O TCC de Laura - 15º Dia - "A Cobaia Vai Conquistar a sua Doutora?"

Para variar, mais uma noite de sono leve e muito tesão represado. Aquela frase ficou martelando na minha cabeça a noite inteira:

"Não se esqueça de amanhã trazer seu diário. Já está atrasado alguns dias. Preciso colocar seu depoimento no meu trabalho."




Eu sabia que ao acordar, teria que por no diário de castidade tudo aquilo que eu estava sentindo. Eu sei, o que eu estava sentindo em relação ao fato de estar privado de orgasmos. Mas e o que eu estava sentindo no coração? Será que não teria nenhuma relevência para o estudo dela? Não sei. Abri o caderninho e fui preencher primeiro a data. Que dia é hoje mesmo? 12 de junho!

“Caralhoooooooo!!! Hoje é dia dos namoradooooooosss!” Gritei sozinho no meu quarto. Eu estava louco de tesão e ainda por cima apaixonado. Não conseguia tirar Laura da minha cabeça. Nem da de baixo, nem da de cima. Ela era linda, deliciosa, dominadora, decidida e muito, mas muito inteligente. Não tinha como não me apaixonar. Resolvi escrever. “Tem que  ser formal, sincero e sucinto”, dizia sempre Laura a respeito de como eu deveria escrever. Mas no item “sentimentos” não consegui ser nada sucinto, apesar de que fui muito sincero. Respirei fundo, deixei os pensamentos nela me inspirarem. 


Aí está meu diário em 12 de junho daquele ano:

“Relato da cobaia dia #15:

Aspecto externo: meu pênis se encontra normal, sem ferimentos nem inchaço importante. A Gaiola está intacta, presa pelo cadeado da Doutora e o lacre da professora orientadora.



Ânimos: Muito disposto, cada vez mais. Parece que o tesão que a abstinência forçada promove é um combustível melhor que a cafeína.

Libido: segue como nos relatos dos dias anteriores. Intenso, frustrante e me desconcentra de atividades muito paradas. Angústia pelo alívio do orgasmo forte e aumentando.

Sentimentos: não tem jeito, estou apaixonado pela minha pesquisadora. Não sei dizer se por conta de tanta atração sexual e de tantos estímulos não aliviados que venho recebendo nesses 15 dias. Só sei que não consigo tirá-la da minha mente. Faria tudo por ela. O que ela me pedir. Mas não em troca de um prêmio, de uma soltura temporária do cinto de castidade, ou de qualquer outra recompensa. Simplesmente porque ela é linda. Por fora e por dentro. Não sei se é impulso decorrente da minha condição de cobaia sexual, mas digo no momento que o que sinto é isso: vontade de estar o tempo todo com ela, lhe fazendo as vontades, paparicando, servindo, sendo seu protetor e amigo. Sei que sou um mero material de estudo dessa linda cientista. Mas se por um só momento essa cobaia tivesse a chance de mostrar o quanto eu a amo, ela saberia exatamente com qual intensidade eu a desejo como sendo minha. Minha musa, minha namorada, minha amante, minha Dona, minha Rainha, minha Deusa. Enfim, meu sentimento se resume em uma palavra em relação à estudante brilante que me usa como seu objeto de pesquisa: entrega.”

Meu coração estava batendo forte. Ficava imaginando como seria entregar o diário para ela e ter que encarar a reação dela. Seria rejeitado? Ela debocharia de mim? Ela desistiria de me estudar, por entender que acabou ocorrendo uma ligação emocional da minha parte, e isso comprometeria o resultado da pesquisa, tornando-o passional? Ou ficaria feliz em saber, mas prosseguiria me mantendo sua mera cobaia? Não sabia o que pensar. Passava tudo na minha cabeça, menos ela recebendo isso e me correspondendo, me dizendo que também me ama. Não sei se era por defesa, mas não conseguia imaginar isso.

Não reuni coragem suficiente para ir até a casa dela e entregar o diário. Tirei uma foto com o smartphone e abri o Whatsapp dela. E aí, mando ou não mando? Ah, quer saber, vou mandar. Depois eu vejo no que dá. Pensei. Tirei a foto. Abri o zap com a Doutora. Carreguei a foto. Mandei. Meu coração bateu a mil. Fiquei esperando as gaiovotinhas do zap azularem.

