26 de maio de 2014

"A Saga de Beto - Parte 18"

   Parte 18 - Assinando o Contrato


           Acordei sobre meu travesseiro, de uma noite que até foi bem dormida. Ainda estava muito excitado, mas parece que aquela tal "ordenha" a qual Cris se referiu e fez em mim, de fato me deram um certo alívio. Pois pela primeira vez não dormi batendo o queixo e trincando os dentes de tesão. Minha boca ainda 'colava' devido ao meu esperma que tinha engolido, pois nem pra lavar a boca ela me soltou das algemas. Estava ali, preso do jeito que ela me deixou à noite, humilhado e vestido de menina. Meu pênis estava sem o cinto de castidade, e eu ainda não sabia o motivo. Logo pude ouvir a melodiosa voz de minha esposa, me lembrando do meu tão desconhecido e assustador destino:


         - Bom dia, querido! É hoje! Vamos conhecer o Spa!

         - Sim, é mesmo. - Respondo ainda com os sentimentos confusos.
         - O que foi, bebê? Tá tristinho com o quê?
         - Nada. - Minto.
         - Ah, Beto, fala logo! O que foi? Já sei... Charles, né?
         - Sim, Cris, na fantasia é uma coisa, mas saber que você se entregou pra outro homem sem ao menos eu saber...apesar de eu morrer de tesão em te imaginar tendo horrores de prazer com outros homens, nesse caso eu me senti traído.
         - Oum, bebêêê... me desculpe, mas foi por uma boa causa! Sua mulher não está do jeito que você queria? Vai me dizer que você não está adorando?
         - Estou, inclusive, chocado com tanta coisa que você fez comigo que eu nem sabia que existia nesse meio. Você sabe né, conheci esses relacionamentos alternativos a pouco tempo. Só conhecia basicamente o cuckold. Mas ser vestido de mulher, ser enrabado e humilhado, elevou meu tesão nas alturas, ao mesmo tempo em que saber de seu...caso com o tal Charles, bem...também me deu tesão, mas senti também um baque.
         - Ah, querido, olha, então eu quero que você faça uma escolha.
         - Escolha? Qual?
         - Vem comigo.

         Cris me levou até a sala. No sofá, eu pude ver, de um lado, o meu cinto de castidade junto com alguns dildos e uma lingerie linda, toda rosa-choque, calcinha e sutiã de cetim com bordado e lacinhos. Sobre a lingerie, um papel impresso com um texto cujo título pude ler "Contrato de Relacionamento FEMDOM".  Do outro lado do sofá, ela colocou minha cuecas, todas espalhadas e a chave do meu cinto de castidade.


          - Pronto Beto. Acho que chegou a hora de você se definir de uma vez! Estou cansada dessa sua dualidade, ora morre de tesão, ora está triste e se sente traído. Agora, depois que você experimentou o que é ser dominado, feminizado, e deixado em castidade, você terá de fazer uma escolha. Aquilo que você escolher eu vou respeitar, claro, pois tudo que envolve intimidade e fetiches deve ser consensual. De um lado, você tem suas cuecas, símbolos da sua masculinidade, a qual você sempre esbravejou possuir e expressar. Se você escolher suas cuecas, a chave do cinto de castidade também será sua. Você estará livre, não deverá mais nenhuma obediência a mim e o nosso relacionamento volta a ser o que era, baunilha. Mas saiba que se escolher essa opção, e eu descobrir que você está acessando sites de cuckolding de novo, eu vou considerar como traição, e vou embora. Do outro lado, Se você escolher a lingerie, continuaremos nessa onda de eu te dominar, trancar em castidade, e você viverá para me satisfazer e deixará que eu seja livre para decidir a melhor forma de sentir prazer. Você passará a usar APENAS roupas íntimas femininas por baixo da sua roupa de trabalho, ou qualquer outra. Nós assinaremos um contrato, que descreve bem as regras que eu estabeleço para o nosso relacionamento. E então, o que me diz?


           Eu congelei por alguns segundos, olhei para as minhas cuecas, a chave do meu cinto de castidade e me lembrei dos tempos em que eu podia livremente pensar na mulher que eu quisesse e me aliviar no banheiro. Pensei por alguns segundos na minha liberdade, na paz que é não ter que me preocupar com que os outros vão pensar de mim, de não ter que dar satisfação a ninguém sobre minha posição no casamento diante da sociedade machista como a nossa... depois olhei para as peças cor-de-rosa tão delicadas, lindas, e para o meu holytrainer, que para mim tinha sido o instrumento de uma experiência nova e extremamente excitante, estar sob o controle total da minha deusa, que me castigava usando meu tesão contra mim...

         
           - Se eu aceitar ser seu submisso cuckold, um dia você vai me deixar?
           - Ai, Bebê, a gente já falou sobre isso, eu já não te disse que eu te amo, e que com você, só com você eu me sinto completa emocionalmente? Pra mim, relacionamento sério é isso, amor, cumplicidade, conexão de almas. E você me completa, é minha alma gêmea! Jamais vou deixar você! Eu quero você assim, desse jeito, sendo quem você é, submisso, obediente, lascivo, cúmplice. Quanto mais desse jeito você se comportar, mais apaixonada e ligada a você eu vou ficar, pode ter certeza.

            Ouvir aquilo de Cris me soou como música. Eu passei a sentir muita segurança naquilo que ela queria pra mim, e que na verdade, eu mesmo desejava ardentemente: ser um casto, cuckold, submisso! Meu pênis começou a dar o sinal pra ela do que eu ia decidir:


            - Acho que eu sei qual vai ser sua decisão, hahahaha!

            - Onde eu assino?
            O sorriso dela brilhou como eu nunca tinha visto:
            - Você não vai ler antes? Tem coisas pra preencher também, rsrsrsrs...
           
            É claro! Eu estava tão excitado e nervoso com aquela decisão tão importante, que eu nem me lembrei do quão curioso eu estava sobre o que ela tinha escrito no contrato. Eu peguei o papel e li os termos:


Contrato
De Submissão Masculina

Capítulo 1 – Introdução.
           
Art. 1 - Este contrato tem por objeto fazer os acordos entre o casal que se resume essencialmente em uma condição de relacionamento onde a mulher domina e o homem obedece. Uma vez assinado deverá ser obedecido pelo homem na íntegra, a não ser que sejam feitos aditivos que mudem, retirem ou acrescentem cláusulas, em comum acordo e com ambas as assinaturas aditivas.
Art 2. – O submisso deverá fazer com que sua participação no relacionamento, seja totalmente devotada à satisfação e desejos de sua dominadora, suas vontades e desejos, que sempre serão superiores a qualquer um que o submisso possa ter. Apesar de este contrato tratar de uma situação aparentemente abusiva do ponto de vista do escravo, é necessário ressaltar que se trata de uma prática totalmente consensual entre seus participantes, onde ambos estão em busca do prazer. É claro que o submisso tem desejos que podem (e algumas vezes ele vai merecer) serem satisfeitos, mas seu real prazer consiste em estar submisso à vontade superior de sua dona, sempre disposta a satisfazer TODAS as necessidades dela.
Art 3. – Estão proibidas práticas que envolvam sangue, fezes, agulhas, objetos cortantes e perfurantes, choque elétrico e fogo.
§ único – do capítulo 2 ao 6, estão descritas praticas que, se a dominadora desejar fazer ou receber, o submisso não poderá recusar, salvo, dentro desta prática, os limites rígidos específicos declarados no corpo deste contrato.
           
