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6 de abril de 2024

Artigo: Como convencer a esposa a ser keyholder?


Um dos principais pedidos que recebo de amigos leitores, desde que assumi o blog em janeiro de 2014, é para ajudar a convencer suas esposas a, pelo menos, experimentar um momento em que estejam trancando as chaves de seus maridos. Infelizmente, não há fórmula mágica, nem "ajuda dos céus" pra isso.
 

Eu sempre disse (e digo até hoje) que não há possibilidade de mudar a mente de uma pessoa se ela estiver firme em sua convicção de fazer ou não fazer algo. Se a mulher é convicta de que uma fantasia louca de trancar o pinto do marido em uma gaiolinha de plástico ou metal é algo absurdo, estranho, bizarro, cruel, injusto, etc., é muito difícil abalar essa convicção. Dificilmente elas vão se enxergar usufruindo de uma condição de dominadora e dona das chaves assim, facilmente, como nós sonhamos que elas assim o façam.



No entanto, pode haver uma esperança ainda. Basta conseguir vencer essa resistência inicial, que é muito justa e natural da parte dela. O homem tem que ser compreensivo e se colocar no lugar dela. Como receberia a informação de que o outro cônjuge deseja algo assim?

Uma grande dificuldade que esses leitores esbarram é saber como avaliar o possível nível de aceitação da esposa quanto ao fetiche. Vou passar algumas dicas que são fruto de minha experiência com minha esposa:

1) Quando você reunir coragem para revelar sua fantasia de ser um maridinho em castidade, não despeje milhões de informações ao mesmo tempo sobre ela. Trace um plano de ir despertando ela para a ideia de te controlar, de forma gradativa. Na primeira conversa, não diga que você vai usar um cinto de castidade, que ela vai ter que controlar seus orgasmos, te fazer um calendário de permissão pra gozar, sobre higiene do cinto de castidade, etc. A não ser que ela se interesse positivamente pelo assunto logo de cara, e você sinta que ela quer saber mais e mais, a cada nova revelação que você dá a ela. Do contrário, dê tempo de ela digerir cada nuance do fetiche antes de ir se aprofundando nas características mais fetichistas da coisa. Comece pelo aspecto romântico da renúncia masculina em prol do maior prazer feminino, maior dedicação à felicidade dela, que vai ser uma maridinho mais atencioso, atento aos desejos e interesses dela.


2) Uma outra boa dica é terceirizar a história. Comece dizendo que um "amigo de trabalho" te fez uma fofoca a respeito de um outro colega. Disse que a esposa desse colega decide quando ele vai poder gozar quando fazem sexo. E a razão pra isso é que a esposa dele descobriu que ele se masturba escondido. Pergunte o que ela acha sobre essa atitude da esposa do tal colega vítima da fofoca. Dependendo a resposta, da reação dela, você será capaz de avaliar se ela apresenta um campo de ideias fértil para você desenvolver o assunto. Se ela disser: 

"Nossa, que coisa estranha. A mulher mandar no prazer do marido!" 

Ou algo assim, contra-argumente, dizendo: 

"Ah, mas se ele fica batendo punheta escondido e acaba não sobrando energia na cama pra satisfazer a própria esposa... você não acha justo que ela aproveite, já que ele pediu?" 

E escute o que ela tem a dizer depois disso. Você a conhece bem para avaliar se vai ser possível prosseguir na tentativa de convencimento.  


3) Se você procura uma forma de "terceirizar" a primeira informação a respeito do fato de você ter esse fetiche, aconselho a primeiro: sondar se ela apresenta uma certa tendência a te ouvir, ainda que ache o fetiche estranho a uma primeira vista. Tendo isso como certo, apresente para ela a "Carta para Minha Amada", de Sarah Jameson. Nessa carta, sua esposa terá a oportunidade de ler um depoimento de outra mulher, o que poder ser mais interessante do ponto de vista do convencimento. Leia a carta com atenção e verifique se pode ser aplicada para o seu caso. Tente não modificá-la tanto, para não perder o efeito feminino da persuasão. Mas adapte o pouco que você julgar necessário, sem fazê-la perder a originalidade.

Clique no link aqui embaixo para fazer o download do arquivo editável!

2 comentários:

  1. Legal! Estava com saudade de um artigo no blog

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  2. Olá, vejo seu blogue desde Portugal.
    Adorei essa carta para a Amada.
    A minha sugestão era fazer também uma carta para a esposa fazer o marido de Corno.

    Saudações

    ResponderExcluir

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