Só depois de mais de duas horas Laura visualizou. Meu coração disparou quando li "Doutora Laura está digitando...". Aí, apareceu simplesmente essa mensagem:




       Nem pensei. Fui logo me arrumar e disparei em direção à casa de Laura. Eu estava muito, mas muito tenso com tudo aquilo. Será que ela ficou muito irritada pelo fato de ter praticamente me declarado? Será que ela ia desistir de me estudar?

Com o coração na mão, toquei a campainha da casa de Laura. Ela abriu a porta. Estava assim:




"Quer dizer que minha cobaia está apaixonada por sua Dona?" Ela fez questão de se referir a mim no feminino de novo. 
"Sim, doutora. Não consigo mais esconder. Só penso em você o tempo todo. Quero ser seu. Todo seu." Respondi de pronto.
"Vem cá." Disse ela, suavemente autoritária. Sem levantar a voz. Segui até diante dela, olhando para baixo, em direção aos seus pés delicados. "Ajoelha." Obedeci. Fiquei de joelhos para ela. "Olha pra mim." Olhei para cima e me deparei com a visão daquela deusa maravilhosa, aqueles seios volumosos sustentados pelo lindo sutiã que os abraçava. Em seguida, Laura se abaixou até mim e me agarrou, me beijando na boca com volúpia, e me puxando para deitarmos sobre o tapete macio que estava logo abaixo de nós.




"Eu também sou louca por você. Te quero pra mim. Eu queira esperar o estudo terminar para possuir você, mas eu não aguento mais. Foda-se a papelada." Declarou-se Laura entre nos intervalos entre os beijos que devoravam minha boca.
Ela me deixou ali, deitado, zonzo de tanto tesão misturado com paixão, e pelo momento inacreditável que se desenhava ali. Voltou com uma chave pequena e uma tesoura nas mãos.
"Vamos abrir o meu presente de dia dos namorados, né? Não foi isso que você trouxe pra mim hoje?" 
Fiquei sem graça, por não ter trazido nada, nem uma rosa ou um cartão sequer. Mas eu nem podia imaginar que ela reagiria dessa forma. Só pude responder:
"Desculpe, doutora. Mas eu não sabia..."
"Sshhhh! Esse é o seu presente para mim, certo? Ele não me pertence agora?"
"Na verdade, há 15 dias que ele é seu."
"Mas como sua pesquisadora, não como mulher."
"Certo. Então, sim, esse é o meu presente para minha doutora."
"Namorada."
"Minha namorada."
"E dona."
"Minha dona."

Laura pegou em meus genitais, inchados e vermelhos pelo aperto da ereção dentro do cinto de castidade. Delicadamente ela destrancou o cadeado. 

"Agora, só falta remover esse lacre aqui."
"Mas, e a professora Marise?"
"Eu já providenciei uma forma de enganá-la."
"Como?"
"Você não lembra que eu tirei um molde? Você estava deitado aqui no sofá, e eu modelei seu lacre em uma massinha branca, lembra?"
"Ah, acho que sim."

Laura pegou um saquinho cheio de lacres idênticos ao original, todos com a mesma numeração. Fiquei de queixo caído.

        "O que a professora não contava é que eu tenho conhecidos na arte com plásticos. Agora, eu posso te soltar a hora que eu quiser, e ela vai continuar achando que mantém o controle sobre você."
"Maravilhosa."
"Obrigada. Você achou que eu ia deixar o MEU cobaia, e agora MEU namorado, nas mãos de outra mulher intrometida? Vai achando!"

       Laura cortou o lacre. Depois retirou vagarosamente a gaiola metálica do meu pau, liberando-o para expressar uma rígida e pulsante ereção.

"Nossa. Você é mesmo bem dotado para um submisso. Imagino que essa gaiolinha deve apertar bastante." 

Eu estava gemendo e me contorcendo de prazer. Ela ia falando devagar, e deslizando quase sem encostar as unhas pintadinhas pela cabeça do meu pau, livre e solto. Eu estava quase gozando, só de ouvir a voz dela e receber aquela deliciosa tortura.