Capítulo 2 – Tratamento.
Art. 3 – A mulher deverá ser tratada pelo submisso por MINHA SENHORA.
Art. 4 O submisso deverá tratar sua dona com total respeito, nunca se dirigindo com um termo contrário ao que está expresso aqui, sob pena de receber um castigo educativo.

Capítulo 3 – Palavra de Segurança
Art. 5 - Quando esta palavra for dita pelo submisso, a dominadora obrigatoriamente deve parar a prática, pois entende-se que o submisso atingiu o limite de suportá-la.
§ 1º – A palavra de segurança do submisso:_________________
§ 2º -  Gesto de segurança (quando estiver amordaçado): __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
§ 3º - Ruído de segurança (quando estiver amordaçado e amarrado): __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Capítulo 4 – Spanking
Art. 7 – O submisso concorda em apanhar com palmadas, ou qualquer objeto que venha a arder na pele, até o limite que será declarado por meio da palavra de segurança. A dona não precisa dar satisfação sobre o motivo de estar batendo, pode ser simplesmente pelo prazer em bater ou para aplicar algum castigo. Se for para corrigir algum comportamento do submisso que não a agrade, ela dirá o motivo antes da correção. A senhora pode mandar que o submisso conte as vezes em que apanhar, em sinal de agradecimento e submissão à sua dona.
Limites (onde pode bater livremente, onde só de leve, e onde o submisso não permite em nenhuma hipótese):
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Art. 8 – Para ser educado, o submisso se compromete a se posicionar da maneira como a dominadora deseja, seja deitado de bruços, de costas, ajoelhado, de quatro, ou de pé.
Art. 9 – O submisso aceita apanhar de sua dona enquanto é mandado fazer outra prática, como por exemplo, sexo, masturbação, podolatria, faxina e arrumação do quarto, cheirar-lamber-chupar as roupas íntimas dela, e quaisquer outras que a criatividade trouxer, desde que estejam selecionadas no Capítulo 7 – “Práticas Aceitáveis e Não-aceitáveis”.

Capítulo 5 – Bondage
Art. 21 – O submisso deverá se submeter a ser amarrado, algemado, amordaçado e vendado, e a usar espaçadores de braços e de pernas, se assim a sua senhora desejar para sua própria satisfação.

Capítulo 6 – Relação sexual e Castidade Masculina
Art. 10 – O submisso se submeterá sem reservas a qualquer forma de relação sexual e física com sua dona, incluindo inversão de papéis, no qual a dona poderá praticar sexo anal em que o submisso é o passivo, utilizando consolos, vibradores, plugs, etc. incluindo também qualquer espécie de troca de fluidos entre o casal, exceto o que envolva fezes ou sangue. Incluem-se CHUVA DE PRATA e CHUVA DOURADA (o submisso aceita receber em qualquer parte do corpo, incluindo engolir, a saliva e a urina de sua senhora, como sinal de obediência e adoração). Bem como, engolir o próprio sêmem como forma de treinamento ou humilhação pelo fato de ter ejaculado, símbolo de masculinidade a ser reprimido
Art. 11 – O orgasmo será concedido ao submisso somente se a dominadora julgar que ele merece. Como forma de punição, o orgasmo pode ser negado, inclusive com o uso de cintos de castidade.
Art. 12 – O submisso não poderá se tocar para obter prazer (masturbação) a não ser sob expressa autorização da dominadora.
Art 13 – O submisso aceitará ficar em castidade, preso pelo cinto de castidade, pelo tempo que a sua dona quiser, como forma de manter a libido do submisso sempre em alto nível, proporcionando maior obediência e devoção aos caprichos de sua deusa. A senhora terá flexibilidade no período de uso e adaptação considerando as possíveis assaduras ou situações especiais que exijam a retirada do cinto.
Art 14 – A soltura do cinto de castidade será somente para o prazer e usufruto de sua senhora, sinal de que o órgão sexual do submisso pertence somente a ela a partir da assinatura deste contrato.

Capítulo 7 – Feminização
Art 15 – O submisso aceita ser vestido de roupas íntimas femininas, de qualquer tipo, e usá-las no local e pelo tempo em que a dominadora quiser.
Art 16 – O submisso aceita ser maquiado, DEPILADO EM TODAS AS PARTES DO CORPO, usar adereços femininos, como perucas, seios postiços, unhas pintadas, joias, brincos, e roupas femininas em geral, de acordo com os desejos de sua dominadora, dentro das quatro paredes, sempre que ela assim o quiser. A senhora tem a liberdade de tentar convencer o submisso a expor, caso ele esteja um pouco relutante, a sua condição de feminizado para as amigas e amigos de confiança dela, com a finalidade de fazer uma amostra do quanto ele é submisso a sua dona, para mulheres, homens e casais interessados na prática da dominação feminina como um todo, que forem do grupo de confiança da dominadora.


Capítulo 8 – Cuckolding
Art 17 – Considerando a pouca satisfação que a senhora terá por parte do pênis do submisso, tanto pelo seu tamanho reduzido, quanto pelo fato de que vai estar a maior parte do tempo trancado em castidade, a senhora poderá suprir suas necessidades sexuais de fêmea com outros homens, quando lhe der a vontade.
Art 18 – O submisso poderá, depois que a senhora apresentar no mínimo três opções de comedores para si, dizer qual deles que poderá possuir sua senhora, sendo que a senhora terá a primazia de tentar convencer o submisso de qual ela mais gostou.
Art 19 -  O submisso pode optar por ficar em casa enquanto sua senhora sai, pode optar por leva-la ao encontro e ficar do lado de fora do quarto onde ela esteja com o amante, ou ainda presenciar e até mesmo participar da transa como assistente de sua senhora, ajudando o amante a penetra-la ou apoiando o corpo de sua senhora conforme ela for ficando nas posições sexuais que o amante a colocar. A senhora, claro, tem a liberdade de convencer o submisso a fazer da forma como mais agrada a ela, mas respeitará o limite do submisso que relutar em alguma dessas modalidades de cuckold.
Art 20 – O submisso aceita ser humilhado pela senhora com relação a ouvir dela sobre todos os detalhes que ela quiser compartilhar com ele a respeito de como foi a transa com o amante.
Art 21 – O submisso se compromete irreversivelmente a praticar o sexo oral em sua esposa após ela retornar de seu encontro com o amante, caso ela queira, pelo tempo e da maneira que ela assim exija.


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BETO – MARIDO CASTO E SUBMISSO



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CRIS – HOTWIFE DOMINADORA E KEYHOLDER



                Conforme eu ia lendo o que ela escreveu, meu pênis babava na calcinha, ao mesmo tempo em que meu coração explodia dentro do peito de tanto medo daquilo tudo. Eu estava formalmente aceitando, ao assinar, minha condição de pleno submisso, corno e casto, o que parecia ser um sonho, mas ao mesmo tempo trazia assombros. Já pensou ficar exposto a outras pessoas vestido de mulher? Ajudar outro homem a comer minha esposa? Absurdo! Mas que tesão!! Não aguentei, peguei a caneta.


