAP> dessa vez na nádega direita - Não ouvi seu “obrigado, doutora”, depois de apanhar.
- Óhh. Obrigado doutora. Ai...
<SLAP> outra vez na esquerda. – Muito assanhado você.
- Obrigado, doutora.
<SLAP> - diz que nunca mais vai ficar excitado com outra mulher se eu não permitir.
- Eu prometo que <SLAP> ...aaaii... que não vou ficar <SLAP>... uuuuhh.... ficar excitado com outra mulher <SLAP><SLAP><SLAP> (três seguidas, uma em cada nádega) aaaahhh....



- Muito bem. Assim que eu gosto. Sua bunda está beeeeem vermelha. Vai lembrar por um bom tempo que não deve me desobedecer.
- Sim, doutora. Obrigado, doutora.
- Pronto. Te bater assim, me deu um puto tesão. Eu to bem suadinha depois de tanto esforço. Tira minha calcinha. – Disse Laura já de pé, abaixando a calça legging que marcava maravilhosamente cada curva deliciosa de suas pernas e bumbum. Depois que ela tirou a calça, pus as mãos, uma de cada lado, do elástico da calcinha finíssima de Laura, toda vermelha de rendinha, e fui descendo perna abaixo, bem devagar. Logo diante do meu rosto, se desvendou aquela bucetinha linda, toda depilada, dando pra notar que escorria de sucos pelas partes internas das coxas da minha jovem dona.
- Deita de costas no sofá.
- Sim, doutora. – Deitei.
- Agora, eu quero que cheire minha calcinha enquanto eu analiso sua gaiola. – Disse laura, “vestindo” a calcinha dela na minha cabeça, de maneira que o fundilho ficasse bem sobreposto à minha boca e nariz.
- Cheira bem gostoso, todo o perfume da sua dona. Você tem que me reconhecer pelo cheiro dos meus suquinhos de deusa, tá? Decora bem.

Por um instante pensei na possibilidade de Laura estar fazendo uma menção ao fato daquele jogo que Jéssica inventou, em que eu deveria adivinhar quem eu estava chupando pelo gosto e cheiro de suas bucetas. Estaria Laura com ciúmes? Sei lá. Podia ser coisa da minha cabeça.

Minhas nádegas ardiam, pressionadas nuas contra o couro do sofá. Laura bateu pouco com a palmatória de madeira, mas bateu com força. Meu pau babava de tesão por me sentir assim tão submisso e humilhado. Laura me puniu como se eu realmente fosse um escravo que ela comprou no mercado negreiro do século XIX. E aquilo estranhamente me convenceu de que realmente eu devia obediência a ela. Aquele tesão todo reprimido estava mexendo com minha cabeça. Eu começava a ACREDITAR que era mesmo uma propriedade de Laura. Um objeto, que só pertencia a ela. 
Eu só delirava com o cheirinho da minha Deusa e imaginava que tipo de "teste de respeito a mulheres mais velhas" a professora Marise estava se referindo. Bem, eu só descobriria no dia seguinte.
Logo senti Laura agarrando suavemente meus genitais com uma das mãos. Olhei de relance, e vi Laura depositar uma massinha branca sobre o lacre que a professora Marise tinha usado para me marcar. Não entendi bem o que era. Apenas deitei a cabeça de novo, entorpecido com o cheirinho do cuzinho suado de Laura impregnado no fundilho da calcinha. Enquanto isso, ela mexia minhas bolas de um lado para o outro junto com meu pau trancado, tentando fazer alguma coisa que eu não estava entendendo direito o que era. 

Mais tarde, viria a descobrir que além de linda, gostosa, malvada e dominadora, Laura era muito, mas muito inteligente também. Mas sobre isso, eu conto numa próxima oportunidade.


Próximo Capítulo: 14º Dia - Método Radical Para Evitar Minha Ereção

6 comentários:

  1. perfeito, cada parte desse conto e um tesao..

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  2. Parabéns! Cada capítulo lido é um aperto a mais dentro da minha gaiolinha. E este em especial, já que estou começando a me adaptar ao CB6000s. Esperando ansiosamente o próximo.
    Abç

    cornoemcastidade@outlook.com

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  3. Carambaaa que muito loco esse capitulo, acho que vai explodir meu cb6000s!

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  4. Nossa, esse TCC está ficando cada vez melhor, estou ansioso pela continuação.

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  5. Valeu o incentivo galera, já estou rascunhando o 14º

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  6. Muito bom, não demora a postar o TCC, pois ficamos na expectativa. Obrigado!

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