"Quero deixar bem claro: não é porque somos namorados agora que eu vou aliviar para você, viu? Vai continuar sempre sendo controlado em seu sexo. Por mim, só por mim. É isso mesmo que você quer? Você aceita essa condição para ser meu?"

Cara, era impossível negar aquele pedido. 

"Sim, doutora. Eu aceito." Respondi depois de suspirar mais uma vez por causa da intensa excitação que me eletrificava o corpo inteiro.

"Muito bem, bom menino. Assim que eu gosto. Não quero mais que me chame de doutora. Pode me chamar de amor."

Dito isso, Laura levantou, retirou a calcinha e voltou a deitar-se, desta vez por cima de mim. Eu fui para o céu e voltei ao sentir o peso, o calor e a maciez do corpo delicioso dela sobre o meu. Minhas mãos não tiveram outro destino a não ser percorrer cada centímetro das costas, das nádegas e coxas da minha mais nova namorada dominadora. Com habilidade, ela agarrou meu amigo feliz e o fez entrar em sua xana, que já estava completamente molhada, e escorria seus sucos pela minha virilha. 



Enquanto começava a cavalgar devagar, já conectados, me beijava gulosamente na boca e puxava meus cabelos, enquanto eu podia sentir toda maciez de sua bunda com minhas mãos ansiosas. 



O orgasmo foi inevitável. Gozei tão forte que parecia que ia desmaiar. Nunca um orgasmo meu demorou tanto para acabar. Mesmo percebendo que eu já tinha gozado, Laura não diminuía o ritmo de sua cavalgada. Queria gozar também. Meu pau nem chegou a começar ficar mole, ela explodiu em um gemido alto e gostoso, se debulhando em um orgasmo que parecia querer sentir a muito tempo. Um gozo montando em seu namorado.




Depois que tudo acabou. Laura se deitou sobre mim, exausta. Seu perfume misturado com o cheiro de seu suor me deixava embriagado de paixão. Um relaxamento profundo tomou conta de mim, afinal, já havia 15 dias que não sabia o que era aquilo, fora os dias que estava sem gozar ainda antes de ser preso em castidade.

"Te amo." Disse Laura. Aquilo em encheu de alegria.
"Também te amo." Respondi de pronto.
"Amanhã quero te marcar. Você agora é meu, não quero deixar você nem um dia sem estar bem marcadinho como minha propriedade."
"Sim, amor. Tudo o que você quiser." Respondi apaixonado, sem ao menos querer saber do que se tratava aquela 'marca' que ela insistia em dizer.

E assim começou nossa relação. Eu só não sabia como o trabalho dela iria ficar dali para frente. Mas querem saber? Eu nem me importava. Eu só queria o que já tinha conseguido: me tornar dela. Só dela.

Logo conto para vocês como que Laura de fato pretendia me marcar. E me marcou. Para sempre.

12 comentários:

  1. Nossa valeu a pena esperar rsrs... muito bommmmmmm.... gostei... parabens squal... att icr

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  2. Aguardando a continuidade!

    A historia está ótima, muito detalhada e excitante​, parabéns squal

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    1. Valeu Botas! Sempre bom ter esse feedback.

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  3. Muito bom, poderia sempre fazer com datas especiais assim,
    Não faz muito sentido com relação ao tempo mas não ligamos haha

    parabéns pelo blog

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    1. Valeu Johnny! Se coincidir com alguma data vou buscar sempre fazer um link. Obrigado

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  4. Acho que a história acabou aqui, perdeu o sentido da história que é ficar 30 dias casto, desculpe mas é minha opinião.

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  5. Show... Muito bom !

    Solta sequência logo

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  6. Ao ler o título pensei que era o fim de uma das melhores histórias que já li na minha vida. Aguardo ansiosamente pela continuação, não importa o tempo que leve, fiquei muito feliz pelos personagens e por saber que haverá mais. Parabéns Squal, parabéns mesmo!!!

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    1. Não é o fim, amigo. O contrato que o cobaia assinou é de 30 dias! Kkkkk

      Obrigado pelo like!

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