                 - Ai, bebê, meu amor, você não sabe como eu fico feliz e como meu amor por você aumenta vendo você assinando esse contrato! 

                 - Eu sei, minha senhora, eu também te amo, do mais profundo do meu ser! Eu aceito minha condição de submisso à senhora, de obediência e devoção, quero atender aos seus caprichos. Mas eu acho que vou precisar de ajuda pra conseguir atender a alguns aqui, rsrsrsrs...
                 - Eu sei, meu amor, olha, eu jamais vou extrapolar seus limites. Mas pode ter certeza que vou sutilmente e com persistência fazer você superar todos eles. Eu vou te ensinar tudo o que eu sei, e o que eu não sei, nós dois vamos aprender juntos.
                 - Como?
                 - Ora, no spa, esqueceu? Eu fui tão bem no curso, que ganhei um pacote de treinamento de casal por dois dias. Nós temos hoje a partir da 1 da tarde até amanhã às 21:00 para passar pelo intensivo. Vamos juntos lá tomar seu banho direitinho, eu preparei a banheira e os acessórios pra você. Depois vou escolher suas roupas e vou deixar em cima da cama.
                 - Sim, senhora.
                 - Ah, espera aí, estamos esquecendo de uma coisa importante.
                 - O que?
                 - Seu pintinho não pode ficar por aí soltinho. Já pensou, ele te convence a querer lembrar dos tempos de liberdade masculina, quando você podia tocar nele e se aliviar livremente? Nananinanão, vem aqui!




                 Cris me puxou pelo meu pinto e pegou o Holytrainer. Só que meu pau estava muito, mas muito duro. Ela então disse:


                  - É... acho que vou ter que apelar. Apoia as mãos no sofá e empina bem a bunda pra mim.

                  - Sim, senhora... - Gemi de tesão com a ordem dela.
                  - Isso, vamos deixar esse cuzinho está bem receptivo...rsrsrs - Disse deixando cair gotas geladas de gel lubrificante na parte de cima do meu rego. Elas foram escorrendo até o meu ânus e depois de fechar a tampa da bisnaga, Cris passou os dedos nele, espalhando por todo o orifício. Enfiou um dedo devagar me arrancando um gemido de prazer. 
                  - Isso, assim, bem fêmea pra mim. Putinhas adoram levar dedinho no cu, assim, sabia?
                  - Sim senhora! Ahhh
                  - Isso, geme pra mim assim, boa menina, assim que eu gosto, obediente e submissa! 

                  Cris começou a estocar dois dedos no meu rabo, me levando a loucura de tesão, como eu senti na noite anterior. Aquela sensação de quase-orgasmo que me deixava maluco, e o gozo nunca vinha, só o fio de fluido transparente pendulando da cabecinha do meu pinto dava sinal do quanto eu estava excitado. Aos poucos, conforme ela ia enfiando os dedos deliciosamente no meu cu, meu piru foi ficando mole. Ela percebeu e disse:


                   - Agora, vou enfiar esse plug-vibro em você devagar, pra livrar minhas mãos, viu?

                   - Sim senhora.
                   - Você quer?
                   - S...sim, senhora Cris.
                   - Então pede!
                   - Minha senhora, enfia esse plug em mim.
                   - Não me convenceu, acho que você não tá merecendo.
                   - Ai, minha senhora, por favor, enfia esse plug no rabinho do seu submisso, vai, eu imploro, por favor!




                    Senti a pontinha gelada dele abrindo meu buraquinho. Aos poucos senti a forma crescente invadindo e alargando, causando certa dor, e depois diminuindo de novo. Estava literalmente plugado.


                   - Pronto, isso deve manter seu pênis mole enquanto eu te tranco no cinto. Segura na base do plug e fica enfiando no seu cuzinho até eu mandar parar, tá? Assim ele não vai endurecer de novo.

                   - Sim, senhora Cris. - Eu estava admirado com o conhecimento que ela tinha. Como ela sabia que se eu mantivesse minha próstata estimulada pelo plug, minha ereção não retornaria?
                   - Pronto! Trancadinho como deve ser todo grelinho de fêmea submissa! Agora eu fico tranquila que você não vai me desobedecer e fazer besteira. - Disse retirando bem devagar o plug do meu rabo lubrificado.
                   - Ahhh...sim..oohhh,.... senhora!

                   Ela sorriu, me abraçou fortemente e me deu um beijo na boca apaixonado. - Te amo, Bebê, você está indo muito bem. 





                   -Agora vamos tomar o banhinho que eu te preparei, vamos?

                   - Sim, senhora.

                   Fomos até o banheiro pensando em como eu poderia estar vivendo aquela realidade, o quanto eu podia estar sendo um homem privilegiado por ter uma mulher tão lasciva, tão safada como minha amada esposa. Quando cheguei no banheiro fiquei impressionado. 

               - Olha, bebê! – Cris me apontou empolgada. O ambiente era mágico, as luzes apagadas, e Cris tinha acendido várias velas e as espalhou por onde pôde. A fragância das velas e, olhando em volta, a água cálida da banheira espumosa, o perfume dos sais e dos cremes, isso tudo poderia ser descrito como algum tipo de paraíso feminino.
            - Espero que goste das suas novas fragrâncias. – Ela sorriu apontando para uma série de produtos de banho e cuidados com a pele. Brisas de jasmim, pra ser mais específico. Shampoo, condicionador, sabonete líquido, óleo para o corpo, gel de depilação, tudo completo para a vaidade feminina.
            Enquanto eu entrava na banheira, a água morna, o óleo de banho, a fragrância, o sorriso de Cris, tudo isso me cobriu de uma sensação única de conforto e relaxamento.
            - Agora, você relaxa, e deixa a água e os óleos corporais amaciarem sua pele. E aqui... – ela disse, segurando uma bandeja. – Lave-se com cuidado, deixe os óleos de banho embeberem você todo, o sabonete, passe sobre a pele fazendo com que o perfume dele se fixe na sua pele. E uso isso, doçura, eu acho que você entende o que eu estou querendo. – Disse, me entregando uma lâmina de depilar rosa da Gillete.
            Cris me deixou ali, em paz, e eu fiquei ali, quase que num sono leve, o calor, o perfume, o óleo, tudo me envolvendo num estado de relaxamento que eu não me lembro de ter sentido na vida. Eu imaginei Cris, se vestindo e se maquiando para sair com um homem, e depois chegando em casa após passar a noite com ele. Como eu fui deixando minha mente vaguear por esses pensamentos, eu senti que aceitar isso poderia sim ser fácil, considerando tudo o que Cris me disse e me ensinou.


            Eu olhei para a Gillete rosa, lembrando do poder que ela tem de mudar uma pessoa. Verdade seja dita, eu tinha pouco pelo com que me preocupar. Seria muito fácil raspar os pelos do meu peito que parecia de um adolescente de 15 anos. Minhas pernas eram muito melhores que eu imaginava. Eu fiquei preocupado em me cortar, mas a lâmina era afiada e firme. Passando devagar, com calma, consegui deixar tudo bem lisinho. Eu lembrei como Cris se depilava e tentei imitar, com sucesso. Aparei em volta do meu pinto, com muito cuidado, e no saco também, deixando-o lisinho e macio, em volta do anel do cinto de castidade. Fiz o mesmo na região do períneo e do ânus, ficando tido bem liso. Puta que pariu, tenho que reconhecer, essa tal depilada com gillete faz muita diferença mesmo. Estava todo lisinho, parecendo de fato ter virilhas, pernas e bunda de mulher. 
            Levantando da banheira, eu vi as toalhas que ela deixou pra mim. O azul masculino sumiu, somente o rosa foi lembrado. Com alguma inspiração, eu  me sequei e peguei uma segunda toalha para enrolar em volta do peito, como Cris fazia. Foi um pouco difícil sustentar a toalha sem seios, mas eu consegui administrar e fui andando pro quarto, onde Cris estava sentada na cama, com alguns pacotes em volta dela, vendo televisão. Ela estava vestida divinamente com uma lingerie toda vermelha, um espartilho que levantava os seios dela de um jeito que me tirava o fôlego, mal cobrindo os deliciosos e pontudos mamilos. Meias 7/8 com as ligas presas nelas. Ela então pegou uma calcinha minúscula, vermelha também, se virou de costas pra mim e disse:

            - Vem aqui, vem, me ajuda a vestir essa calcinha. Vem me ajudar a me arrumar pra gente ir ao Spa. Eu quero beijos, muitos beijos heim!
         
            Puta que pariu! Esse pedido dela quase fez meu cinto de castidade rachar! Eu subi a calcinha pelas pernas lisas e macias dela bem devagar, e fui beijando cada centímetro da pele branca de suas panturrilhas e coxas macias. Eu ia subindo e beijando, enquanto Cris rebolava suavemente gemendo de prazer, sussurrando "isso..." ou então "boa menina...assim que eu gosto...". Até que cheguei na deliciosa bunda da minha esposa. Não aguentei e tasquei uma lambida no reguinho quente dela. A reação dela foi imediata:
          


              - <SLAP> Nada disso, hahahaha, eu não deixei, deixei?
             Cris me deu um tapinha de leve na cara. Não estava com raiva por eu ter lambido o rabinho dela, eu percebi na verdade que ela adorou, mas queria deixar claro que tudo que fosse ocorrer entre nós teria que estar sob o controle dela. 
               - Ai, vai pode lamber, vai, tá gostoso!

               Fiquei ali, por uns 20 minutos lambendo o reguinho e o cuzinho deliciso da minha deusa, o que para mim era um privilégio, um presente divino dela. Ela gemia de prazer enquanto se tocava no grelo para gozar. Gozou forte, considerando o gemido alto dela, enquanto dizia "Ai, minha linda menina! Isso, lambe assim gostoso vai!" Eu fiquei mais impressionado ainda, de o quanto minha esposa, antes tão comportada e cheia de pudor, tinha se transformado numa verdadeira puta devassa e louca por prazer. Ela libertou esse lado de fato! Ela queria usar o poder feminino que tinha para buscar a satisfação plena. E podia contar comigo como instrumento pra isso, afinal ela sabia que eu confiava plenamente nela e a amava. E eu sabia que ela me amava também, pois poucas mulheres fariam isso pelos fetiches dos seus maridos. 
                 Logo estaríamos no Spa, onde eu não sabia ao certo tudo o que ia acontecer. Minhas expectativas eram grandes, mas o que eu mais queria naquele momento era agradar a ela, já que eu estava recebendo o prazer de sentir o sabor daquele rabinho delicioso de mulher, da mulher que eu amo.










"CHUVA DOURADA: a polêmica"

 LICOR DIVINO        

Buscando abordar outros fetiches, que podem muito bem estar relacionados com a castidade masculina (afinal, estar em castidade nos estimula a nos submeter a qualquer capricho da nossa dona), resolvi falar sobre esse fantástico fetiche: chuva dourada.


                Considerando um contexto de dominação feminina, essa prática tem todo um contexto relacionado ao ato de a dominadora possuir seu escravo, se constituindo num símbolo de humilhação. A verdade é, que quando um homem encontra uma parceira (namorada, noiva, esposa) que aceite urinar sobre ele, ou dentro de sua boca ou outras partes do corpo, dificilmente esse homem sequer pensará em buscar outra mulher, tamanha intimidade, cumplicidade e satisfação plena que esse e outros fetiches provocam na mente submissa do homem. Fora o fato de que a urina é algo produzido pela genitália da parceira, o que se associa facilmente à conotação sexual do ato de urinar. É como se o homem considerasse que a urina de sua dona fosse uma carga abundante de fluidos vaginais, resultantes de sua incrível excitação com a entrega dele, o que torna o ato de receber a urina de sua amada, como o receber de um presente de valor incalculável.

        O sentimento de um homem que tem o privilégio de ouvir "abre a boca que eu quero fazer xixi", é de puríssima alegria e do mais intenso tesão. É a atitude máxima de entrega, confiança e cumplicidade que um casal fetichista pode atingir.




           Para o casto submisso, é como se estivesse a receber um licor, manjar de sua deusa, que o mantém em sua posição de subjugado, possuído e amansado. Quando uma mulher urina na boca ou no corpo de seu servo, ela está na verdade, marcando território, reforçando na mente do seu submisso que esta à pertence, que é a sua propriedade, seu território íntimo, e que nenhuma outra mulher poderá proporcionar a ele tamanho prazer e intimidade. A mulher que atende a esse fetiche de seu homem, pode estar certa de que jamais será traída ou abandonada por ele. Terá seu homem devoto, obediente e fiel para o resto da vida.



"Amor, adivinha onde você vai matar sua sede agora!"



"Aqui está, querido, sua coca-cola!"



"Você não passa de uma privada humana para que eu possa me aliviar!"

23 de maio de 2014

"Servindo e Divertindo a Domme"

"Chupa direito, amor! Cada dedinho, isso, assim, um - por - um ... gostei!"


"Adoro café! Vem aqui deixa eu ver se está bem trancadinho!


"Está muito excitado? Está? Rsrsrsr, não tô nem aí pra vc, rsrsrs...


"Quando eu faço assim no seu saquinho, seu pintinho começa a tentar ficar duro dentro do cinto, olha!"


"Agora vem cá... quero que você me chupe, mas por cima da minha calcinha! Não, assim tá ruim, seu imprestável! Sai!"


"Vamos ver se pelo menos pra me ajudar a vestir as meias, você serve como escravo! Hahahaha"


"Huum, assim de meia fica melhor de te provocar com o pé, você não acha, amor? rsrsrsrs!"


"Ai, fiquei excitada vendo você assim tão submisso, chupa assim agora, vai, chupa!"

22 de maio de 2014

""Fazendo o Casto Lembrar do Que Ele Não Pode Mais Ter

"Olha, amor, lembra de como é penetrar numa bucetinha, lembra?"

"Quando você era solto, você não dava valor pra isso, minha bucetinha ficava molhada e você desperdiçava isso, sozinho, no banheiro, pensando em outras mulheres, tsc, tsc, tsc... coisa feia...

"Agora, esse é o máximo de penetração que seu pintinho preso vai ter a partir de agora: preso e penetrando numa buceta de cyberskin. E quer saber? Eu sei que você está adorando isso, hahahahahaha!"

18 de maio de 2014

"Primeira 'REVIEW' Holytrainer"

Bem, como alguns vêm pedindo, tomei coragem e vou postar minhas reais impressões do uso do meu Holytrainer 2ª versão (sem cadeado)

- Quando comprei o holytrainer, no início de abril, pedi a versão transparente do produto. Foi tudo por email, pois pelo site, ainda não tem como comprar para o Brasil. Tive que gastar meu parco inglês com o Mike, para convencê-lo que ia comprar, que ia fazer um review no meu blog, caso ele me vendesse, e aí no fim da conversa, ele acabou dizendo que ia me mandar um. Só que a versão que chegou foi do branco. Meus leitores, demorou tanto pra chegar, eu estava tão ansioso para usar, minha keyholder gostou tanto do branquinho, que então eu decidi ficar com o ele mesmo.

- Achei que seria taxado na alfândega, mas não foi, não sei dizer aos leitores o motivo. Milagre, sorte, alguma coisa que o vendedor fez ou marcou na embalagem, não sei.

- Demorou 12 dias pra chegar. Achei rápido para um entrega internacional. Mandaram por uma tal de TNT express. 

- O que mais minha noiva gostou foi a novidade de não ter cadeado. É uma chavinha com uma pequena trava de metal que entra no orifício lateral, gira e tranca tudo, com a vantagem de não causar mais volume ainda na calça.



- Ela adorou a cor branca, disse que ficou "fofinho". Já de cara, constatei que a propaganda é real: extremamente confortável a resina biológica. É incrível!


- Eu escolhi o tamanho da gaiola 'small' pois não sou bem-dotado. Ficou no tamanho certo. Meu anel foi o de 45mm (classic), depois de seguir as instruções do FAQ do site da holytrainer:

http://holytrainer.com/en/FAQ-chastity.asp 

O maior período que eu fiquei até agora foi de 15 dias sem tirar. Vou listar as impressões:

HIGIENE:

 Sem complicação, mantive-o perfeitamente limpo por dentro, usando sabonete líquido, durante o banho, usando meus próprios dedos mínimos para introduzir entre a parede da gaiola e o pinto. Minha noiva me soltou lá pelo 7º dia e ficou comigo no banheiro (claro!) pra eu fazer uma limpeza mais completa, mas quando tirei, percebi que nem era tão necessária assim, mas foi bom ter limpado ele fora do pinto.
O melhor é urinar sentado, mas em uma emergência, estando na rua, dá pra urinar em pé, porém é importante verificar se a saída da uretra está bem alinhada com a janelinha da gaiola, pois se estiver escondida, o jato pode sair exprimido e escorrer pela perna (argh).

NOTA: 10

CONFORTO:

Extremamente confortável, comparado aos que eu já usei, CB-6000s e Birdlocked. Superou o silicone do bird. Eu até esquecia no trabalho que estava usando. O único revés, é que de madrugada, todos os dias, com a ereção noturna, a pele da parte de trás do saco arde com o repuxo do anel, devido à expansão do pênis. Isso para um usuário iniciante pode ser meio desesperador, por isso é importante um período de adaptação. Mas como eu já tinha sentido ardências piores com o CB, essa era leve. Resolvi esse problema, levantando, indo ao banheiro e urinando. Depois de uns 2 minutos sentado na privada e relaxando, o pênis amolece e a ardência pára. É incrível, mas nem parece que estava ardendo a pouco tempo atrás. Então, eu volto pra cama totalmente sem arder. Num tease and denial, durante o dia ou à noite, o pênis tenta ficar duro dentro do cinto, mas não consegue uma ereção completa, e não dói nada. Dor ZERO!

NOTA: 10 (comparado aos anteriores)

SEGURANÇA

Não enxerguei possibilidade de trapacear e tentar retirar o pênis do dispositivo. a parte de cima da gaiola esconde bem a base do pênis, e nem tentei puxar pra fora, pois só de começar a tentar, percebi que pode ser doloroso. Acredito, falando por mim, que não dá pra burlar o holytrainer mesmo, apesar de achar possível. Sugiro aos engenheiros da empresa que fabriquem num design que impeça com 100% de certeza a retirada do pênis, como acontece com o KSD-3G no CB6000s. 

NOTA: 8

É isso aí, galera! Qualquer dúvida, escrevam aí nos comentários!

Squal!






"Gozando como uma Boneca"



"Uau, olha só isso! Gotejando como uma verdadeira putinha ! Que gracinha! Ahn? Queria gozar? AAAhhhhhh, depois de adorar deixar você louco de desejo e totalmente obediente, você achou que eu ia deixar você satisfeito e insolente de novo? Nem pensar!" 

14 de maio de 2014

"Desafio das 1000 punhetadas"


Enfrente o Desafio das 1000 Punhetadas.

       Parece ser fantástico! 

       Itens necessários: Cinto de Castidade (claro), bolsa de gelo, algemas ou cordas pra amarrar as mãos do casto.

O jogo consiste no seguinte:
           1) Depois do casto ficar preso pelo período de, no mínimo 10 dias, keyholder abrirá o cadeado 1 vez por dia, algemará ou amarrará as mãos dele atrás do corpo, e começará a masturbar o casto, sendo que este DEVE contar as punhetadas da dona. Cada movimento de descer e subir a mão conta como UMA.
           2) No primeiro dia, a meta é que se atinja 100 punhetadas sem que o escravo goze. No segundo dia, 200. No terceiro, 300. E assim por diante. A meta diária deve ser atingida até a meia-noite, senão esse dia não conta e se repete a meta no dia seguinte.
           3) Durante a sessão de "tortura" o casto pode pedir uma pausa rápida para a keyholder parar e tirar a mão sempre que ele achar que deve, para evitar o orgasmo. Logo que se recompor, o casto deve pedir para continuar.


           4) Essa pausa será de, no máximo 30 segundos, a não ser que a keyholder queira prorrogar por mais tempo.
           5) O casto não pode pedir a pausa sem ao menos a keyholder ter punhetado 20 vezes, contados do início da sessão e 10 vezes contadas da última pausa.
           6) Se a keyholder achar por bem parcelar as punhetadas ao longo do dia, ok. Exemplo: 50 de manhã e 50 a noite, no primeiro dia.
           7) O casto não pode gozar até que ele complete o desafio todo (1000 bombadas em um dia, no décimo dia).
           8) Se o casto não aguentar e gozar, a contagem zera e recomeça no dia seguinte com 100 de novo.
           9) Ao terminar a sessão, a bolsa de gelo serve pra amolecer o piupiu dele pra trancá-lo de novo. A castidade deve ser sagrada, senão ele trapaceia no jogo, se masturbando escondido.
         
           Quando eu fiz isso no John, no sexto dia, ele chegou em casa tarde por causa do trabalho. Umas 11:35 da noite. Chegou desesperado pra atingir a meta, só que eu disse que não faria nada nele, sem antes ele tomar um bom banho. Ele tomou banho voando, e lá pras 11:50 eu comecei as punhetadas. Só que em 10 minutos é masculinamente impossível bater 600 bombadas sem que ele goze. Resultado: tivemos que levar as 600 para o dia seguinte, ao invés de 700. No dia seguinte, ele chegou em casa às 8:00 da noite. Comecei sem pressa punhetar bem devagar e ele contando. Só que ele estava muuuuito excitado, então ele gozou antes de eu terminar as 600. Ainda tentei parar, mas era tarde demais...hihihihi...


                Então eu percebi o quão sensível e excitado ele estava com isso. Então pra ele atingir as metas, eu tive que parcelar as punhetadas ao longo do dia.  25% de manhã no café, 25% na hora do almoço, 25% chegando do trabalho e 25% antes de dormir.
                No 17º, ele finalmente atingiu as 1000 punhetadas sem gozar. Então, como prêmio, o fiz gozar deliciosamente, e ele adorou.



Depois, claro, de volta pra gaiolinha, rsrsrsrsrs.


E você maridinho casto, você acha que atinge as 1000 punhetadas de sua mulher sem gozar?
Ass: Sarah.

"Ela não Tem Culpa"

- Acho melhor parar...você está quase gozando...
- Nããããoo....vou gozar...aaaaaahhh não pára, amor! Por favooaaaaaaaaahhh!!
- Ah... eu não tenho culpa se você não consegue se controlar direito! Nada de gozar, lembra? Você desobedeceu. Vai ficar preso de novo, só que agora ao invés de 30, vai ficar no mínimo 45, pra aprender a não ejacular quando eu estiver te punhetando!
- Sim, senhora. Ahhhhhh

13 de maio de 2014

"A Keyholder quer Porra"


"Sabe, querido, hoje eu vou deixar você gozar, mas só vou tocar seu pintinho com a minha língua. Esses 30 dias sem gozar devem ter te deixado bem carregado de porra, né? Então eu deixo, goza, vai!"


"Iiiiiisso! Assim, goza bastante! Quero que você me lambuze de porra, vai!"


"Nossa! Quanto gozo! Assim que eu gosto! Tava sentindo falta disso, sabia?"


"Huuum, delícia! Agora vou sempre te trancar. Quando você podia bater punheta, nunca gozava assim pra mim. Mais 30 dias no cinto. Mês que vem quero mais!"

12 de maio de 2014

"Preparando a Rainha para o Baile"

"Bem querido, vou começar a me arrumar pra sair com as amigas. Pode começar a me ajudar, me deixando bem molhadinha e limpa."


"Isso...assim tá gostoso. Pelo menos pra isso você serve, pra lamber meu rabinho e me deixar excitada pra sair. Bem, vou começar a me maquiar."


"Sabe como é né, tenho que caprichar no look, não é sempre que a gente encontra uma balada legal, com uns caras que valham a pena flertar."


"Já estou acabando aqui, só falta o rímel. Pode lamber mais rápido, tá diminuindo o ritmo!"


"Pronto, agora acho que meu cabelo já tá legal. Pode parar de lamber!"

"Quer saber....meus sapatos agora. VAI!"


"Huum. 40 dias trancado já estão te deixando no ponto que eu quero. Vamos ver se o número do lacre está certo. Sabe como é, desde que você achou a chave e se destrancou escondido, eu tive que melhorar meu controle."


"Isso, engaioladinho da mamãe...olha, bem comportado heim, não quero bagunça nem tentativas de se soltar. Da última vez, eu te dei uma bela punição. Bem obediente e me esperando chegar da balada. Vou precisar dos seus serviços, com certeza."

9 de maio de 2014

"Uma Keyholder Cumpre o que Promete"

Retirado de "Cuckolds in Chastity":

"Viu maridinho? Eu disse que eu ia bater pra você uma ótima punhetinha, se você se comportasse direitinho na frente dos meus amigos! Que foi? Pobrezinho, não está conseguindo sentir? Bom, minha parte eu estou fazendo, né? Se você não consegue sentir minha mão, isso não é problema meu!

7 de maio de 2014

"A Saga de Beto - Parte 17"

                 Depois de meter aquele consolo de cintura por uns 20 minutos no meu rabo, eu já não aguentava mais de vontade de gozar, era extremamente estimulante, mas era uma loucura: eu não conseguia gozar! E durante todo o tempo em que Cris me enrabava, ficava me humilhando, me chamando de sua cadelinha no cio, putinha lésbica, sissy, safadinha, gostosa, e por aí vai, enquanto me dava mais tapas ardidos nas nádegas me mandando rebolar pro caralho dela. Alucinante. Eu só achei que foi coisa demais pra uma noite só. Acho que Cris se empolgou e juntou spanking com crossdress com inversão de uma vez só. O bom é que apesar de eu ter ficado assustado de cara, acabei gostando, mas poderia ter sido diferente...


          Enfim, depois de me estocar a pica de silicone por minutos a fio, ela parou. Tirou o consolo bem devagar do meu cuzinho, que a essa hora, já devia estar arrombado. A sensação que eu tinha é que eu ia gozar a qualquer momento, muito forte, mas não havia como, meu pinto estava trancado. Ela tirou e disse:



          - Boa menina, se comportou muito bem depois que apanhou na bunda. Sinal de que meu corretivo funcionou. De agora em diante, bebê, você é meu escravinho submisso e feminizado, vou até te dar um batismo de fêmea: "Paulinha" hahahaha...isso, agora eu vou te chamar de Paulinha. Por enquanto, só entre nós, claro!



          Eu estava tão excitado e entregue à minha mulher, que não conseguia contrariá-la. Disse: - Sim, minha senhora. - Mas eu me assustava com certas colocações dela. "Por enquanto" é muito forte quando o assunto se trata sobre a intimidade. Será que um dia ela iria começar a me chamar de "Paulinha" na frente de alguém? Será que ela tinha pretensões de humilhar minha masculinidade fora das quatro paredes? Será que ia me exibir de calcinha pras amigas? Para amigos?



          - Paulinha, acho que você merece um prêmio. Vou fazer você gozar agora!
          - Sério?
          - Sim, acho que para um primeiro período se adaptando ao cinto de castidade até que você já está bastante tempo presa.
          - Sim, minha senhora. - Respondi todo feliz.

         Estava de quatro e com as mãos algemadas na cabeceira da cama. Eu sabia que quando ela fazia isso era porque alguma maldade ela ia fazer comigo. Tirou minha calcinha bem devagar, olhando pros meus olhos famintos. Me mandou rebolar pra ela enquanto minha calcinha era arrancada pernas abaixo. Depois, sacou a chave do colar e destrancou o cinto. Nossa! A sensação de ter o pinto destrancado depois de dias sem gozar e tendo a próstata super estimulada, é avassalador, enlouquece qualquer homem submisso. Meu pintinho estava duro como rocha, doido para ser tocado. Minha bunda empinada para cima, me sentia uma cadelinha nas mãos da dona, sensação ímpar, estava começando a me soltar. Meu lado machista estava completamente aniquilado. Estava adorando de ser a putinha da minha mulher.

          - Nossa, esse grelinho tá bem durinho, heim,... Paulinha! Huuummmm, acho que vamos conseguir tirar muito leitinho dessas bolinhas cheias! - Provocava.



Cris estava irreconhecível. Mal podia acreditar que em pouco tempo longe dela, ela tinha se tornado uma mulher tão dominadora, cruel, e como sabia exatamente o que fazer para me deixar completamente submisso aos caprichos dela. Em pouco tempo, lambuzou as mãos com KY e começou a roçar a ponta os dedos bem de leve na cabecinha do meu piru, que já começava a babar um líquido transparente, o tal "precum" ou pré-gozo. Ela percebeu e disse:

          - Bom, ele já está dando sinal de que você está transbordando de tesão. Hora de você aprender como é o gosto de semem, vamos à sua primeira prova...



          Cris passou o dedo no meu pinto, lambuzando ele de pré-gozo que escorria por ele, tamanho meu tesão acumulado. Então delicadamente levou até a minha boca dizendo:

          - Vamos lá, abre a boquinha, e lambe tudinho, Paulinha! Esse é o gostinho do seu grelinho atrevido.

         Eu relutei um pouco, mas meu tesão tava nas alturas e lambi o dedo dela com vontade, sentindo um gosto meio salgado e a viscosidade dos meus próprios fluidos.

          - Isso, boa menina. Vamos deixar um pratinho aqui embaixo pra recolher todo seu líquido e seu gozo. Vai ser útil pra depois você continuar treinando a engolir porra. Agora, vou começar a te ordenhar devagarinho, tá Paulinha, você vai amar!



          Fui me deixando envolver pelo feitiço de minha mulher e já comecei a me referir a mim mesmo no feminino, só pra agradá-la, tamanho era meu tesão e vontade de gozar.        

          - Ai, minha senhora, estou muito excitada. Faz sua putinha gozar, faz!
          - Vou pensar no seu caso. Acho que vou apenas te ordenhar, mas sem orgasmo, só pra aliviar um pouco sua próstata e manter seu tesão elevado.
          - Sim senhora.

           Eu ainda não estava entendendo muito bem esse lance de ser "ordenhado" mas sem gozar, era meio confuso pra mim. Mas na situação que eu estava, humilhado, feminizado, de quatro e a dias sem gozar, e tendo meu pintinho acariciado pelas mãos aveludadas da minha mulher, pra mim qualquer coisa estava ótima, aceitei sem pensar. Mal sabia eu a maldade que ela estava pra fazer comigo. Cris introduziu o consolo no meu rabo de novo bem devagar, com uma das mãos e ficou enfiando bem de leve. Podia sentir a cabeça do pau dela roçando bem alucinante na minha próstata, me deixando louco. Com a outra mão, ela começou a puxar de vagar meu pênis, da base perto do saco, para a cabeça, formando um anel com os dedos, com bastante KY. Aquilo estava me deixando louco, estava pra gozar a qualquer momento. Comecei a balançar o quadril e rebolar na tentativa de fazer com que a mão dela deslizasse mais rápido e com mais força pra me fazer gozar logo, mas ela me deu um tapa bem dado na bunda e gritou:

            - Nada disso, menina assanhada! Paradinha que eu não quero que você tenha orgasmo! Sossega esse rabo guloso e deixa eu ordenhar você direito!

             Ai, eu já não aguentava mais aquela tortura. Estava entregue, submisso, só queria que acabasse logo, que eu me explodisse em um orgasmo prazeroso, que nunca chegava. Ela ia deslizando os dedos pelo meu... grelo, enquanto meu cuzinho ia sendo delicadamente penetrado, e o orgasmo parecia se aproximar. Cris percebeu o momento e humilhou:

             - Agora você vai sentir o que eu sentia quando estava quase gozando e você, sempre apressado, terminava de me meter, gozava e me deixava pro canto da cama, desolada, sem prazer! Agora é você quem vai ser a mulherzinha submissa, da sua própria mulher! Hahahaha, olha como esse pintinho minúsculo jorra essa babinha transparente! Tá tudo sendo recolhido nesse pratinho viu? Você não está desperdiçando nada.

             Cris punhetava meu pinto e parava. Era incrível, ela sabia exatamente a hora de parar. Não sei como, mas quando eu estava prestes a gozar, ela tirava totalmente a mão, frustrando o meu gozo, e fazendo meu pinto pulsar, babar pré-cum e me deixando cada vez mais desesperado.



             - Muito bem, parece que está chegando a hora de extrair esse seu leitinhoooo! Seu grelinho já está bem sensível, eu mal toco, ele já dá sinal de orgasmo. Bem então prepara que agora você já vai ejacular, viu?

             Cris pegou com um pouco mais de firmeza no meu pinto e punhetou lentamente, mas com mais força. E aí, lá vinha meu delicioso orgasmo, eu podia sentir meu esperma passando por dentro das minhas entranhas, causando aquela euforia elétrica de sensações prazerosas, e aconteceu a única coisa que jamais alguém nesse instante específico deseja: que a parceira pare! Sim, Cris cruelmente parou de punhetar, largou totalmente meu pênis, que pro meu desespero, jorrou toda minha porra fora, enchendo o pires de porra, que estava logo abaixo dele, na cama, sendo que meu orgasmo foi pro espaço! Eu fiquei desesperado, rebolei, balancei a bunda, implorei pra Cris não parar, mas ela só sabia rir e me humilhar:



             - Hahahaha! Que delícia ver isso! Muito bem, Paulinha, esse foi seu primeiro "orgasmo" de muitos que ainda virão. É assim mesmo que você vai gozar, como eu gozava antes de eu me transformar na mulher que sou hoje!


             - Ai, por favor Cris, eu quero gozaaar!!!
             - Mas você gozou, querida, olha pro pratinho, quando gozo tem ali! Não gozou? <SLAP!> um tapa na bunda. - Não gozou?
             - Sim, senhora, gozei, gozei muito.
             - Muito bem, agora....rsrsrsrs, você sabe, né? Não podemos simplesmente jogar fora e desperdiçar tanto semem assim. Esse líquido é precioso demais, pense, é o que faz reproduzir a raça humana, não pode jogar isso fora assim. Deita de costas.
             - Não, Cris, por favor, isso é demais pra mim, não vou conseguir!
             - Quieta! Vira logo, senão vai tomar outra surra!



             Obedeci. Virei de barriga pra cima e recostei a cabeça em um travesseiro alto. Cris pegou o tal pratinho e despejou todo aquele semem em uma taça de vinho, usando um funil, desses de cozinha.


             - Muito bem, agora eu vou preparar sua mente pra aceitar engolir o próprio gozo.

             E começou a punhetar meu pinto de novo, só que dessa vez, com força. É incrível, mas parecia que eu não tinha gozado mesmo, meu tesão e minha vontade de gozar estavam intactas. Cris olhou pra mim com aquele olhar irônico de alguém que está tentando passar a impressão que está com pena, e foi me conduzindo pra onde ela queria:

              - Isso, assim minha bonequinha, eu sei que você quer gozar, e eu posso te dar isso. Mas se não beber seu leitinho, mamãe não vai deixar Bebê ter prazer....tá? Vai, abre a boquinha e engole tudinho, vai!

              Não conseguia evitar de obedecer a ela. O prazer que eu estava sentindo com a punheta dela, mais o tesão em ser completamente dominado e humilhado, me fizeram abrir a boca. Cris levou a taça até os meus lábios, e eu senti aquele líquido pegajoso e salgado percorrer molhando minha língua. Ela virou toda a taça, minha boca estava bem cheia. Mas fiquei segurando dentro dela, sem engolir. Cris percebeu e já tomou a atitude adequada pra me fazer obedecer.

             - Ah, não vai engolir não? Vamos ver!

             Apertou o meu nariz, impedindo minha respiração. Enquanto continuava a me punhetar e dizer "engole, vai, é gostoso, porra de macho, você tem que acostumar com o gosto disso, vai, engole logo, putinha, eu sei que é isso que você quer, engolir esperma de macho...vai!" Não teve jeito, somando essas palavras humilhantes, a punheta deliciosa e o sufoco de ficar sem respirar....engoli tudo! E respirei aliviado. Cris parou de me estimular imediatamente, me deixando revoltado:

              - Mas a senhora prometeu que eu ia gozar se engolisse!
              - Eu não prometi nada, eu disse que podia te dar isso, mas não devia. Na verdade, não devo mesmo, já pensou acabar com todo esse tesão e te deixar insolente e machista de novo até seu tesão voltar? Nem pensar! Imagina!

              Cris levantou-se da cama e saiu do quarto, me deixando algemado, frustrado, humilhado, vestido de corsete, espartilho, e meias finas, feminizado, uma verdadeira puta, mas completamente apaixonado. Eu não estava acreditando no que estava vivendo, parecia que eu era Anastasia Steele vivendo os 50 Tons de Cinza, só que com minha mulher! E aquilo de dizer que eu precisava me acostumar a engolir porra de macho, me fez lembrar dos sites de cuckold, em que as esposas mandavam seus cornos chuparem e lamberem as bucetas recém-gozadas pelos outros machos. Será que ela realmente pretendia fazer aquilo comigo um dia. Será que ela teria coragem de dar pra outro cara na minha frente?
               Depois de uns dois minutos, volta minha amada rainha com o holytrainer na mão e uma bolsa de gelo. Eu não queria acreditar que ia ficar trancado de novo, logo agora que estava tão bom ficar com o pintinho solto. Ela sorriu pra mim e disse:

               - Bem, agora vamos fazer esse passarinho rebelde voltar pra gaiolinha, né?
               - Por favor, minha deusa, não me tranca de novo, me deixa algemado na cama, mas não prende meu pinto de novo não!
               - Pinto não, grelo!
               - Sim, senhora. Grelo. Mas não tranca agora!
               - Desculpe, minha linda, mas eu não quero deixar você algemado. Eu preciso que você me faça uma massagem daquelas, não tem como deixar suas mãos presas a noite toda. E amanhã, eu vou levar você pra conhecer o Spa onde eu me formei, o Keyholder Spa.
               - Eu vou lá? Pra que?
               - Rsrsrsrs, que bobinha você, ora, pra continuar seu treinamento. Nos sábados, as ex-alunas podem agendar levar seus maridos submissos lá pra passar por um treino e se tornarem servos de fato de suas keyholders. Lá você vai conhecer todas as professoras e os monitores que ajudaram na minha formação.
               Enquanto Cris falava comigo, ia passando a bolsa de gelo no meu pinto na tentativa de amolecer. E estava funcionando, estava ficando bem murcho. Mas eu não sei se era só por causa do gelo, ou se era por ela ter dito "monitores". Logo que ela percebeu que ele ficou mole, enfiou o anel do holytrainer e introduziu meu pintinho mole e gelado na gaiolinha, trancando a chave em seguida. Como de costume, ela prendeu a chavinha no colar, deixando bem visível entre seus seios fartos, exibidos pelo decote da camisola.
           
               - Como assim, monitores? Lá tem homem?
               - Hahahaha, claro, né, Beto, afinal, as professoras precisam mostrar pra nós como se faz tudo isso que eu fiz com você hoje. Lá a gente viu e treinou com eles. - Aproximou o rosto do meu, encarou meus olhos e disse: - E um deles, chamado Charles, foi o escolhido por mim pra me ensinar tudo o que eu sei. Ele foi maravilhoso comigo, muito educado, gentil, cavalheiro e...nossa ele é muito gostoso. Tem um pau grosso e duro, ai! Dá até um calor na buceta de lembrar!
         
               Eu estava ficando furioso em ouvir aquilo. Mas algo não me deixava gritar com ela. Dentro de mim, meu lado masculino e de homem orgulhoso estavam aos berros: "VOCÊ ME TRAIU SUA VAGABUNDA!!!" mas eu estava amordaçado pelo meu tesão em estar ali, de mulherzinha, humilhado e morrendo de tesão em saber que meu sonho de cuckold na verdade já podia ter sido realizado, sem que eu soubesse.

                - Você...você....
                - Eu? - Sorriu, demonstrando segurança.
                - Você deu pra outro homem?
                - Sim. Você..... está chateado com isso?
       
                Fiquei sem resposta. Como depois de tudo, da descoberta de que eu adorava acessar sites de cuckold, de ser feminizado, enrabado, surrado e ter aceitado ser chamado de Paulinha, como eu iria dizer pra ela que eu não estava de acordo com aquilo? Mas minha raiva, era porque eu fui chifrado sem saber. Mas no fundo eu adorei saber que ela tinha tido prazer com outro homem. Afinal, era traição, mas ao mesmo tempo, meu maior fetiche já havia se realizado!

                 - Não. - Falei, seco e sério.
                 - Aaaahhh, bebê, não fica assim, olha, eu juro que ele não chegou aos seus pés.
                 - Tá, tudo bem, você estava sozinha, eu não estava te dando a atenção que você merecia, né? Aí tinha um cara lá todo disponível, galanteador, e você se entregou. Natural. Se alguém tem culpa de alguma coisa, sou eu.
                 - Ah... bebê... imagino como se sente. Mas não fica preocupado não tá? Foi só sexo mesmo, eu não me deixei envolver com sentimento nenhum.
                 - Tá. Eu não posso ser um idiota. Se eu digo que tenho tesão com isso, e você precisou de um outro homem pra aprender a satisfazer as minhas fantasias....bem... não posso reclamar.

                 Cris percebeu meu orgulho de marido ferido. Começou a acariciar meu peito e passar o dedo de leve pelo meu saco. Meu pintinho começou a dar sinal de vida de novo, se apertando contra as paredes da gaiolinha. Eu não queria admitir, mas estava morrendo de tesão em saber que ela já tinha dado pra outro. Que tinha tido prazer com um macho de verdade, que a fez gozar como eu nunca consegui. Ela percebeu meu conflito interior e, espertamente, investiu no lado que ganharia essa disputa dentro de mim a favor dos interesses dela: ela tinha que investir totalmente no meu tesão. Não deixar que eu "pensasse com a cabeça de cima". Ela sabe que me mantendo com o tesão sempre em alta, com castidade e orgasmos arruinados, eu vou aceitar melhor que ela me chifre. Ela sabe exatamente manipular e controlar meu desejo a favor dela, e eu estava adorando ser controlado assim. No dia seguinte, estaríamos conhecendo esse homem. Eu estaria cara a cara com o primeiro caso de minha mulher, não para tirar satisfação, mas pra aprender alguma coisa. Sim, aprender, afinal era pra ser treinado em algo que minha mulher estava me levando pra lá.


Continua....